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sexta-feira, abril 01, 2011

Pelas capas dos Sigue Sigue Sputnik (5)


Quarto single extraído de Dress For Excess, Rio Rocks juntava a pop ritmicamente insistente dos Sigue Sigue Sputnik às cores do samba e do Brasil. Um segundo máxi-single chamou inclusivamente a presença de uma escola de samba e de Liminha a uma remistura do tema.

quinta-feira, março 31, 2011

Pelas capas dos Sigue Sigue Sputnik (4)


Sem o fulgor sci-fi nem o grafismo mais provocador que acompanhara o álbum de estreia, ao segundo álbum os Sigue Sigue Sputnik surgiam de som e imagem algo mais polidos... A capa de Dress For Excess, de 1988, traduz de certa forma essa tentativa de arrumação de ideias (que em nada jogou em favor da banda, acrescente-se)...

quarta-feira, março 30, 2011

Pelas capas dos Sigue Sigue Sputnik (3)


A capa que acompanhou o álbum de estreia dos Sigue Sigue Sputnik afastou-se do relativo minimalismo das que haviam surgido com os singles Love Misile F1-11 e 21st Century Boy. Em ligação com expressões sci-fi ligadas à cultura pop japonesa, Flaunt It! (editado em 1986) explorava ainda novos modelos de relação entre o disco e a publicidade. De resto, entre cada faixa do álbum, surgia um spot publicitário.

terça-feira, março 29, 2011

Pelas capas dos Sigue Sigue Sputnik (2)


Mais um momento de provocação pela imagem em inícios de carreira dos Sigue Sigue Sputnik. Editado em 1986, o segundo single do grupo apresentava na capa uma cruz formada por uma série de ecrãs de televisão.

segunda-feira, março 28, 2011

Pelas capas dos Sigue Sigue Sputnik (1)


Foi há 25 anos que uma banda colocou em cena uma das mais ostensivas campanhas de lançamento de que há memória. Com um batalhão de T-shirts e slogans tinham chamado atenções mesmo antes de apresentada uma primeira canção. Cruzando um look herdeiro do glam com certo travo punk e os tons garridos da pop, os Sigue Sigue Sputnik na verdade não foram nunca muito mais que uma canção (o single de estreia, Love Missile F1-11), na verdade as demais decorrendo directamente da linguagem electro repetitiva aqui ensaiada (com Giorgio Moroder na produção). Mais coerente que a música foram as imagens, sobretudo as que apoiaram graficamente os discos, pelas capas do grupo passando exercícios de design gráfico que expressavam um interesse pela cultura japonesa, o mundo do cinema de ficção-científica e as linguagens da publicidade. Algumas capas aqui em revisão esta semana, esta primeira tendo acompanhado, há precisamente 25 anos, o single Love Missile F1-11.