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sexta-feira, março 18, 2011

E na hora de procurar filmes...


Em passagem por Gotemburgo, e com vontade de ver a oferta local em DVD, um bom local a visitar é a loja Movieline. Mora na Gotaleden, não muito longe da Ópera... A oferta é vasta, com particular interesse pela produção sueca, dos clássicos de Bergman aos muitos filmes do presente. Nota interessante para o visitante é o facto de grande parte dos DVDs de filmes suecos incluírem nos menus a possibilidade de os acompanhar com legendas em inglês.

quinta-feira, março 17, 2011

Uma caminhada pelo parque


Um primeiro olhar por Gotemburgo revela, desde logo, uma imensidão de parques, as zonas verdes na cidade indo contudo para desses espaços, passando pelas maiores avenidas e zonas contíguas aos canais... Três imagens em que o verde (em alguns casos, e em tempo de Inverno, aqui ainda reduzido ao tronco das árvores) toma conta dos cenários, em caminhada pelo Kugsparken.

quarta-feira, março 16, 2011

Para perceber o mundo, como ele é


Mora mesmo ao lado do Världskulturmuseet e é mais um dos museus de Gotemburgo com função essencialmente pedagógica. Chama-se Universum e neste momento acolhe uma série de exposições que visam dar a conhecer, através dos conhecimentos que a ciência nos revelou, o mundo em que vivemos. Neste momento podemos ali visitar uma exposição sobre os oceanos ou ver um conjunto de répteis raros. Há ainda uma área dedicada ao espaço e uma outra dedicada às paisagens da Suécia.


Um olhar de pormenor sobre uma das estruturas exteriores do edifício que alberga o Universum, em Gotemburgo.

terça-feira, março 15, 2011

Três olhares por Gotemburgo (5)


Três olhares pelas ruas de Gotemburgo. No primeiro uma vista geral por um bairro no centro da cidade. No segundo, uma escadaria que parte da Hvitfeldsplatsen, com supermercado no rés do chão. Na terceira, olhamos em frente, rumo à Heurlins Platz, acabados de atravessar a Nya Allèn.

segunda-feira, março 14, 2011

Gente comum... pelas ruas da cidade


Não faltam esculturas pelas ruas de Gotemburgo, na sua maioria em bronze. Estas imagens resultam de uma série de olhares captados em caminhadas pelo centro da cidade.


Alguns dos motivos escultóricos made in século XX fogem ao retrato de figuras históricas, em alguns casos optando antes por captar as gentes que fazem o dia a dia da vida de trabalho cidade.


Um olhar particular para um pormenor de um conjunto escultórico que podemos encontrar à porta da Feskekôrka, o mercado do peixe. Sublinhando o espaço e a sua função, aqui retrata-se um vendedor de peixe.

sexta-feira, março 11, 2011

Três olhares por Gotemburgo (4)


Linhas e cores em três olhares por Gotemburgo numa manhã de inverno (com Sol). Nas duas primeiras imagens, detalhes de formas na Stora Badhusgatan, frente ao porto. Na imagem de baixo o Hotel Avalon, onde confluem a Sodra Larmgatan com a central Östra Hammagatan.

quinta-feira, março 10, 2011

Uma torre na colina


Mora no topo de uma das colinas de Gotemburgo. A Skansen Kronan é uma torre em pedra, com uma coroa dourada no topo, construída em finais do século XVII como parte das estruturas de defesa da cidade. A antiga fortaleza alberga agora um pequeno museu militar. Está no centro de um entre os muitos parques da cidade. Dali se oferece ainda uma boa vista sobre Gotemburgo.

quarta-feira, março 09, 2011

Pelas ruas de Gotemburgo


Imagens de um curso percurso, pelas ruas do centro da cidade de Gotemburgo, subindo primeiro a Södra Larmgatan, virando depois a esquina com a Hvitfeldtspaltsen, olhando então de frente a igreja de Santo André.

terça-feira, março 08, 2011

Pelo centro da cidade


É a artéria comercial central de Gotemburgo, atravessando o largo que concentra muitos dos edifícios administrativos, a estação ferroviária por perto e servindo uma das faces do gigantesco centro comercial Nordenstam que na verdade ocupa todo um quarteirtão. Três imagens da Östra Hamngatan, numa manhã de Inverno.

segunda-feira, março 07, 2011

Três olhares por Gotemburgo (3)


Três olhares, numa manhã, bem cedo, por ruas nas imediações da Östra Hamngatan, a muito central artéria comercial no centro de Gotemburgo. Na terceira imagem reencontramos a Kronhuset, aqui vista da Postgatan.

sexta-feira, março 04, 2011

À procura de discos, em Gotemburgo


A cada cidade que se visita nada como saber onde comprar discos. E, além das lojas dedicadas às novidades, uma visita a uma loja especializada em vinil pode dar-nos sempre boas surpresas. Aqui fica então uma imagem da Andra Langgatans Skivhandel (fica, como o nome indica, na Andra Langgatan, no centro da cidade), loja de discos em segunda mão onde o vinil coabita com o CD. Boa selecção no pop/rock dos setentas e oitentas, alguma música clássica em vinil e, inevitavelmente, uma bela zona de títulos de música local (lembremo-nos aqui que a Suécia é um dos mais interessantes berços pop para entender que essa é mesmo secção da loja a não perder). Ah, e com bons preços.

quinta-feira, março 03, 2011

A vermelho e branco


É um dos mais característicos edifícios à beira rio, já na zona portuária da cidade. A vermelho e branco, o Skanskaskrapan é muitas vezes referido como o ‘baton’ ou a ‘casa em lego’. Foi projectado pelo arquitecto Ralph Erskine e tem um observatório no café Götheborgs-Utkiken no último piso (a 86 metros de altura).

quarta-feira, março 02, 2011

No centro da cidade


Continuando a caminhar entre as ruas de Gotemburgo, passamos hoje pela Gustav Adolfs Torg, a praça central da cidade em torno da qual se situam alguns dos principais edifícios administrativos locais. A praça situa-se junto à Ostra Hamnagatan, a principal artéria comercial de Gotemburgo.


Três olhares de pormenor em volta da Gustav Adolfs Torg, começando pela estátua do rei Gustav Adolf II, o fundador da cidade. O leão de bronze mora numa das pontes sobre o canal que talha um dos lados da praça. A fechar, um pormenor de um dos cadeeiros em Norra Hamngatan, a rua que corre junto ao canal, ao lado desta praça.

terça-feira, março 01, 2011

A casa do peixe


É um dos edifícios mais conhecidos de Gotemburgo e até mesmo um dos ex-libris da cidade. Na verdade não é mais que um mercado de peixe cujo edifício, por lembrar de fora o aspecto de uma igreja, acabou mesmo conhecido como Feskekôrka (literalmente, a igreja do peixe). Mora nas margens de um dos canais que atravessam a cidade (o Roslenlundskanalen), em plena Rosenlundsgatan, muito perto do porto.


Em tempos idos o peixe era vendido directamente a partir dos barcos que, parados no canal, o passavam directamente para as mãos de quem o procurava. Em finais do século XIX, pelas mãos de um arquitecto norueguês, nasceu este mercado. Inaugurado em 1874 é uma estrutura dominada por uma única nave, com tecto anguloso e amplas janelas (que garantem boa iluminação interior). Além dos stands que vendem peixe e marisco, o edifício aloja ainda um restaurante, que é mesmo um dos mais conhecidos da cidade (e com mesas sistematicamente tomadas à hora do almoço).


Não cheira a peixe. E peixe é o que não falta neste mercado, o facto de ser extremamente fresco e a boa circulação de ar garantindo um ambiente bem agradável. Os stands estão arrumados longitudinalmente segundo a extensão maior do edifício. O restaurante (Restaurang Gabriel) mora numa mezzanine sobre uma das entradas.

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Três olhares por Gotemburgo (2)


Mais uma sequência de olhares por Gotemburgo. Todos estes captados cedo, numa manhã de Inverno, em passeio pela Storta Badhusgtan e Götalde, junto ao porto. Nota-se a presença impositiva da rocha sobre a qual a cidade nasceu, pela paisagem urbana sendo frequentes as ocasiões em que estes muros naturais (por vezes talhados pelo homem) irrompem entre edifícios e o pavimento.

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Entre o porto e a cidade


É uma presença que se impõe junto do Porto de Gotemburgo, junto ao centro histórico da cidade. Não é senão uma central energética, as suas formas ora contrastando com algumas das construções nas imediações, ora não deixando de integrar uma paisagem onde moram também navios e guindastes. Pelas formas e, sobretudo, pela cor, não deixa de lembrar as imagens da inesquecível sequência de abertura do filme Charlie e a Fábrica de Chocolate, de Tim Burton.


Aqui um olhar a um quarteirão de distância, integrando a estrutura na paisagem. À esquerda a cidade. À direita, o porto e as águas que caminham para o Mar do Norte, ali perto.

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Ópera entre barcos e guindastes


É um edifício impressionante que mora junto ao porto de Gotemburgo, não muito longe de uma das artérias centrais da cidade. Inaugurada em 1994, a Ópera de Gotemburgo foi desenhada por Jan Izikowitz, que indicou então como suas fontes de inspiração não apenas os cenários do mundo da ópera mas também as próprias formas dos espaços em volta do porto da cidade, a sugestão da presença próxima de guindastes e de barcos estando sugerida nas suas linhas. A Ópera de Gotemburgo acolhe uma programação versátil, juntando aos espectáculos de ópera uma série de outras propostas, de musicais de palco a concertos de música sinfónica. Segundo informação que podemos ler no seu site oficial, acolhe cerca de 250 mil visitantes por ano, que se distribuem pelos perto de 270 espectáculos que se realizam pelas várias salas do edifício.

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Para visitar o mundo, como ele é


Fica no centro de Gotemburgo, embora a uma mão cheia de paragens de eléctrico do centro histórico. Chama-se Museu das Culturas do Mundo (Världskultur Museet, em sueco) e é um magnífico espaço de aprendizagem e troca de ideias que dá exemplo ao que deveria ser um museu entendido como prolongamento natural de programas educacionais. De passagem por Gotemburgo é, por isso, lugar a visitar.


O edifício é grande, sem ser esmagador na sua imponência, internamente dominado pela presença de um átrio que comunica, além da entrada e dos elevadores de acesso, a um bar que domina uma mezzanine, com janelas em vidro que asseguram boa iluminação natural a todo o espaço.


O museu é uma casa com um objectivo claro, de resto expresso no próprio site oficial, apresentando-se como uma “arena para a discussão e reflexão na qual muitas e diferentes vozes podem ser escutadas, onde os assuntos controversos ou conflituosos podem ser abordados, assim como é um lugar onde as pessoas se possam sentir em casa, para lá das suas fronteiras”. A convenhamos que a frase é precisa na descrição que faz do museu, da sua linguagem expositiva, das ideias que propõe e lança ao visitante...


Várias exposições estão abertas ao público em simultâneo, a maior parte delas com entrada gratuita. Neste início de ano podíamos visitar, neste museu, Destination X, uma exposição dedicada às viagens, propondo um retrato do que é preparar uma viagem (da escolha do destino à procura de informações sobre o que depois visitar). Dois pisos acima, Kimono Fusion estabelece pontes entre a tradição e a modernidade, com o Japão (e os quimonos) como espaço de reflexão. Mais acima ainda, uma outra exposição ajuda os mais pequenos a imaginar como poderiam descrever o seu mundo se, por acaso, conhecessem um extra-terrestre.