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sexta-feira, dezembro 12, 2014

Novas edições:
Vários artistas

"Master Mix: Red Hot + Arthur Russell"
Yep Rock / Popstock
(4 / 5)

Tendo recuperado o dinamismo (e melhores ideias) com o volume “indie” de 2009 Dark Was The Night, a Red + Hot Organization – que desde há quase 25 anos cria campanhas de luta contra a sida artavés da música – lançou este ano dois novos discos. Num deles juntou figuras como Max Richter, Daniel Hope ou as Amina para reinventar (ou re-compor) peças de Johann Sebastian Bach. Neste novo volume, volta a aplicar esse mesmo principio, o de ter um músico como protagonista e cujo trabalho é entregue a novas visões e que, no passado, permitiu já abordagens às obras de figuras como Cole Porter, George Gershwin, Duke Ellington ou Fela Kuti. De novo há o nome na berlinda: Arthur Russell (figura que, tal como Fela Kuti, foi um entre os muitos que a doença fez desaparecer demasiado cedo). Visionário quase invisível no seu tempo e cujo reconhecimento maior só chegou postumamente – o primeiro dos discos póstumos surgiu em meados dos anos 90 na Point Music, aquela que era então a editora coordenada por Philip Glass – Arthur Russell era uma “voz” multifacetada cuja obra percorreu caminhos tão distintos quanto os da música disco, o dub, a folk e até mesmo as vanguardas experimentais. Claramente integrado na vibrante cena “alternativa” que habitava Nova Iorque nos anos 70, Arthur Russell deixou um vasto corpo de gravações que, sobretudo depois de uma antologia editada pela Soul Jazz em 2003, ganhou nova atenção (e sucessivas edições, inclusivamente de material inédito). A (saudável) dispersão da sua composição em várias frentes está agora devidamente representada num cartaz de nomes que tanto recuperam a relação de Arthur Russel com a música de dança como exploram a sua alma folkie, ao mesmo tempo havendo ainda frestas de atenção para com a faceta mais vanguardista do seu trabalho. Através de contribuições brilhantes de figuras como Sufjan Stevens, Devendra Banhart, Richard Reed Parry (num coletivo que junta as contribuições de Little Scream, Sam Amidon, Colin Stetson e Sarah Neufeld), Rubblebucket & Nitemoves ou Phosphorescent surge em Master Mix: Red Hot + Arthur Russell um dos mais apetitosos menus gourmet em travo indie que 2014 nos deu a escutar. Por outro lado Robyn, Hot Chip, Blood Orange ou os Scissor Sisters asseguram a luminosidade que, apesar de um certo travo de melancolia (inerente à voz de Arthur Russell e certamente ao facto de o violoncelo ter sido o seu instrumento primordial), podemos encontrar entre o legado mais dançável que o homenageado nos deixou. No fim, e ao lado de peças como Red Hot + Blue ou Dark Was The Night nasce aqui um dos melhores títulos da (já extensa) história em disco da Red + Hot Organization.

quarta-feira, outubro 01, 2014

Ver + ouvir:
Robyn + Royksopp, Monument



Teledisco para um dos temas do EP recentemente lançado em conjunto pela dupla norueguesa Royksopp e a cantora sueca Robyn. A realização é assinada por Max Vitali.

terça-feira, agosto 19, 2014

Uma canção para o verão (2014.11)


Hoje regressamos a 2007 e à canção que marcou o início de uma nova etapa no processo de internacionalização global da carreira de Robyn. Na Suécia Konochiwa Bitches foi o single que se seguiu a With Every Heatbeat, a canção com maior impacte entre as que surgiram no alinhamento do álbum a que chamou, muito simplesmente, Robyn. O seu impacte local foi bem discreto face ao que outros dos seus singles tinham obtido.

Mas mesmo assim a canção foi escolhida como cartão de visita internacional para o álbum. E mesmo tendo vivido uma discreta passagem pela tabela de singles no Reino Unido, representou o primeiro passo na apresentação de um álbum que lhe daria maior visibilidade que nunca.



O nome da canção está entretanto associado a algo que transcende este single na obra de Robyn, já que a cantora decidiu chamar Komnoichiwa Records à sua própria editora.

terça-feira, julho 22, 2014

Ver + ouvir:
Royksopp + Robyn, Do it Again



Depois do lyric video, finalmente um teledisco para o tema central do disco criado em colaboração entre os Royksopp e Robyn.

quarta-feira, julho 16, 2014

Novo álbum da Red + Hot Organization
é um tributo a Arthur Russell


O próximo lançamento em disco da Red + Hot Organization (com edição a 21 de outubro) é Master Mix: Red Hot + Arthur Russell, um disco de tributo ao músico norte-americano e junta assim este visionário que fez obra entre os espaços do disco e da demanda de expressões pessoais de heranças da música contemporânea a figuras como Cole Porter, George Gershwin ou Fela Kuti, homenageados em outros discos desta série.

Tal como os volumes anteriores da série, este novo álbum vai recolher fundos para campanhas de luta contra o vírus VIH.

O alinhamento completo é este:

Jose Gonzalez – “This Is How We Walk On The Moon”
Lonnie Holley – “Soon-To-Be Innocent Fun (Interlude)”
Robyn – “Tell You (Today)”
Hot Chip – “Go Bang”
Sufjan Stevens – “A Little Lost”
Lonnie Holley – “In The Light Of The Miracle (Interlude)”
Richard Reed Parry, Little Scream, Sam Amidon, Colin Stetson & Sarah Neufeld – “Keeping Up”
Liam Finn, Ernie Brooks + Peter Zummo – “This Love Is Crying”
Rubblebucket + Nitemoves – “Eli”
The Revival Hour – “Hiding Your Present from You”
Sam Amidon – “Lucky Cloud"
Devendra Banhart – “Losing My Taste For The Night Life”
Phosphorescent – “You Can Make Me Feel Bad”
Blood Orange – “Is It All Over My Face & Tower Of Meaning”
Scissor Sisters – “That’s Us/Wild Combination”
VEGA INTL. – “Arm Around You”
Oh Mercy – “Planted A Thought”
Lonnie Holley – “Hop On Down (Interlude)”
Cults – “Being It”
Richard Reed Parry – “Just A Blip”
Glen Hansard – “I Couldn’t Say It To Your Face”
Thao & The Get Down Stay Down – “Nobody Wants A Lonely Heart”
The Autumn Defense – “Oh Fernanda Why”
Alexis Taylor – “Our Last Night Together”
Lonnie Holley – “The Deer In The Forest (Interlude)”
Redding Hunter – “Close My Eyes”

Podem ver aqui um vídeo com os Hot Chip, entre as sessões de gravação e entrevistas, onde falam da sua colaboração, ao som de uma versão de Go Bang, um dos mais importantes momentos da discografia de Arthur Russell.

terça-feira, maio 27, 2014

Novas edições:
Royksopp & Robyn, Do It Again


Royksopp & Robyn 
“Do It Again”
Dog Triumph
3 / 5 

É um verdadeiro encontro de “estrelas” da pop e das eletrónicas made in Escandinávia. A acompanhar uma digressão conjunta, a sueca Robyn (que entre nós chegou a abrir um concerto de Madonna e tem assinado uma doscografia pop que tem merecido aclamação entre públicos indie) e os noruegueses Royksopp (uma das forças maiores da geração do seu país que ganhou visibilidade internacional na alvorada do século) acabam de apresentar um mini-álbum composto e gravado em modo de constante partilha de ideias entre ambos. Editado sob o título Do It Again, o disco – de apenas cinco temas, dois deles contudo com perto de dez minutos de duração cada – acaba por ser uma muito fiel expressão do que a soma das partes poderia desde logo sugerir, com espaço de surpresa maior no instante em que as almas de ambos realmente se diluem e geram um espaço de diálogo do qual emerge uma canção que bem que poderia ser o mote para um mais profundo trabalho a três (os Royksopp são um duo, acrescente-se). Trata-se de Monument, o tema de abertura do disco, uma longa composição em regime de placidez (que não chega contudo ao patamar do ambiental) na qual se reconhece a face texturalmente mais elaborada e cenicamente cuidada do som dos Royksopp (como nos mostraram, por exemplo, no álbum Junior) e sobre a qual a cantora sueca encontra paisagens diferente daquelas a que está habituada. Essas, por outro lado, estão evidentes no motor de luminosidade pop (eletrónica) dançável que brota do excelente tema título (candidato a ser um dos grandes hinos pop do ano), em tudo na linha de alguns dos seus temas como, por exemplo, o irrsistível Call You Girlfriend. O alinhamento apresenta ainda em Sayit um pouco imaginativo furacão para pista de dança, quase em flirt com heranças do techno, em Every Little Thing uma canção mid-tempo menos surpreendente (mas de produção tecnicamente muito competente) e, a fechar, nova incursão por paisagismos eletrónicos, que quase evocam memórias de um Jean Michel Jarre nos dias de Oxygene. Como experiência de diálogo é um disco que lança possibilidades aos músicos que envolve. E os temas que abrem e fecham o disco deixam claro que, nesse caminho, poderão ir bem mais longe se assim o desejarem.

PS. Este texto foi originalmente publicado na edição inline do DN

segunda-feira, maio 26, 2014

Ver + ouvir: Royksopp + Robyn: Do It Again



A sueca Robyn e os noruegueses Royksopp acabam de editar um álbum conjunto. Este foi o tema que lhe serviu de cartão de visita, que aqui fica num lyric video. 

quarta-feira, abril 16, 2014

Para ouvir: Robyn + Royksopp

A sueca Robyn e os noruegueses Royksopp têm agenda comum em 2014. Não só na estrada (com uma digressão que a 13 de junho passa pelo Sonar, em Barcelona), como em disco. Juntos vão editar a 26 de maio o EP Do It Again, do qual acabam de apresentar um excerto de Monument, que será o primeiro single. 

Podem ouvir aqui.

quarta-feira, março 19, 2014

Ver + ouvir:
Neneh Cherry + Robyn, Out Of The Black



Um dos grandes momentos do álbum que há poucas semanas assinalou o regresso de Neneh Cherry aos discos em nome próprio é este dueto com a (também) sueca Robyn. Agora com direito a teledisco.

segunda-feira, junho 24, 2013

Mais vale tarde...

A canção já tem um tempinho de vida, uma vez que surgiu em pleno tríptico Body Talk. Mas só agora a sueca Robyn resolveu apresentar um teledisco para acompanhar U Should Know Better, tema que então apresentou em parceria com Snoop Dogg. Aqui ficam as imagens. Reparem no jogo de papéis trocados...

segunda-feira, dezembro 26, 2011

As canções do ano (13):
Robyn, Call Your Girlfriend


O panorama pop do nosso tempo não se conta hoje sem uma referência à sueca Robyn. E uma vez mais entre as canções do ano mora um tema de sua autoria. Aqui fica Call Your Girlfriend.

Em 2010 tinha prometido editar três álbuns no espaço de um ano. E cumpriu. Espaçados entre por alguns meses, os discos juntaram-se para construir o tríptico Body Talk, o episódio final chegando já este ano numa parte três que juntou mais cinco inéditos. Em fevereiro, ao apresentar o disco no Sound + Vision, dizia aqui que este terceiro capítulo optava “essencialmente por caminhos de uma pop electrónica musculada pelo viço da dança e revela, no todo, uma das mais consistentes colecções de canções de uma força cada vez maior no panorama da pop dos nossos dias”. Com o tríptico Body Talk Robyn “venceu o desafio de superar o anterior Robyn”, álbum já de 2005 que chamou atenções globais para a sua música. “E depois de ter já estabelecido um estatuto de popularidade e respeito transversal na Suécia e de se ter afirmado como uma das raras estrelas pop do presente admiradas em terreno indie, a cantora merece já um lugar entre a linha da frente dos acontecimentos no espaço onde parece querer desenvolver uma carreira que pode ir ainda mais longe”. Call Your Girlfriend era (e foi) um single incontornável a extraír deste Body Talk Pt 3.

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Grammys: Bon Iver com quatro nomeações!


Foram revelados os nomeados a mais uma cerimónia de entrega de Grammys, os prémios maiores da indústria discográfica norte-americana (o que não é sempre sinónimo dos que mais traduzem os feitos musicais do ano em curso, mas enfim...). Uns com mais nomeações, outros nem por isso...

A novidade maior do ano é a presença em grande destaque de Bon Iver com quatro nomeações, três das quais nas quatro categorias principais (Disco do Ano, Canção do Ano e Revelação do Ano). A quarta nomeação chega na categoria de Melhor Álbum Alternativo (não deixando de ser curiosa a nomeação como revelação junto de alguém com dois álbuns mas, ok, deviam estar distraídos)... Na lista de candidatos revelada os Radiohead somam cinco nomeações (duas em categorias rock, uma no campo alternativo, uma para packaging e uma para vídeo musical), Kanye West quatro (Melhor Canção com All Of The Lights e três em campos rap), Lady Gaga três (Melhor Álbum e duas outras em categorias pop), Robyn duas (em categorias de dança)... Os Wilco são nomeados para Álbum Rock. Os Fleet Foxes para Álbum Folk. Os Daft Punk em remisturas. Os TV On The Radio em Vídeo Musical Long Form. Gustavo Dudamel em gravações com orquestra. John Adams na ópera (com Doctor Atomic).

E depois são queles nomes do mais-do-mesmo de sempre e afins, num sem fim de nomeações, este ano com dieta “reduzida” a 78 categorias. E já sem Grammy para as polkas...

Os vencedores são conhecidos a 8 de Fevereiro...

Podem ver aqui a lista completa de nomeações.

segunda-feira, junho 06, 2011

Ainda à volta de 'Body Talk'


Robyn tem um novo teledisco para uma das canções da terceira parte do tríptico Body Talk. Trata-se de Call Your Girlfriend, que vemos agora num espantoso plano de sequência no qual a cantora não conta senão com um trabalho de luz e um saber estar que claramente aprendeu em palco. A realização é de Max Vitali.

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Novas edições:
Robyn, Body Talk Pt. 3


Robyn
“Body Talk – Pt. 3”

Konichiwa Records

4 / 5


E a promessa de um três em um acabou de facto cumprida. Separados por alguns meses, mas todos eles lançados em 2010, os discos que constituem o tríptico Body Talk, de Robyn somam juntos um dos mais interessantes acontecimentos que a música pop nos deu a escutar no último ano. Há um álbum que, numa selecção de temas incluídos nos três volumes, propõe agora um olhar panorâmico sobre esta aventura. Mas a verdadeira conclusão da história conta-se no terceiro disco, na verdade um EP no qual são apresentados mais cinco inéditos. Se Indistructible, que abre o alinhamento, é mais uma pérola de escrita pop segundo uma linguagem já muito característica da cantora sueca (sucedendo assim a temas como Hang With Me ou Dancing On My Own dos dois volumes anteriores), já composições como Time Machine ou Stars 4 Ever registam uma voz criativa que está a saber “invadir” um espaço no qual Madonna tem desenhado os mais recentes episódios da sua carreira, e aqui com exemplos bem mais nutritivos que os que se escutavam no menos estimulante Hard Candy. E em Call Your Girlfriend tem ainda mais um eventual single a explorar... Sem a variedade de espaços que se escutavam nos volumes 1 e 2 de Body Talk, este terceiro capítulo opta essencialmente por caminhos de uma pop electrónica musculada pelo viço da dança e revela, no todo, uma das mais consistentes colecções de canções de uma força cada vez maior no panorama da pop dos nossos dias. Com o tríptico Body Talk Robyn venceu o desafio de superar o anterior Robyn (já de 2005). E depois de ter já estabelecido um estatuto de popularidade e respeito transversal na Suécia e de se ter afirmado como uma das raras estrelas pop do presente admiradas em terreno indie, a cantora sueca merece já um lugar entre a linha da frente dos acontecimentos no espaço onde parece querer desenvolver uma carreira que pode ir ainda mais longe.

sexta-feira, dezembro 31, 2010

Canções do ano (15)
Robyn, Dancing On My Own


Prometeu e cumpriu. Três discos num mesmo ano, afirmando o tríptico a que deu o título Body Talk como um cativante encontro entre as linguagens da pop e as da música de dança. Robyn confirmou um estatuto em ascensão e em 2010 inscreveu várias canções na banda sonora das fundamentais do ano. Uma delas foi este Dancing On MY Own.

terça-feira, novembro 30, 2010

Ao estilo 'karaoke'


E depois dos volumes 1 e 3, a terceira parte de Body Talk não é mais senão uma súmula de momentos deses dois álbuns, aos quais Robyn junta alguns temas novos. Dance Hall Queen surge entretanto com novo teledisco. Aqui ficam as imagens, que têm a assinatura de Diplo, Red Foxx & Pomp&Clout.


segunda-feira, setembro 13, 2010

Novas edições:
Robyn, Body Talk - Pt. 2


Robyn
“Body Talk – Pt. 2”
Konichiwa Records / Universal
4 / 5

E num mesmo ano, três discos… A promessa vai assim já cumprida a dois terços, com um segundo volume a chegar agora aos escaparates das novidades. O título, Body Talk – Pt. 2, sublinha a evidente continuidade face ao que o primeiro volume havia proposto há algumas semanas atrás. Na verdade não há substanciais novidades entre essa primeira colecção de oito canções e a segunda que agora se nos revela, as maiores diferenças apresentando-se num alinhamento exclusivamente cantado em inglês (havia uma canção em sueco no volume 1), num dueto com Snoop Dog (que assim sucedem aos Royksopp, os convidados do disco anterior) e uma mais evidente relação com as dinâmicas da música de dança. Outra das novidades é a nova forma em que se apresenta, e com viço pop, o tema Hang With Me originalmente revelado como balada no volume 1 (seguirá o mesmo caminho Idestructible, que encerra o alinhamento desta segunda parte?). Na verdade o alinhamento de Body Talk – Pt. 2 revela uma colecção de canções mais próximas do sentido de coesão de um álbum definido por uma ideia herdeira em todos os sentidos de uma escola atenta a uma noção clássica de melodismo pop e da sua interacção com as novas tecnologias, bem como com as arquitecturas rítmicas assimiladas por um conhecimento da música de dança. Robyn afirma-se cada vez mais uma seguidora, com personalidade e identidade claramente demarcadas, sublinhe-se, de um paradigma que os Pet Shop Boys têm vindo a desenvolver ao longo dos últimos 25 anos, deles fazendo uma das mais influentes forças na história recente da música pop. Body Talk – Pt. 2 é o segundo tiro certeiro de Robyn em 2010. Fará o “pleno” na terceira parte?

sexta-feira, setembro 03, 2010

Björk, segundo Robyn


O prémio Polar (muitas vezes descrito como o Nobel da música) distingiu este ano Björk e o compositor Ennio Morricone. Na cerimónia de entrega dos prémios a sueca Robyn interpretou uma versão de Hyperballad, de Björk. Aqui fica esse momento (sob o atento olhar da autora da canção).


terça-feira, julho 27, 2010

Estrada fora


A sueca Robyn, que tem sido presença assídua aqui no Sound + Vision, tem já um teledisco para acompanhar o seu novo single, no qual apresenta uma versão pop dançável de uma canção que, na forma de balada, descobrimos recentemente em Body Talk Pt. 1. Hang With Me surge agora acompanhada por um teledisco realizado por Max Vitalin, que junta instantes captados na estrada, em digressão para criar um olhar pelos bastidores da presente digressão de Robyn.



sexta-feira, julho 23, 2010

A dançar (na televisão)


A sueca Robyn passou esta semana pelo programa de David Letterman, onde apresentou o single que serviu de apresentação ao seu álbum Body Talk – Pt . 1. Aqui fica esse momento, ao som de Dancing On My Own, um dos grandes singles pop deste ano.