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terça-feira, outubro 01, 2019

The Kills em "The Late Show"

Esta escapou-me... Foi há cerca de um ano e meio: em Maio de 2018, quando lançaram o single List of Demands, The Kills passaram pelo The Late Show, de Stephen Colbert. A performance de Alison Mosshart (voz) e Jamie Hince (guitarra) consegue a proeza rara de combinar a mais elaborada sofisticação com a sensação de uma avassaladora espontaneidade — como se a canção estivesse a nascer naquele momento (o que, em parte, envolve uma desconcertante verdade).

quarta-feira, julho 03, 2019

The Kills — um concerto radiofónico

É uma daquelas pérolas perdidas que circulam, ou apenas permanecem, no silêncio da Net... à espera de serem descobertas. Pertence à série The Strombo Show, programa de rádio do canadiano George Stroumboulopoulos que gosta de convidar artistas muito diversos para performances mais ou menos intimistas, em ambiente caseiro. Assim aconteceu em 2016, com The Kills, numa altura em que Alison Mosshart e Jamie Hince estavam a lançar Ash & Ice, o seu quinto álbum de estúdio. Resultado: uma meia hora prodigiosa, além do mais filmada com mão de mestre por Alex Narvaez.

sexta-feira, março 02, 2018

The Kills — novo single

Boas notícias de Alison Mosshart e Jamie Hince: há um novo single de The Kills, intitulado List of Demands (Reparations) — fidelidade ao mais depurado primitivismo rock é a regra, ritmo e melodia em metódica cumplicidade; com um belo teledisco assinado por Ben Strebel.

sábado, junho 10, 2017

The Kills cantam tema de Rihanna

Atenção: The Kills — os fabulosos Alison Mosshart e Jamie Hince — estão de volta com um precioso EP. Chama-se Echo Home e fica, desde já, como um dos diamantes deste ano de 2017 — será preciso, por certo, voltar ao assunto.
Para já, registemos uma das suas singularíssimas propostas. A saber: a austera recriação do tema Desperado, incluído por Rihanna no seu álbum Anti (2016). Aqui fica a versão de The Kills e, logo em baixo, o original.



quarta-feira, maio 25, 2016

Vem aí novo álbum de The Kills

Já tínhamos escutado (e visto) duas canções do novo álbum de The Kills. Assim, depois de Doing It to Death e Heart of a Dog, aí está o teledisco de Siberian Nights, dirigido pelo actor Giovanni Ribisi, apelando a uma sensação primitiva da natureza e da sua relação agreste com o mundo dos humanos. Com lançamento para 3 de Junho, o novo registo de Alison Mosshart e Jamie Hince chama-se Ash & Ice.

I could whip you up like cream
I could drink your seven seas
Is that too close for comfort?

I could make you come in threes
I’m half way to my knees
Am I too close for comfort?

For the tyrants in a rut, I got a love
For the gutless dogs, I got a love
For the doomed youth, I got a love

Won’t you tell me please
Why they got no love for me
Won’t you tell me please
Why they show no love for me

I’ll be charging through your dreams
Riding bare chest silver steed
Am I too close to the bone?

Shake a little hup two three
I’m Jesus, rip my jeans
Am I too close for comfort?

For the millionth time, I got a love
For the blue eyed boys, I got a love
For the cruel youth, I got a love

Won’t you tell me please
Why they got no love for me
Won’t you tell me please
Why they show no love for me

Won’t you help me get through these Siberian nights?
Won’t you help me get through these Siberian nights?
You know it’s hard for me to be alone
Tomorrow we’ll go back to our sides
But tonight I need some warmth

quarta-feira, abril 27, 2016

The Kills — a caminho do álbum nº 5

Já sabíamos que o quinto álbum de estúdio de The Kills, Ash & Ice, estará disponível nos primeiros dias de Junho. Depois de Doing It to Death, aí está mais uma canção vintage de Alison Mosshart + Jamie Hince: chama-se Heart of a Dog e tem um teledisco capaz de reavivar o gosto, muito seventies, de fragmentação do ecrã.

From sea to mountain valley
From flesh to palms a’ swaying
Dreamers dreaming on
No matter what they’re saying

I need you
Don’t ask me why it is
I want strings - attached
Unnatural as it feels

I’m loyal, oh oh, I’m loyal

From starry eyes colliding
From Mars to someone crying
I’m never far away
No matter what I’m hiding

I get lost
But I always come around
It’s a strange fear
Allows me to be found
I’m loyal, oh oh, I’m loyal
I’m loyal, oh oh
I got the heart of a dog

It’s life or death why I chew through the chain
It don’t matter my love’s the same
Go so far but never long
Can’t break the spell in my heart
I’m loyal, oh oh, I’m loyal
I’m loyal, oh oh
I got the heart of a dog

From bars to beds of laying
From boots of lead to changing
I’m hooked from deep inside
Call when you’re ready cos I’m ready to ride

I’m loyal, oh oh
I’m loyal, oh oh
I got the heart of a dog

segunda-feira, março 14, 2016

The Kills — à espera do álbum nº 5

O quinto álbum de The Kills — Alison Mosshart + Jamie Hince — está a caminho: Ash & Ice tem lançamento agendado para 3 Junho. E tem também um primeiro single, Doing It to Death, sustentado pela ironia macabra de um teledisco realizado por Wendy Morgan — uma cerimónia fúnebre contaminada pela energia de um rock primitivo (ou o contrário).

Baby save it, we're wasted
I know we gotta slow it down
But when the waves come, you face them
And you know we can't stop it now

Heads up we're in a dead club
Put your hands up and do your dipsy and dropsy
And line up, we're hanging up
We're double sixing it, night after night
Doing it to death

Baby lately the plans we're making
Are the shape of things that never come
Hold your horses, the lights up
Can't feel it coming back around

Listen up, it's picking up
Put your hands up and do your kicksy and lipsy
Your times up, we're hanging up
We're double sixing it, night cause tonight
We're doing it to death

We're double sixing it night after night after night

Doing it to death

domingo, novembro 30, 2014

Alison Mosshart em The Walking Dead

A série de The Walking Dead tem sido também um espaço privilegiado para algumas canções. Exemplo recente, no sexto episódio da temporada nº 5 [Consumed]: Alison Mosshart, de The Kills, surge na companhia de Eric Arjes a interpretar Bad Blood [na capa do single figura Melissa McBride, intérprete de Carol] — o lyric video, aqui em baixo, é rudimentar, mas a canção não deixa de ser magnífica.

sábado, fevereiro 08, 2014

The Kills no Olympia

Alison Mosshart (vocalista, americana) + Jamie Hince (guitarra, inglês) = The Kills. Ou seja: um dos diamantes do rock contemporâneo, agentes criativos de uma poesia sensual, de rara rudeza romântica. Eis uma porta de entrada no seu universo — o registo integral do concerto de 12 de Novembro de 2011, no Olympia de Paris, cerca de seis meses passados sobre o lançamento do seu quarto álbum de estúdio, Blood Pressures. Com dois destaques possíveis: essa obra-prima enigmática que dá pelo nome de Baby Says (36m 15s) e uma versão de Pale Blue Eyes (58m 32s), dos Velvet Underground.

* No Wow
* Future Starts Slow
* Heart Is a Beating Drum
* Kissy Kissy
* U.R.A. Fever
* DNA
* Satellite
* Last Day Of Magic
* Baby Says
* Black Balloon
* Pots And Pans
* Cheap And Cheerful
* TAPE SONG
* Pale Blue Eyes
* Sour Cherry
* Fuck The People
* Monkey 23
* The Last Goodbye

terça-feira, junho 19, 2012

Para revisitar os Fleetwood Mac



Vem aí Just Tell Me That You Want Me, um tributo aos Fleetwood Mac, com alinhamento pleno de nomes de primeiro plano, de Marianne Faithfull a Antony, dos MGMT a Lee Ranaldo. A edição é da Hear Music (a editora associada aos cafés Starbucks) e está agendada para meados de agosto. Aqui fica para escuta a contribuição dos New Pornographers. E o alinhamento, tal e qual o avançou a Pitchfork.

Lee Ranaldo Band [com. J Mascis]: "Albatross"
Antony: "Landslide"
Trixie Whitley: "Before The Beginning"
Billy Gibbons & Co.: "Oh Well"
Best Coast: "Rhiannon"
The New Pornographers: "Think About Me"
Marianne Faithfull: "Angel"
Lykke Li: "Silver Springs"
Karen Elson: "Gold Dust Woman"
Matt Sweeney e Bonnie 'Prince' Billy: "Storms"
Washed Out: "Straight Back"
Tame Impala: "That's All For Everyone"
Craig Wedren com St. Vincent: "Sisters of the Moon"
The Kills: "Dreams"
Gardens & Villa: "Gypsy"
The Crystal Ark: "Tusk"
MGMT: "Future Games"

quinta-feira, março 01, 2012

The Kills celebram os primeiros 10 anos

São um dos mais genuínos, porque mais primitivos, acts do rock contemporâneo: The Kills — Alison Mosshart + Jamie Hince — definem uma paisagem dramática, de calculada ironia conjugal, em que as tragédias do desejo se encenam num misto de crueldade e ironia. Em boa verdade, em tempos de tanta coisa superficial e efémera, os seus dez anos de carreira conferem-lhes a dignidade de uma admirável veterania.
Para assinalar esta primeira década, acabam de editar uma pequena obra-prima de rigor e nostalgia, em formato EP, que inclui:

* THE LAST GOODBYE — do quarto álbum do duo, Blood Pressures (2011)
* PALE BLUE EYES — canção de Lou Reed/The Velvet Underground, do álbum The Velvet Underground (1969)
* ONE SILVER DOLLAR — cantada por Marilyn Monroe no filme Rio sem Regresso (1954), de Otto Preminger
* CRAZY — versão da balada clássica de Willie Nelson, celebrizada por Patsy Cline, em gravação de 1962

The Last Goodbye foi também revisitado, em magnífico teledisco a preto e branco, dirigido pela actriz Samantha Morton.


>>> Site oficial de The Kills.

domingo, junho 12, 2011

The Kills: variações on the road


"You don't own the road boy
Better kick up a storm
You don't own the big city lights
Better carve out your own
You don't own the green pines
The blue sky or the smoke
You don't own the dust in your
Big brown eyes
When you keep them closed"

Mais um momento do álbum Blood Pressures. Uma canção pura e dura, com o clássico espírito on the road transfigurado em parábola existencial (you don't own your sadness son): The Kills numa gravação desta Primavera, integrada nas Mercury Prize Sessions.


>>> THE KILLS: Future Starts Slow + The Last Goodbye + Baby Says.

domingo, junho 05, 2011

The Kills: "Baby Says" x 2


Que define uma grande canção? Talvez o mais velho dos testes. Ou seja: a sua resistência, igual a si mesma, mesmo quando é sujeita às mais variadas transfigurações formais e técnicas. Exemplo esclarecedor: The Kills em mais um tema do álbum Blood PressuresBaby Says: primeiro, em Austin (Texas), na IFC Crossroads House, no âmbito do festival SXSW; depois, em Berlim, nos estúdios da rádio HBC (versão acústica).




>>> THE KILLS: Future Starts Slow + The Last Goodbye.

segunda-feira, maio 30, 2011

The Kills: do romantismo ao romanesco


Blood Pressures, o novo álbum de The Kills, não será um objecto romântico. Mas não há dúvida que por ele perpassam formas de romanesco em tudo e por tudo cúmplices das convulsões mais primitivas da história do rock. Exemplo admirável: The Last Goodbye, título que parece desviado dos labirintos emocionais de Raymond Chandler, a que a voz de Alison Mosshart confere a dureza de uma balada herdada de Judy Garland:

It's the last goodbye I swear
I can't survive
On a half hearted love
That will never be whole

Este registo vem da rádio KCRW (Santa Monica, California).


>>> THE KILLS: Future Starts Slow.

domingo, maio 29, 2011

The Kills, The Kills, The Kills


Na sua infinita sabedoria clássica, Frank Capra deu uma resposta (também ela um clássico) à dúvida de saber quais as três coisas essenciais para se fazer um filme. Disse ele: "The script, the script, the script".
Passa-se algo de semelhante com a americana Alison Mosshart e o britânico Jamie Hince, isto é, The Kills: ouvi-los, voltar a ouvi-los e voltar ainda a ouvi-los será o caminho certo saber o que é isso de rock, de onde vem e para onde vai. Digamos que é uma arte sensorial de ser fiel às vibrações mais íntimas da música; acrescentemos que isso vem das grandes sínteses do século XX em que músicas de todas as cores (branca, negra & etc.) se organizaram em festivas cumplicidades; e lembremos que tudo isso, de tão experimental e futurista, não teme regressar sempre aos lugares de origem.
Actualmente, isso diz-se pela designação adequada de Blood Pressures, quarto álbum de estúdio de The Kills. Comecemos pelo bem chamado Future Starts Slow, numa performance nos estúdios da BBC (Radio 1).


>>> Site oficial de The Kills.