Mostrar mensagens com a etiqueta Madonna. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Madonna. Mostrar todas as mensagens

domingo, setembro 20, 2026

Troye Sivan, Party & Music

Depois de She's the Best (do álbum homónimo, com lançamento marcado para 9 de outubro), Troye Sivan divulgou mais uma das suas novas canções: Party, tema hiper-dançável que, com total propriedade e assinalável elegância, utiliza um sample de Music, do álbum (também homónimo) lançado por Madonna no ano 2000.
Na Internet, já surgiu uma capa com a invenção necessária e suficiente para celebrar tão especial cumplicidade musical — o respectivo teledisco, dirigido por Gordon von Steiner, encena tudo isso a partir de memórias medievais (o que, por certo, encantará a Material Girl...), com narração em tom de pomposa serenidade, totalmente adequada, de Sir Ian McKellen.

sábado, junho 13, 2026

Madonna, Confessions II - The Film

Ao longo destes anos 20, Madonna surgiu associada a vários registos audiovisuais, sempre como "convidada" de outros artistas (de Dua Lipa a Weeknd). O certo é que o último verdadeiro teledisco com a sua assinatura, Batuka, realizado por Emmanuel Adjei, data de 2019.
Agora, o seu 15º álbum de estúdio — Confessions II (ou Confessions on a Dance Floor: Part II, remetendo para o primeiro Confessions, de 2005), com lançamento marcado para 3 de julho — parece envolver um afirmativo regresso ao universo tão particular dos videoclips.
Assim, no dia 5 de junho, no Beacon Theatre (Nova Iorque), no âmbito do Festival de Tribeca, Madonna lançou Confessions II - The Film. Trata-se, de facto, de um filme com a duração de 14 minutos, assinado por TORSO (a dupla David Toro/Solomon Chase), ou seja, uma colagem de fragmentos de seis (dos dezasseis) temas do novo álbum.
Teledisco(s) ou cinema? Talvez um inusitado cruzamento de formas e conceitos — já está no YouTube.
 

domingo, abril 19, 2026

Madonna, I Feel So Free

Com lançamento agendado para 3 de julho, o novo álbumn de Madonna, Confessions II, já tem um single: I Feel So Free. Neste mundo material, eis que reencontramos a celebração imaterial da dança — passado e futuro enlaçados no presente.
 

quarta-feira, fevereiro 25, 2026

Madonna + Dolce & Gabbana + Mert Alas

O anúncio de um novo perfume Dolce & Gabbana, protagonizado por Madonna, com realização da dupla Mert Alas, é um breve e sofisticado exercício iconográfico que, certamente não por acaso, remete para memórias da obra videográfica da Material Girl — reveja-se, por exemplo, o teledisco de Take a Bow (1994). E também não será indiferente o facto de a banda sonora ser feita com a canção italiana La Bambola, um sucesso mítico de 1968, recriada por Madonna.
 

sábado, janeiro 17, 2026

MTV (1981 - 2025)

A MTV nasceu do gosto pela música, mas a sua agonia aconteceu através dos horrores da Reality TV — este texto foi publicado no Diário de Notícias (26 dezembro).

A notícia aí está, obrigando-nos a alguma revisão de memórias. Ou seja: a MTV, propriedade da Paramount Global, vai acabar — as respectivas emissões iniciaram-se a 1 de agosto de 1981, estando o seu encerramento agendado para 31 de dezembro de 2025.
Mais exactamente: os canais MTV Music, MTV 80s, MTV 90s, Club MTV e MTV Live vão encerrar (ou vão ser “descontinuados”, para usar a linguagem tecnocrática) por questões decorrentes da “reestruturação interna” do grupo Paramount, na sequência da sua fusão com a Skydance Media. Quer isto dizer que a MTV — Music Television, de acordo com o significado original da sua sigla —, embora vá manter diversas formas de presença digital e também a organização de espectáculos como os MTV Video Music Awards, vai renegar o seu modelo original. A saber: o acompanhamento regular da actualidade musical em que os telediscos eram, de facto, a matéria principal.
A explicação corporativa para semelhante abalo conceptual não deixa de evocar alguns dados que estão longe de ser secundários. Assim, do YouTube ao TikTok, as formas de acompanhamento da música mudaram radicalmente, a ponto de muitos artistas já não estabelecerem uma relação com o mundo das imagens idêntica à que, nas décadas de 1980/90, transformou Madonna, Michael Jackson ou David Bowie em arautos de toda uma iconografia em que a música não era apenas matéria de “ilustração” visual, antes ponto de partida para uma verdadeira revolução audiovisual.
Tudo isso envolve algumas verdades incontornáveis, sem dúvida. Mas será que a decomposição estrutural dos valores que fundaram a MTV se pode explicar apenas por aquilo que os “outros” fazem ou fizeram? Acontece que a desvalorização dos telediscos não é um dado recente. Foi sendo consumada a par de uma promoção dos valores mais ou menos obscenos da Reality TV — em boa verdade, a MTV foi-se transformando num apêndice “musical” da estética desumana do Big Brother televisivo.
No início da década de 1990, um programa pioneiro como The Real World, acompanhando um grupo de jovens a viver numa mesma residência, começou por resultar do curioso cruzamento dos sinais de um mundo de novas relações (sociais, profissionais, sexuais, etc.) com a herança do melhor documentarismo cinematográfico. O certo é que, a pouco e pouco, a grosseria foi dispensando a inteligência. Que dizer, por exemplo, de Parental Control (2006-2010), programa em que pais e mães eram “convocados” para, perante as câmaras, avaliar, ou mesmo condicionar, as escolhas dos namorados ou namoradas da sua prole?
Dos “apanhados” mais agressivos contra a dignidade humana até à exploração do “humor” de videos com quedas aparatosas dos seus tristes protagonistas, a MTV foi-se transformando numa montra de vulgaridades contrárias a qualquer gosto pela música e pela sua multifacetada criatividade. Sintoma cruel de tudo isso foi (continua a ser) a promoção de jovens apresentadores cuja “relação” com o público se desenvolve a partir de uma indiferença militante, supostamente divertida, face à complexidade do mundo à nossa volta — no limite, proferir disparates atrás de disparates passou a ser incensado como o ideal comunicativo da “juventude”.
O primeiro teledisco transmitido pela MTV — Video Killed the Radio Star, da banda inglesa The Buggles — sinalizou uma profunda transformação cultural na passagem dos sons da rádio para as imagens da televisão. A partir de certa altura, a MTV foi consolidando a sua própria agonia através de uma postura em que o gosto, a alegria e o trabalho da criação artística iam sendo anulados pelo triunfo de uma visão dos actos humanos como “coisas” fúteis, descartáveis e irrisórias. O seu fim resume e consagra as tragédias culturais do ano de 2025.

>>> Video Killed the Radio Star (1979), realização de Russell Mulcahy.
 

terça-feira, dezembro 02, 2025

Bedtime story & stories

Bedtime Story (singular) é, seguramente, a canção de Madonna sustentada pela produção tecnicamente mais sofisticada da sua coleção de telediscos. É também o emblema do álbum Bedtime Stories (plural), agora relançado em edição Deluxe — subtítulo The Untold Chapter, com o alinhamento original + uma série de remixes — para assinalar o seu 30º aniversário. Altura certa para revermos o dito teledisco, obra-prima assinada por Mark Romanek.
 

sexta-feira, novembro 28, 2025

In memoriam
— Udo Kier (1944 - 2025)

Carne para Frankenstein (1973)

Actor de múltiplas transfigurações, vividas a partir de um pathos de pose austera e enigmática, o alemão Udo Kier faleceu no dia 23 de novembro, em Palm Springs — contava 81 anos. Como um puzzle em eterna reconversão, a sua filmografia resulta de encontros com os mais diversos autores, de Paul Morrissey (Carne para Frankenstein, 1973) até Kleber Mendonça Filho (Bacurau e O Agente Secreto, respectivamente de 2019 e 2025), passando por Lars von Trier (Dogville, 2003) — sem esquecer, claro, as várias colaborações com Rainer Wertner Fassbinder, incluindo A Terceira Geração (1978).
Qual fantasma acolhedor, contracenou com Madonna, sob a direcção de Bobby Woods, no teledisco de Deeper and Deeper (1992).
 

>>> Obituário em The Guardian.
>>> Udo Kier na Wikipedia.

sexta-feira, setembro 05, 2025

Taylor Swift, superstar

O anúncio do novo álbum de Taylor Swift (The Life of a Showgirl) envolveu algumas imagens da cantora marcadas pela nostalgia de antigas formas de espectáculo. Assim (re)nasce uma estrela — este texto foi publicado no Diário de Notícias (15 agosto).

“Showgirl” — a palavra não se encontra no dicionário da cultura politicamente correcta destes nossos dias atribulados, mas Taylor Swift não receou recuperá-la do armário das nostalgias, chamando ao seu novo álbum: The Life of a Showgirl.
O anúncio desse que será o 12º registo de estúdio de Swift (35 anos) teve a candura ambígua que algum marketing ainda sabe produzir. Aconteceu no podcast “New Heights” apresentado pelo seu namorado, o jogador de futebol americano Travis Kelce, na companhia do irmão Jason Kelce. E se é verdade que tudo isso envolveu mais de duas horas de animada conversa, não é menos verdade que o impacto da notícia ficou a dever-se em grande parte ao facto de Swift ter revelado a capa de The Life of a Showgirl.
Nessa capa, Swift surge mergulhada numa banheira, numa pose de calculado artifício, usando uma indumentária de actriz de um espectáculo musical (“showgirl”, justamente) cujo top é feito de diamantes. Da autoria de Mert Allas & Marcus Piggott, a imagem reflecte um gosto de festiva reconversão de formas primitivas de encenação da figura feminina, gosto com que a dupla de fotógrafos já marcou os universos de Madonna [foto, 2010], Lady Gaga, Julia Roberts, Shakira ou Scarlett Johansson.
Observando outras variações da capa, sempre com Swift embrenhada em cenários e luzes que não disfarçam a sua teatralidade, parece haver uma clara vontade de apropriação e reconversão de iconografias passadas (digamos, para simplificar, de Jean Harlow a Marilyn Monroe). Aliás, tal vontade está expressa em diversos momentos da videografia da cantora, incluindo Bad Blood, que lhe valeu o prémio MTV de melhor teledisco de 2015.
Como a própria intérprete esclareceu, esta “vida de uma showgirl” (com lançamento marcado para 3 de outubro) reflectirá acontecimentos e pensamentos do período em que decorreu a sua mais recente digressão ('The Eras Tour'). O que, bem entendido, não exclui a possibilidade de a dimensão confessional do álbum coexistir como as formas, os brilhos e as cores de uma verdadeira estrela — superstar será, por isso, um epíteto que Taylor Swift pode usar sem se confundir com o fogo fátuo das vedetas mais ou menos efémeras do nosso mundo digital.

sexta-feira, agosto 29, 2025

Guitarra & Voz [9/10]

MADONNA
Don't Tell Me

Tema emblemático do álbum Music (2000), foi a principal matéria de trabalho de Madonna quando aprendeu a tocar guitarra com o seu professor (e acompanhante de longa data) Monte Pittman. Em boa verdade, esta é uma performance com duas guitarras, já que Pittman também está presente — aconteceu em The Late Show, de David Letterman, a 3 de novembro de 2000.


[ Ryan Adams ] [ David Fonseca ] [ Bruce Springsteen ] [ Joni Mitchell ] [ Eddie Vedder ]
[ Bob Dylan ] [ Mauro Passos ] [ Keb' Mo' ]

terça-feira, julho 01, 2025

Has to Be
— a canção desconhecida de Madonna

Delicado exercício de introspeção romântica, Has to Be é uma das canções mais mal conhecidas na trajectória de Madonna. Paradoxalmente, pertence a Ray of Light, um dos seus álbuns mais emblemáticos, e também de maior sucesso — acontece que, de facto, apenas surgiu na respectiva edição japonesa.
Agora que está anunciado, para 25 de julho, o lançamento de Veronica Electronica, precisamente com remisturas de Ray of Light, a canção está ausente do alinhamento oficial. Duplica-se o desconhecimento, já que Has to Be existe também nesta magnífica versão de Johnny Madder.

Breathe in, breathe out
I say a little prayer
How the gods above
Could be so unfair

I know there's someone out there
Waiting for me
There must be someone out there
There just has to be

Go on, go on
Don't sit there like a fool
You've graduated from
A different kind of school

I know there's someone out there
Waiting for me
There must be someone out there
There just has to be
I know there's someone out there
Waiting for me
There must be someone out there
There just has to be

I should be glad that I'm alive
It could have been much worse
I might have never loved at all
And never known what I am worth
How the gods above (how the gods above)
Could be so unfair (could be so unfair, could be so unfair)

I know there's someone out there
Waiting for me
There must be someone out there
There just has to be
I know there's someone out there
Waiting for me
There must be someone out there
There just has to be

quarta-feira, junho 18, 2025

Veronica Electronica, aliás, Madonna

As remisturas de Ray of Light (1998), concebidas como uma espécie de duplicação electrónica do original vão, finalmente, ser editadas. Madonna reencontra, assim, o seu fantasma artístico a que deu o nome de Veronica Electronica — um renascimento musical e conceptual com lançamento marcado para 25 de julho. Eis o trailer do álbum e, em baixo, o tema Skin.
 


sábado, abril 12, 2025

Patrick Leonard, piano solo
— Live to Tell

Live to Tell é uma das preciosidades geradas pela colaboração de Patrick Leonard com Madonna. A canção pertence ao alinhamento do álbum True Blue (1986), tendo surgido também na banda sonora do filme At Close Range/Homens à Queima-roupa (1986), de James Foley. Leonard interpretou-a assim, em 2008, numa sessão do Seth Riggs Summer Vocal Program — sublime solidão do piano.

sábado, março 08, 2025

Madonna & Abel Ferrara [1993]

Com Madonna, Harvey Keitel e James Russo, eis um filme impossível de acolher em qualquer modelo estável ou estabilizado. A dança dos seus títulos reflecte isso mesmo: estreou-se em alguns mercados como Snake Eyes (em França, por exemplo), depois ficou a chamar-se Dangerous Game, acabando por surgir em Portugal (apenas em cassete) como Linha de Separação, expressão disparatada vinda não se sabe de onde.
Lançado em 1993, retratando no essencial as relações atribuladas entre uma actriz e um cineasta durante a rodagem de um filme, rezam as crónicas que a colaboração de Madonna (também produtora, através da Maverick) com o realizador Abel Ferrara não terá sido um oceano de harmonia — um e outro vieram mesmo a desvalorizar publicamente os resultados.
É caso para dizer que ambos se enganam, de tal modo Dangerous Game expõe, com rara contundência dramática e amargura poética, a ferida que nasce da coexistência da vida vivida e da vida filmada — essa “coisa” sem forma estável a que damos o nome de cinema.

>>> Trailer original de Dangerous Game.

quinta-feira, agosto 15, 2024

The Weeknd + Madonna + Playboi Carti

Foi há cerca de um ano que surgiu Popular, canção da banda sonora da série The Idol, interpretada por The Weeknd, com a participação de Madonna e do rapper Playboi Carti — provavelmente, é também uma das melhores canções do verão de... 2024.
 

quinta-feira, novembro 23, 2023

David Fincher,
realizador de telediscos

David Fincher e Michael Fassbender
— rodagem de O Assassino

O novo filme de David Fincher, O Assassino (Netflix), é uma proeza tanto mais fascinante quanto reflecte o enraizamento do seu trabalho numa multiplicidade de linguagens —incluindo os telediscos, convém não esquecer.
De facto, a partir da década de 80, graças ao fenómeno MTV, quando os videoclips passaram por um impressionante boom de criatividade (e evolução técnica), Fincher afirmou-se como um dos mais brilhantes realizadores de telediscos, muitos deles ainda antes de assinar Alien 3, a sua primeira longa-metragem para cinema. Para a história, em 1989, assinou Express Yourself, de Madonna, momento fulcral de toda esta história, já que, na altura, surgiu como o mais caro teledisco de sempre (5 milhões de dólares), mostrando que se estava a consolidar um novo modo de produção/difusão da música.
Aqui ficam três exemplos, entre os menos divulgados, da trajectória de Fincher.

>>> Get Rhythm, Ry Cooder (1988).
 


>>> Oh Father, Madonna (1989).

 

>>> Only, Nine Inch Nails (2005).

 

sexta-feira, novembro 10, 2023

SOUND + VISION Magazine
— Beatles, FNAC Chiado [dia 18]

Alterámos os planos para a nossa próxima sessão na FNAC. De facto, tendo em conta a actualidade das imagens e dos sons, decidimos mudar o tema inicialmente anunciado (que, naturalmente, fica sempre em agenda...).
Assim, no dia 18, às 17h00, estaremos na FNAC Chiado para celebrarmos A Última Canção dos Beatles — será preciso escutar Now and Then... e um pouco mais.

quinta-feira, outubro 19, 2023

Rolling Stones na FNAC
(à espera de Madonna...)

A nossa próxima sessão na FNAC já tem data e tema:

MADONNA: OS CONCERTOS
FNAC Chiado / Lisboa
18 novembro, 17h00

Entretanto, na última sessão (15 out.), o novíssimo álbum dos Rolling Stones, Hackney Diamonds, foi pretexto para uma revisitação de alguns momentos emblemáticos da banda — eis duas dessas memórias.

>>> Waiting on a Friend (1981), de Michael Lindsay-Hogg.


>>> As Tears Go By, do filme Shine a Light (2008), de Martin Scorsese.


* * * * *
A sessão terminou com a evocação de A Little Night Music, o musical de Stephen Sondheim que está a fazer 50 anos — escutámos Barbra Streisand a interpretar a sua canção mais célebre, Send in the Clowns.

quarta-feira, abril 26, 2023

American Life, 20 anos depois

Ninguém é perfeito... mas há histórias com um final que roça a perfeição. Aconteceu agora com o teledisco de American Life, a canção-título do álbum de Madonna publicado há 20 anos.
Recordemos que, na altura do seu lançamento, a invasão do Iraque definia as principais coordenadas da geo-política, a ponto de Madonna ter retirado o teledisco de circulação: "Decidi não difundir o meu video. Foi filmado antes da guerra começar e não creio que seja apropriado emiti-lo neste momento. Devido ao volátil estado do mundo, por manifestação de sensibilidade e respeito pelas forças armadas, que apoio e por quem rezo, não quero correr o risco de ofender quem quer que seja que possa interpretar erradamente o significado deste video."
Duas décadas mais tarde, American Life, realizado por Jonas Akerlund, continua a ser aquilo que era: uma obra-prima cujo fulgor narrativo é indissociável da sua contundente mensagem contra a guerra e as muitas formas de mediatização gratuita das respectivas imagens (e sons). Com um toque de magia: podemos vê-lo agora em imaculada versão 4K.

quinta-feira, fevereiro 23, 2023

Frozen em versão de palco

Assinalando os 25 anos do álbum Ray of Light (lançado a 22 de fevereiro de 1998), Madonna divulgou o registo de palco de Frozen, proveniente da 'Madame X Tour' — a canção foi o primeiro single do álbum, com teledisco de Chris Cunningham, sem esquecer que 'Ray of Light' é também o nome da fundação humanitária criada por Madonna, ainda em 1998.

terça-feira, janeiro 17, 2023

Madonna, "The Celebration Tour"
— Lisboa & etc.

Produzida pela Live Nation, "The Celebration Tour" arranca a 15 de julho, em Vancouver — a digressão mundial de Madonna, apostado em recordar as canções de 40 anos de carreira, passará por Lisboa, Altice Arena, no dia 6 de novembro. Será, por certo, um acontecimento recheado de memórias paradoxais, tal como se prova através do video produzido para o seu anúncio — dir-se-ia Na Cama com Madonna (1991) refeito, entre a nostalgia e a farsa, para o século XXI.