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quinta-feira, julho 17, 2014
Para ouvir: nova canção dos The Drums
Um novo tema para anunciar um novo álbum dos The Drums... Já nos deram melhor, convenhamos...
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terça-feira, dezembro 04, 2012
Johnny, agora a solo
O vocalista dos The Drums, Jonny Pierce, prepara-se para editar um primeiro disco a solo. Pela amostra parece que as eletrónicas (que explorou antes dos The Drums, via Elkland, a sua banda anterior, e em pontuais momentos de Portamento) falam aqui mais alto... Para já I Didn't Realise é o seu cartão de visita em nome próprio. Aqui fica o teledisco:
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quinta-feira, junho 07, 2012
Sons da Primavera no Porto
Começa hoje, no Parque da Cidade (com extensões à Casa da Música e Hard Clube), no Porto, a primeira edição portuguesa do festival Primavera Sound, que conta mais de dez anos de bem sucedida história em Barcelona. Até domingo passarão por ali nomes como os Saint Etienne, Beach House, The XX ou Jeff Mangum (a alma dos Neutral Milk Hotel). Hoje, primeiro dia do festival, sobem ao palco nomes como os The Drums, Suede e Mercury Rev.
Podem consultar aqui o site do festival.
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terça-feira, setembro 06, 2011
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The Drums, Portamento
The Drums
“Portamento”
Moshi Moshi
2 / 5
Foram uma das revelações mais “refrescantes” de 2010, do seu EP Summertime exalando sinais de festa em tempo de Verão e ecos de memórias cruzadas, entre os sons do surf rock dos sessentas e traços mais recentes da indie pop dos oitentas. Seguiu-se um álbum de estreia que em tudo reforçou as linhas sugeridas nesse EP de apresentação. Agora entra em cena Portamento. E com ele uma desilusão. Desilusão essa vincada mais ainda pela forma como o grupo resolveu lançar apetites sobre o disco, num teaser online ao som das electrónicas bem interessantes de Searching For Heaven e que agora, no alinhamento do álbum, praticamente não conhecem expressão além dessa canção. Houve mudanças internas no intervalo de 14 meses que separa os dois discos, nomeadamente a partida do guitarrista Adam Kessler, que reduziu a formação a um trio. Mas não será esse o motivo maior a justificar o que desilude em Portamento. Com excepção maior notada na já referida Searching For Heaven, onde electrónicas de rosto lo-fi acolhem de forma interessante o tom desencantado da voz de Jonathan Pierce (definindo o que poderão ser eventuais caminhos futuros para a música dos The Drums), as canções de Portamento são como que uma extensão directa das mesmas ideias que definiram o álbum de estreia da banda. Simples nas formas, claras nas linhas, mas sem grande inspiração. Não serão certamente “sobras” do álbum de estreia, mas na verdade pouco lhe acrescentam. É sempre bom ver que haja quem contrarie os ciclos de vida longa (com muitos, muitos, muitos concertos pelo meio) que hoje definem o tempo de um álbum (e o intervalo de tempo que o separa do seguinte). Mas quando na verdade não há grandes motivos para fazer novo disco, a edição tão “rápida” pode não ser a melhor amiga da carreira de uma banda.
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quinta-feira, agosto 18, 2011
Uma canção para o Verão (4.11)
Com cerca de dois anos de vida, este foi o single que em 2009 nos apresentou os The Drums e que, na altura, muito contribuiu para uma certa revitalização de memórias do surf rock. Aqui fica o teledisco que então acompanhou Let’s Go Surfing.
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quarta-feira, julho 13, 2011
The Drums: novo álbum em Setembro
E está resolvida a dúvida lançada há alguns dias quando o site dos The Drums mostrou um vídeo que revelava, numa imagem de grão largo, a banda em estúdio, sob banda sonora... electrónica, a palavra “Portamento” surgindo depois no ecrã. Pois está agora confirmado que Portamento é o título do novo álbum da banda. O álbum tem edição agendada para dia 12 de Setembro e será precedido por Money, um primeiro single que podem já escutar aqui.
Ao contrário do que o vídeo/teaser de há dias fazia sugerir, a nova canção não se afasta tanto do som do álbum de estreia da banda, as guitarras indie à la 80 sendo protagonistas num espaço que acolhe, mas ainda distante nos cenários, a presença de algumas electrónicas.
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segunda-feira, julho 04, 2011
Novos caminhos para os The Drums?
Os The Drums têm neste momento este vídeo a acolher a visita de quem passar pelo seu site oficial. É um teaser, disso não duvidamos. Ouvem-se electrónicas. Imagens com grão. E as palavras “Portamento”. Novo álbum? Nova canção? Novo som, mais electrónico?... Vamos acompanhar com atenção...
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terça-feira, dezembro 14, 2010
The Drums remisturados
O novo single dos The Drums vai incluir uma série de remisturas do tema que lhe dá título. Me and The Moon surgirá assim em novas leituras assinadas, entre outros, por nomes como os de Matthew Dear ou Twin Shadow.
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quarta-feira, novembro 03, 2010
E ainda mais um single

Os The Drums continuam a extraír singles do alinhamento do seu álbum de estreia. Mais um chega agora na forma deste Me and The Moon.
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quinta-feira, setembro 02, 2010
A preto e branco, e sem pressa

Os The Drums têm mais um teledisco para um tema extraído do alinhamento do seu álbum de estreia. Desta vez, e já que se aproxima o fim do verão, escolheram um tema menos solarengo, que acompanham em performance em estúdio a preto e branco, ao jeito da tradição de antigas actuações televisivas. Aqui fica Down By The Water, com assinatura conjunta Surround, Brian e Brad Palmer.
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sexta-feira, junho 25, 2010
Em conversa: The Drums (3)

Continuamos a publicação de uma entrevista com Jason Pierce, vocalista dos The Drums, que serviu de base ao artigo ‘O som do Verão de 2010 passa por aqui’, publicada na edição de 5 de Junho do DN Gente.
Acham que a vossa música atingiu já características de identidade que vos distingam de outras bandas do presente?
Há quem o diga. Mas acho que a questão do género é um tanto secundária face ao que é a canção. O nosso som veio daquela nossa opção em passar a trabalhar com guitarras e de usar um microfone que custou 30 dólares. E fizemos um disco assim...
O que gostariam fazer com o poder que a música agora vos dá?
O que queremos é mesmo, e apenas, fazer canções. E depois poder ajudar outras bandas em que acreditamos a poder fazer o mesmo..
E como vão ajudar outras bandas? Convidando-as a tocar nos vossos concertos?
Sim, já o estamos a fazer. Os Surfer Blood são um caso. Apareceram-nos um dia a dizer que os tinhamos inspirado a fazer a banda. Têm estado a tocar connosco. Gostava de poder fazer isto com mais bandas...
Parece tudo um sonho... E no meio disto onde anda a realidade?
Nem tudo são rosas, eu sei. Temos tido muita sorte com o que tem acontecido com a banda, mas temos de ter também em conta o lado mais pessoal das coisas. De resto em miúdo tive uma vida bem menos risonha. A minha vida foi mais assim... De resto nada assim me tinha acontecido antes de formar a banda, passava a vida cheio de problemas...
E levaram algumas dessas memórias desses problemas para as canções…
Book of Stories fala disto. Mas a nossa música é mais alegre que por vezes aquilo de que as canções falam.
Sugerindo um pouco de luminosidade em tempo de crise...
Ao longo da história a grande arte, a grande música, sempre nasceram de grandes momentos difíceis e de luta. Os tempos difíceis estimulam a criatividade. Tem de se lutar pelo que se não tem. As coisas tendem a acontecer assim. E depois é també um pouco como aconteceu comigo quando descobri a música dos Smiths e reparei que havia alguém neste mundo que era tão infeliz como eu! E isso foi reconfortante. Era infeliz, mas não estava só. E espero conseguir o mesmo com a música que fazemos.
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quinta-feira, junho 24, 2010
Em conversa: The Drums (2)

Continuamos a publicação de uma entrevista com Jason Pierce, vocalista dos The Drums, que serviu de base ao artigo ‘O som do Verão de 2010 passa por aqui’, publicada na edição de 5 de Junho do DN Gente.
Têm alguma relação com o som (e até masmo a imagem) do surf rock. Mas alguns de vós pratica surf?
Não. Nunehum de nós. As ligações acho que as encontrámios mais com uma ideia do que seria a América dos anos 50. Com os ambientes dessa era...
Acha que o surf é um dos retratos possíveis da América dos anos 50 e 60?
Sim e eu queria que cada uma das nossas canções transportasse essa ideia de retrato. Esse poder fotográfico... E como em qualquer fotografia, começamos por olhar e escapar. Acho que as grandes canções pop o que fazem é isso mesmo: o de sugerir um escape.
O vídeo de Let’s Go Surfing foi filmado numa praia, mas de noite. Sente que ajudou a chamar primeiras atenções?
Nunca gastámos muito dinheiro a fazer nenhum vídeo. E quando fizemos esse estávamos mesmo sem dinheiro absolutamente nenhum! Foi divertido de fazer... Mas não esperávamos que a coisa levantasse voo tão depressa. Não era esse o nosso plano. Queriamos mesmo escrever canções. E o que veio depois foi aceite por nós mesmos...
Como relacionam música com a imagem com que a acompanham?
Tudo o que uma banda faz deve ser mesmo como uma extensão das suas canções. Ao olharmos para a capa de um disco de uma grande banda acho que devenmos ser capazes de imaginar como soariam. Mesmo se não conhecermos as suas canções... Acho que deve haver uma relação coesa entre a música e a capa dos discos. Para a nossa banda somos nós mesmos quem dirige os telediscos e cria as capas dos discos. Damos muita atenção aos mais pequenos detalhes. E tomamos as decisões escutando as opiniões de todos nós. Para nós não há outra forma de trabalhar. A nossa perspectiva é mesmo essa, minimalista. Não podemos deixar que alguém surja para mudar o que seja. Porque se o fizer alterará também todo o nosso mundo!
Fazem muitos planos? Ou seja, pensam e reflectem sobre o que vão fazer?
O nosso plano é mesmo o de não mudar. Acho que a banda tem a sua consistência e está a ser exitante trabalhar desta forma. Queremos que o nosso primeiro álbum soe como se pudesse ser também o nosso último álbum. E que as pessoas, ao escutar as canções, saibam que estão a ouvir a música dos The Drums.
(continua)
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segunda-feira, junho 21, 2010
Em conversa: The Drums (1)
Iniciamos a publicação de uma entrevista com Jason Pierce, vocalista dos The Drums, que serviu de base ao artigo ‘O som do Verão de 2010 passa por aqui’, publicada na edição de 5 de Junho do DN Gente.Há meses, precisamente no início do ano, eram apresentados como a banda “a” ouvir em 2010. Como foi viver estes meses que antecederam a edição do álbum sob esta expectativa?
Escrevemos canções. E não vivemos sob nenhuma expectativa em particular. Na verdade o álbum já estava em grande parte gravado antes de toda essa “expectativa” começar a ser falada. Por isso não sentimos a pressão de ter de responder a um hype e criar o álbum perfeito. Fizémos o disco que gostávamos de ter feito. E quanto a isso de ser a banda mais esperada do ano. Bem, para o ano haverá outra. Por isso, no fundo, o que devemos fazer é focar as atenções em tentar fazer as melhores canções possíveis. Porque, ao fim do dia, temos de acreditar no que estamos a fazer. Isto é, o que somos. E não pensamos em vendas de discos... O nosso desejo é mesmo o de fazer algo que seja real, belo e de que nos possamos orgulhar.
Jason e Jacob são amigos há longos anos. Os The Drums são como um sonho de infância feito realidade?
Conhecemo-nos quando tinhamos aí uns 12 anos e ficámos logo amigos. E por vezes as pessoas nem acreditam quando dizemos o que foi que reparámos então que tinhamos em comum... os Kraftwerk! Gostávamos também de John Foxx e desses discos... Éramos entusiastas de sintetizadores analógicos. O meu pai tinha-me dado um sequenciador .... Encontrámo-nos e nenhum de nós conseguia acreditar que havia outra pessoa com aqueles gostos que cada um de nós tinha! E cedo dissémos que um dia haveríamos de ter uma banda juntos... Os anos passaram, reencontrámo-nos e resolvemos fazer uma nova banda, a que chamámos The Drums. A escrever as canções que queríamos fazer e com novas influências... Mudei-me então de Nova Iorque para a Florida, instalei-me no apartamento do Jacob. E foi ali mesmo que gravámos as primeiras canções. Podíamos ter passado algum tempo a reflectir o que era ser cool, saber o que era a coisa mais à frente... Mas não quisémos ir atrás de qualquer coisa só porque era novidade. Ou apenas porque é velho... A grande questão para nós, quando decidimos o que íamos fazeer, foi ser fiéis a nós mesmos. As letras são mesmo elementares, sei que não estou a dizer nada demais... Mas sei que estou a ser honesto comigo mesmo.
Quando se dá esse reencontro não regressam contudo ao som que inicialmente vos uniu. Ou seja, os sintetizadores analógicos… Como encontram o novo caminho que vos levou ao actual som dos The Drums?A primeira canção que eu e o Jacob escrevemos como The Drums foi o Best Friend e teve uma versão original com sintetizadores analógicos. E porquê? Na verdade tinhamos feitio música com sintetizadores analógicos durante todas as nossas vidas até ali. Falámos um pouco sobre o que estávamos a fazer... Mas mal estávamos a completar essa primeira versão da canção sentimos que estávamos um tanto cansados daquele som. O Jacob pegou então numa guitarra que estava por ali... Nunca tínhamos trabalhado em música a partir de guitarras... Ao pegar nas guitarras para tivémos aquela sensação de descobrir um novo instrumento. Era quase uma coisa meio exótica... E nem acreditávamos que estávamos a escrever novas canções para a guitarra.
O que vos chamou mais a atenção ao descobrir esse sentido de “novidade” que encontraram ao trabalhar com as guitarras?
É sempre excitante tentar fazer uma coisa que não se sabe fazer... E não há limitações, porque não sabíamos tocar, apesar de termos decidido que o íamos fazer. Era então preciso sentir... E foi assim que acabámos a desenvolver o som dos The Drums.
(continua)
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segunda-feira, junho 07, 2010
Novas edições:
The Drums, The Drums
The Drums“The Drums”
Moshi Moshi / Nuevos Medios
4 / 5
Entraram no mapa das atenções pop/rock no verão do ano passado ao som do irresistível Let’s Go Surfing, canção que redescobria ecos do som (e do imaginário) do surf rock californiano dos sessentas. Pouco depois o EP Summertime deixava claro que não estávamos perante mais uma “maravilha” de um só “êxito”. Agora entra em cena a estreia em álbum. E, antes de mais nada, sublinhe-se que confirmam as expectativas. Os The Drums nasceram do reencontro de dois velhos amigos que em tempos partilhavam um interesse comum por teclados analógicos, mas com um twist na história a dada altura: ao terminar a primeira canção que escreviam juntos resolveram experimentar as guitarras. Não era o seu território, mas o desafio estimulou-os. E em pouco tempo encontravam a identidade que hoje os distingue. Pelas canções dos The Drums passam sinais de uma vivência indie formada a escutar discos fulcrais na fundação da identidade “alternativa” de inícios dos oitentas, assim como marcas de redescoberta de azimutes solarengos dos sessentas, o surf rock surgindo então nesta etapa do cardápio de referências. The Drums é afinal não mais que um seguro passo em frente. Retomam Let’s Go Surfing (nada contra!) e juntam uma mão cheia de inéditos onde, sem fugir às suas marcas de identidade, alargam horizontes. Luz, muita luz, passa por um alinhamento que propõe um reencontro com o poder de encantar da melhor pop para guitarras. Um pouco como o fizeram os Orange Juice há 30 anos, a estreia em álbum dos The Drums traz uma música que, feita da assimilação de memóras escutadas, nos serve uma perfeira banda sonora para o presente. O som do Verão de 2010 passa por aqui.
PS. Versão editada de um texto originalmente publicado na revista NS.
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quinta-feira, maio 20, 2010
E agora só falta o álbum...
Os The Drums preparam-se para lançar, a 7 de Junho, um dos mais esperados álbuns de estreia do ano. E como novo aperitivo lançam novo single. Aqui fica Forever and Ever Amen. Agora só falta mesmo o álbum…
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quinta-feira, abril 22, 2010
Agora a capa (e só falta mesmo o disco...)
Já foi tornada pública a capa daquele que muito em breve será o álbum de estreia dos The Drums. Com um total de 12 temas no alinhamento, o álbum The Drums tem edição agendada para 7 de Junho.
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