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sábado, junho 13, 2026

Ryan Adams, novo álbum

Eterno marginal da indústria e dos media, sempre fiel fiel à mais primitiva sensibilidade rock, o americano Ryan Adams (nascido em Jacksonville, Carolina do Norte, em 1974) continua a editar álbuns em que a nostalgia se oferece na sua pureza formal, evitando "modernizações" pretensiosas ou "mensagens" para satisfazer a mediocridade do politicamente correcto.
The Suicide Handbook, o seu álbum mais recente, aí está com a amargura, e também a ironia, de um coleccionador de pequenos contos morais apostados em lidar com o desarranjo das nossas emoções — prudentemente, o seu derradeiro tema, Idiots Rule the World, deixa um aviso pedagógico.

Oh, when you go, you make me sad
Oh, when you go, you make me sad
You said, "No tricks up your sleeve"
Now there's no one else left to leave

And idiots rule the world
And idiots rule the world
But got no gal

And I wanna go home and never leave
Wanna go home and never leave
Motherless and unclean
Motherless and unclean

And idiots rule the world
And idiots rule the world
I got not gal
Got no gal
I got no gal
I got no gal


terça-feira, maio 05, 2026

The Rolling Stones, In the Stars

Foreign Tongues, 25º álbum de estúdio dos Rolling Stones chega a 10 de julho. O primeiro single, In the Stars, garante-nos que não nos enganámos no caminho — para mais reinventando os modelos correntes do lyric video.

quarta-feira, abril 08, 2026

The Strokes: nova canção, novo álbum

Notícia do dia, por certo do mês, talvez do ano: The Strokes têm um novo álbum — Reality Awaits — com lançamento agendado para 26 de junho. Para já, aí está Going Shopping, canção vinda dos confins do rock'n'roll, aí onde amargura e romantismo se cruzam sem complexos.

Like a tiger, they will chase you down
With words instead of claws
They will seduce you till you reach the point
To let yourself get mauled
The worse reality gets, the less you wanna hear about it
Solidarity can be difficult when you've got cool stuff to lose

I wanna be a 7-foot zombie
The pay is low, but I gotta do something
I'm at the mall and the song is bumping
There goes my future wife in the little red jumpsuit

I'm going away to the country
Don't wander off too far
I'm going out my mind
Throwing all my plans out the window
Don't wanna waste my life
I'll see you on the other side

I've been thinking about what I wanna say
But I'm an old man now, at least that's what they tell me anyway
We've been expanding on our greatness
Building future ruins
We're building castles from the bones of dead trees
Molded from the shattered houses of the dead sea

I moved away to the country
I had to change my way
But I kinda miss you now
Stockbrokers flying out the window
I kinda miss that sound
Don't want to wake up Pa

I can't wait, I'm goin' shoppin'
I'm at the mall, and the song is bumpin'
I want to be a 7-foot starfish
Above the law, a political puppet

I'm going back to the city
I'm 'bout to lose my mind
I'm gonna stay alive
I'm climbing out through the window
I miss the shops and malls
I'm gonna meet you there

Still throwing my phone out the window
I'm gonna soothe my soul
Can't wait, I'm going shopping
If you're better than me, you don't have to judge me

sábado, janeiro 03, 2026

10 discos de 2025 [6]

* I QUIT, Haim

Elas chamam-se Este (baixo, voz), Danielle (voz principal, guitarra, bateria) e Alana (guitarras, teclas, voz): as irmãs Haim, de Los Angeles, são um pequeno prodígio da pop contemporânea — sobretudo se pensarmos que a marca pop deixou de ser um rótulo dominador, tanto em termos artístcos como comerciais. Se quisermos evocar a bênção do destino, diremos que este seu quarto álbum de estúdio ilustra o estado de plena maturidade, até mesmo pelo tom amargo e doce das emoções e pensamentos que circulam pelas canções. O anti-romantismo de Down to Be Wrong pode servir de exemplo modelar: Down to be wrong, don't need to be right / I left you the keys, I left on the lights / I locked myself out of the house / I'm on the next flight, you can't talk me out of it — aqui numa performance no show de Jummy Kimmel.
 

[ Patti Smith ] [ Taylor Swift ] [ Ryan Adams ] [ Lucy Dacus ] [ Ambrose Akinmusire ]

segunda-feira, fevereiro 24, 2025

Wrekmeister Harmonies, ou a intransigência poética

J.R. Robinson e Esther Shaw

Experimentalismo? Sim, sem dúvida. Afinal de contas, vacilamos quando não encontramos alguma ou algumas palavras que nos ajudem a lidar com a nossa própria perplexidade. Assim é o trabalho de Wrekmeister Harmonies, a banda de Chicago ainda e empre entregue a enigmáticas viagens sonoras em que as matérias electrónicas se confundem com uma sensualidade ritualizada que escapa a qualquer "género" instituído — como se a música não desistisse de uma poesia que rima sempre com intransigência.
Flowers in the Spring, o novo álbum de J. R. Robinson e Esther Shaw (sendo Robinson o guru que, artisticamente, foi sobrevivendo a todos os acidentes de percurso), aí está como renovado exemplo de um fascinante paradoxo: a monumentalidade do projecto confunde-se com a procura de um minimalismo austero, tudo movendo-se como um animal vigilante apostado em desafiar a estabilidade de qualquer racionalização.
Na prática, temos um álbum de um pouco mais de 50 minutos, com apenas quatro temas, oscilando entre 10 e 20 minutos de duração — eis Fuck the Pigs.
 

sexta-feira, agosto 30, 2024

Roubar música tem um novo nome: "interpolação"

Rick Beato

Eis uma curiosa, e muito pedagógica, descoberta de Rick Beato: o roubo descarado de notas de uma canção para outra canção passou a ser tratado pela designação chique de "interpolação". Ou como ele pergunta: "Isto não é apenas roubo?" — vale a pena ver, ouvir e reflectir sobre o assunto.
 

quinta-feira, setembro 28, 2023

Rolling Stones + Lady Gaga

[ Billboard, 16 dez. 2012 ]

Canção do ano? Depois de Angry, aí está Sweet Sounds of Heaven, mais um tema de Hackney Diamonds, o novo álbum dos Rolling Stones, com lançamento marcado para 20 de outubro — um prodígio rock'n'roll, com o seu quê de gospel, nas vozes de Mick Jagger e Lady Gaga, com Stevie Wonder ao piano.

quarta-feira, maio 11, 2022

Dylan 60

Em matéria de música popular, o número 60 está na ordem do dia. Primeiro, com a digressão 'Sixty' dos Rolling Stones, agora com a celebração dos 60 anos de Bob Dylan a gravar para a Columbia. Objecto emblemático das comemorações é o novo teledisco intitulado Subterranean Homesick Blues 2022. Que é como quem diz: uma magnífica reinvenção gráfica do original, datado de 1965, encenando a faixa de abertura do álbum Bringing It All Back Home — uma maravilha!

sexta-feira, junho 20, 2014

Iggy Pop apoia Justin Bieber (???)

Os antepassados do rock'n'roll deram uma volta no túmulo... Ou talvez não. Iggy Pop surge a apoiar o menino mimado da imprensa dos "famosos", reconhecendo-lhe dotes visionários — e proclamando: "O futuro do rock'n'roll é Justin Bieber".
O texto, como sempre, carece de contexto. E um pouco mais abaixo podemos ler: "Torturem um homem e ele dir-vos-á tudo e mais alguma coisa". O cartaz faz parte de uma notável campanha política contra a tortura lançada na Bélgica e concebida pela Amnistia Internacional [notícia: The Guardian].


A campanha inclui mais dois cartazes, com o estilista Karl Lagerfeld e o Dalai Lama, líder do Tibete no exílio — o primeiro proclama que "o cúmulo da elegância é a camisa hawaiana e os chinelos", enquanto o segundo propõe um cronométrico balanço existencial, sublinhando que "um homem que não tenha um Rolex aos 50 anos falhou a sua vida". Ou como a inteligência da imagem (das imagens) começa no entendimento da potencial pluralidade das respectivas significações, passando sempre pelas palavras ditas, escritas ou imaginadas.

>>> Site português da Amnistia Internacional.

terça-feira, janeiro 20, 2009

O horizonte dos U2

Já há informações oficiais sobre o 12º álbum de estúdio dos U2 — chama-se No Line on the Horizon e terá lançamento a 2 de Março. Seja o que for que Bono e companheiros (incluindo Brian Eno, Danny Lanois and Steve Lillywhite na produção) tenham para nos oferecer, uma coisa é certa: a capa é, por si só, um pequeno grande acontecimento. Concebida pelo fotógrafo japonês Hiroshi Sugimoto, nela se contempla um horizonte em que profundidade (da imagem) e bidimensionalidade (imposta pelo sinal =) parecem equivaler-se numa insólita aliança. Dir-se-ia que é uma composição que nos remete para um exterior longíquo e apaziguador, ao mesmo tempo que nos obriga a contemplar algo de interior, enigmático, porventura impossível de cristalizar em imagem. Afinal de contas, não é essa a história do rock?

quinta-feira, setembro 06, 2007

Luciano Pavarotti (1935 - 2007)

Com a morte do tenor italiano Luciano Pavarotti, vitimado por um cancro no pâncreas, desaparece uma figura que simbolizou exemplarmente o cruzamento feliz e as muitas contaminações possíveis entre "alta" e "baixa" cultura. Celebrizado pela sua aliança com Placido Domingo e Jose Carreras — os "Três Tenores" foram um fenómeno internacional a partir do célebre concerto de 7 de Julho de 1990, em Caracalla, Roma, na véspera da final do Mundial de Futebol —, Pavarotti deixou um legado de muitas óperas (Tosca, Aïda, Rigoletto, etc.), a par de inúmeras performances com personalidades do pop/rock (Eric Clapton, Sheryl Crowe, Ricky Martin, Liza Minnelli, Lou Reed, etc.), nomeadamente em concertos humanitários da série Pavarotti and Friends. Uma das suas colaborações mais lendárias aconteceu em 1995, com os U2 (sob a designação Passengers e com produção de Brian Eno), no tema Miss Sarajevo, sobre a situação que, então, se vivia na Bósnia — o teledisco da canção tem por base a sua primeira apresentação pública, em Modena, cidade natal de Pavarotti.

quarta-feira, maio 16, 2007

Love vezes três

Está marcada para Junho a edição de uma caixa que reúne dois álbuns dos Love há muito desaparecidos das prateleiras, aos quais se junta um terceiro CD, com gravações ao vivo. Os dois álbuns reunidos em The Blue Thumb Recordings são Out There (de 1969) e False Start (1970), este último contando no alinhamento com The Everlasting First, uma colaboração com Jimi Hendrix.

terça-feira, maio 08, 2007

Nem loiras nem ruivas...

Chamam-se Blonde Redhead e têm no novo 23 um dos mais apetitosos álbuns pop da temporada. Cruza vivências indie com memórias chiques e decandentes, sobretudo de escola Gainsbourg... Temperos evidentes logo no single de avanço do álbum, com o título do próprio disco. 23... Aqui fica o teledisco:

quinta-feira, maio 03, 2007

Dinosaur Jr: o regresso!

Simplificando (e simplificando muito...), talvez possamos dizer qualquer coisa como: antes de haver os Nirvana, havia os... Dinosaur Jr! Que é como quem diz: a paisagem do indie rock de finais dos anos 80 não pode ser desenhada sem nela incluirmos as contribuições destes três senhores, metodicamente já entrados na casa dos 40: [da esquerda para a direita] J. Mascis (guitarra e voz), Lou Barlow (baixo) e Murph (bateria). Lançados com o álbum Dinosaur (1985), foram gerando um som pós-punk, pré-grunge, que se adensou numa magnífica trilogia: You're Living All Over Me (1987), Bug (1988) e Green Mind (1991) — este com uma capa que, por si só, define uma época, uma estética, porventura uma ética.

Com sobressaltos vários, zangas, reconciliações e algumas gravações a solo (nomeadamente de J. Mascis), em boa verdade os Dinosaur Jr nunca desapareceram do mapa, tendo lançado o seu sétimo álbum de originais, Hand it Over, em 1997. Dez anos depois, o oitavo está a chegar: chama-se Beyond, tem chancela da Fat Possum Records e surgiu no dia 1 de Maio nas lojas dos EUA (por cá está desde 29 de Abril no iTunes). Através do site oficial da banda, é possível ouvir quatro dos respectivos temas (e vários outros de álbuns anteriores). Entretanto, podemos ver o teledisco de lançamento, para o tema Been There All the Time — a direcção pertence ao actor Matt Dillon (que vimos, por exemplo, em Colisão, de Paul Haggis) e nele surgem Thurston Moore (guitarrista dos Sonic Youth, et pour cause...) e a sua filha Coco.

quarta-feira, abril 18, 2007

Patrick Wolf hoje no Lux

Patrick Wolf actua hoje à noite no Lux. Hora marcada: 22.00. Será o primeiro concerto do músico na cidade, e deverá ter na ementa, como protagonistas, as canções do recente The Magic Position. Para efeitos de aperitivo, aqui fica o teledisco do tema que dá título ao álbum. Pop, pop, pop... Antes do som e das imagens, memórias recentes (em texto originalmente publicado na revista 6ª).

Qual é, afinal, o mundo de Patrick Wolf? O de um violetista de sensibilidade rara, mas que gosta de contaminar a sua música com outras fontes de som? O de um cantautor que partilha genéticas na música clássica e folk com um óbvio sentido pop? O de um esteta em pleno processo de ensaio e erro, aventura ainda à procura de porto, e alguns anos somados de vida nómada a justificar os muitos caminhos até aqui experimentados? Ou, como o próprio explica, com claro sentido de humor, ao afirmar que cada um de nós é “na verdade cem pessoas ao mesmo tempo”. Ou, como continua: “Não somos um estereótipo de nós mesmos, pelo que gosto da ideia de poder celebrar o facto de acordar em atmosfera suicida e, à hora do almoço, ter vontade de me casar...” No fundo, isto não é mais que o estranho, mas envolvente e contagiante mundo de sensações que encontramos no seu novo disco. “The Magic Position é, creio, uma boa representação daquilo que fui durante um ano”, confirma. Umas canções foram escritas num contexto espacial de instabilidade, mas de grande estabilidade emocional: “Aquela estabilidade encontrada... Aquela calma que se alcança quando se conhece alguém com quem se quer partilhar os dias que faltam das nossas vidas. E isso permitiu-me expressar, artisticamente, coisas muito diferentes”, confessa.

Este, na verdade, talvez seja o mais pessoal (e transmissível) dos seus álbuns e não tem sido por acaso que os seus amigos, após uma primeira audição, lhe têm telefonado a felicitá-lo: “Creio que consegui finalmente expressar o que sempre tinha querido dizer aos meus amigos, escrever o que nunca tinha conseguido dizer... Foi quase uma experiência confessional ao jeito religioso”, explica. E não parece receoso pelo patamar de exposição em que agora é colocado. “Estou mais confiante”, conclui. Na verdade, Patrick Wolf sempre gostou de desafiar as suas fragilidades e de se sentir confrontado com o inesperado “sobretudo naqueles momentos em que somos obrigados a regressar à estaca zero”. Há um ano e meio estava afogado em dívidas e emocionalmente quase derrotado. Voltou ao zero. Gravou um novo disco. Renasceu. “Documentei um pedaço da minha vida, gravei-o, coloquei-o numa caixa. E agora pode ser apreciado, comentado, discutido, reflectido. Mas já não é meu. Libertei-me dele”, conclui.


Há ovins em Oklahoma

Os Flaming Lips editam, a 10 de Julho, o DVD com o registo de um concerto na sua cidade natal, em Setembro do ano passado. O DVD surgirá nos escaparates com o título U.F.O.'s at The Zoo: The Legendary Concert In Oklahoma City... Entretanto, duas novas canções da banda surgirão na banda sonora de Homem Aranha 3...

segunda-feira, abril 16, 2007

Olá Simone(s)

São já anunciadas como as novas eleitas de David Lynch... Quase 20 anos depois do soberbo Floating Into The Night de Julee Cruise, o senhor realizador acerta de novo ao apontar nas Au Revoir Simone a sua mais recente paixão musical. Aqui estão elas, no teledisco de Fallen Snow, single extraído do álbum The Bird Of Music... Luminosidade, pop, um certo apelo bucólico, numa música que pisca olho ao filão dos herdeiros dos Young Marble Giants onde encontramos, entre outros, os Stereolab, Broadcast ou Lali Puna. Aqui, convenhamos, o realizador acertou... Talvez se inspire...

"Tokion": uma revista a descobrir (*)

A revista novaiorquina Tokion, embora já no seu quinto ano de existência, só recentemente começou a surgir nos escaparates portugueses. Apesar de genuinamente original, trata-se de uma publicação que aplica um modelo corrente no mercado mais popular, mas também nas zonas editoriais mais "especializadas": com um leque temático dominado pela música, a Tokion vai do cinema ao desporto, passando pela moda, banda desenhada, artes plásticas, etc. O princípio básico de trabalho é mesmo a permanente oscilação entre o centro e as margens, os fenómenos mainstream e a experimentação vanguardista.
A edição nº 57 (com data de Março) é particularmente apetecível. O tema são as "Lendas". Nele cabe gente muito diversa: Muhammad Ali, referência mitológica do boxe; Albert Maysles, mestre do documentarismo americano; Daido Moriyama, espantoso fotógrafo do quotidiano japonês; Roger Corman, produtor cinematográfico ligado à eclosão da geração de Coppola e Scorsese; Ennio Morricone, porventura o mais conhecido compositor contem-porâneo de música para filmes; e, last but not least, os Rolling Stones.
Mick Jagger está na capa, numa espantosa fotografia de Michael Halsband. No interior, um portfolio intitulado "Ladies and gentlemen, The Rolling Stones" ocupa doze páginas dedicadas ao trabalho de Halsband durante a digressão que se seguiu ao lançamento do álbum Tattoo You (1981), numa altura em que as bandas de rock "ainda mandavam no mundo". São imagens que estão para além de um mero conceito de reportagem, embora, evidentemente, não o reneguem. Podemos mesmo dizer que Halsband, fotógrafo de tantas lendas do século XX (lembremos apenas os seus retratos de Andy Warhol), é um criador que dispensa as categorias tradicionais: documentar a diversidade do mundo é, para ele, abrir as portas da lenda.
* Texto publicado no Diário de Notícias (15 Abril 2007).

quarta-feira, abril 11, 2007

Duo ele e ela

Era um dos regressos mais esperados do ano, sobretudo para os muitos admiradores da memória dos Galaxie 500, dos Luna, ou mesmo do soberbo L'Aventura, que assinalou a estreia da dupla Dean Wareham & Britta Philips. Ei-los de regresso com Back Numbers, que aqui começamos a descobrir com o teledisco de Words You Used To Say.

Preto, branco e... vermelho

Já foi divulgada a capa de Icky Thump, o muito esperado álbum de regresso dos White Stripes. Aqui esta ela, para ver agora, e ouvir a partir de 18 de Junho. Foto a preto e branco. Mas não falta o vermelho da praxe.