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quinta-feira, fevereiro 14, 2019

Weezer: memórias dos A-ha

O 12º álbum de estúdio dos americanos Weezer (o quinto auto-titulado) não é, convenhamos, um dos momentos mais requintados da sua discografia. Não pelo facto de propor "apenas" uma colecção de novas versões de temas que marcaram a carreira dos intérpretes originais (Tears for Fears, Eurythmics, Miachel Jackson, etc.). Antes porque tal opção se distingue por uma equívoca "fidelidade", tão versátil quanto frustrante.
Há coisas muito menos interessantes, é verdade. O certo é que, até mesmo quando recriam (?) um teledisco emblemático, os Weezer parecem satisfazer-se com o mais básico efeito copista, numa espécie de pós-modernismo simplista que poderia ostentar o subtítulo: covers for dummies.
Aqui fica a esforçada recuperação de Take on Me, dos noruegueses A-ha, um hino pop (com profusão de sintetizadores) do ano de 1984 cujo teledisco, apesar dos recursos digitais, exibe de modo esquemático aquilo que, no original [em baixo], era genuinamente criativo e exuberante.



terça-feira, fevereiro 09, 2016

Com a bênção dos Weezer

Com o Papa rodeado por entusiastas figuras femininas, a capa do single Thank God for Girls, dos Weezer, remete-nos para os êxtases da comunhão religiosa — o respectivo teledisco, muda o protagonista e o cenário, apresentando-nos o líder de uma seita, particularmente apaixonado pelos jogos de casino, numa versão burlesca da convivência com o sagrado.