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sábado, agosto 28, 2010

Clássicos de Verão (3)


A ideia nasceu numa noite de Verão em Detroit… Mikey Stevenson escreveu uma primeira letra, pensando numa balada. Ao escutá-la Marvin Gaye sentiu uma outra vida para a a canção, com um ritmo de dança. Entregue pouco depois a Martha Reeves, que a adaptou a um arranjo vocal seu, Dancing In The Street chegou às lojas de discos em finais de Julho de 1964, em gravação poe Martha and the Vandellas, para se transformar num dos grandes êxitos desse verão e, ao mesmo tempo, numa canção de referência na história da Motown Records. Vinte e um anos depois, integrando o programa do mega-concerto Live Aid, uma nova versão, assinada por David Bowie e Mick Jagger, devolveu Dancing In The Street à linha da frente das atenções, afirmando-se novamente como um hino de verão, desta vez para o ano de 1985. Aqui fica, contudo, a memória da versão original.



Imagens de uma actuação de Martha Reeves and The Vandellas, ao som de Dancing In The Street, no Ed Sullivan Show, em 1965.

sexta-feira, agosto 27, 2010

Uma canção para o verão (3.19)


Duas experiências de diálogo entre a pop e o raggamuffin fizeram a agenda de trabalhos dos Scritti Politti em 1991. A primeira ganhou forma neste She’s a Woman, colaboração com Shabba Ranks, que na verdade é uma versão de uma canção dos Beatles originalmente editada no lado B do single I Feel Fine, em 1964.

Podem ver o vídeo aqui

Há verão na capa (9)


Nome de referência no universo do surf rock, Dick Dale (acompanhado pelos Del-Tones) teve neste Surfer’s Choice a sua estreia em álbum em 1962. O disco levou esta música a um público mais vasto que o culto até então atento ao movimento tornou-se numa das peças centrais do surf rock.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Uma canção para o verão (3.18)


Numa altura em que escutamos as canções do novo álbum, uma memória recente do anterior disco de M.I.A. Aqui fica o teledisco que acompanhou então o lançamento de Jimmy, que ainda hoje é irresistível presença em qualquer noite de saída para dançar.


M.I.A.
‘Jimmy’ (2007)

Há verão na capa (8)


Mais uma capa em clima de Verão. Editado em 1990, Love To Hate You foi o segundo single extraído do álbum Chorus, um dos mais marcantes (e bem sucedidos) de toda a obra dos Erasure.

quarta-feira, agosto 25, 2010

Para ler no Verão (5)

Mais um livro sobre viagens para ler em tempo de Verão. Este ainda à espera de tradução e edição entre nós.

Revelado ao mundo pelo romance As Horas (que teve entretanto adaptação ao cinema por Stephen Daldry), Michael Cunningham conta entre a sua obra publicada com um livro de viagens que ainda não conheceu tradução e edição entre nós. Originalmente publicado em 2002, Land’s End – A Walk Through Provincetown é um olhar pessoal, mas cheio de informação, sobre uma pequena cidade onde, há muito, o escritor passa alguns dias de férias. Situada no extremo da pequena península definida por Cape Cod, Provincetown é-nos descrita em pouco menos de duzentas páginas por um autor que a define como “a Marrocos da América do Norte e a Nova Orleães do Norte”…As praias, as lojas, a vida nocturna e a história da cidade passam por estas páginas, juntando Michael Cunningham a uma lista de outros grandes nomes, de Tennessee Williams a Mark Rothko, que também se deixaram encantar por Provincetown.

terça-feira, agosto 24, 2010

Uma canção para o verão (3.16)


O nome da canção não é fácil. Heimdalsgate Like A Promethean Curse… E o álbum? Bom, é mais simples… Tem por título Hissing Fauana, Are You The Destroyer? E foi o álbum editado em 2007 pelos Of Montreal. Aqui fica a memória de uma das mais irreistíveis canções pop da década dos zeros.



Of Montreal
'Heimdalsgate Like A Promethean Curse' (2007)

Viajar com filmes (5)


Mais uma história de viagens. Não será a mais convencional história de turismo. Mas no fabuloso Em Bruges, de Martin MacDonaugh, dois bandidos (interpretados por Brendan Gleeson e Colin Farrell) são enviados para a cidade belga que dá nome ao filme para se esconder e aí ficar à espera de novas ordens (na verdade não sabendo bem o que os espera). E enquanto esperam, visitam a cidade.

segunda-feira, agosto 23, 2010

Uma canção para o verão (3.15)


Mais uma canção para recordar em tempo de Verão. One Pure Thought foi o terceiro e último single extraído de One Life Stand, o terceiro álbum dos Hot Chip, editado em 2008. Aqui fica então o teledisco.



Hot Chip
'One Pure Thought' (2008)

Há verão na capa (7)


Editado em 1968, Soul Limbo foi então o oitavo álbum dos Booker T & The MG’s, banda nascida de músicos residentes nos estúdios da Stax Records e que acabaria por se afirmar como um dos nomes maiores de toda a discografia desta editora central na afirmação da música soul na América dos sessentas. Soul Limbo incluía no seu alinhamento, além do tema-título que então foi usado no genérico de alguns programas televisivos da época (um deles Test Match Special) e inclui versões de Eleanor Rigby dos Beatles e Foxy Lady de Jimi Hendrix.

domingo, agosto 22, 2010

Clássica de Verão (2)


Um retrato idílico de memórias de uma cidade, em tempo de Verão, é o que encontramos em Knoxville: Summer of 1915, de Samuel Barber. Composta em 1947, esta obra para voz (na ideia original um soprano) e orquestra parte de um texto em prosa de James Agee, datado de 1938. Para reencontrar este olhar, feito de música, sobre uma paisagem de Verão, podemos recuperar uma aclamada gravação de 1989 protagonizada por Dawn Upshaw, acompanhada pela Orchestra Of St Luke’s, dirigida por David Zinman e que, na altura, chegou mesmo a vencer um Grammy. Entre a discografia de referência de Knoxville: Summer of 1915 conta-se uma outra gravação, de 1968, com Leontyne Price, no álbum Leontyne Sings Barber.

Nas palavras, James Agee recordava as noites de verão em Knoxville, no Tennessee, quando ainda ali vivia. Retratos que carregam uma carga de nostalgia, evocando bairros feitos de casas construídas em finais do século XIX e na alvorada do século XX, naquela hora ao fim do dia em que muitos começam a sentar-se nos alpendres, saboreando a chegada do serão. Samuel Barber (na foto), que usa apenas alguns excertos do texto com fundo autobiográfico de James Agee, encontra pela música uma série de paralelos com a narrativa, um deles o tom espontâneo com que o escritor tinha igualmente redigido as suas palavras, a partitura quase não lhe tendo exigido trabalho de revisão. Com o tempo acabou mesmo considerada como uma das composições mais “americanas” de Samuel Barber. Encomendada por Eleanor Steber, Knoxville: Summer of 1915, a obra foi estrada pela própria cantora em Abril de 1948, com Sergei Koussevitzky à frente da Boston Symphony Orchestra. O compositor, que então estava a trabalhar em Roma, não pode estar presente na estria, tendo-lhe o maestro escrito um telegrama onde dava conta do sucesso que tinha gerado e da “profunda impressão” que deixara entre os espectadores.

sábado, agosto 21, 2010

Clássicos de Verão (2)


Um clássico de Verão, sem dúvida. Originalmente lançado numa parceria entre Lee Hazlewood e Suzi Jane Hokom em 1967, Summer Wine foi regravado por ele mesmo, mas na companhia de Nancy Sinatra, lançado em 1967 como lado B do single Sugar Town. A canção, que representaria o primeiro de uma série de grandes duetos entre Nancy Sinatra e Lee Hazlewood, acabaria por ganhar maior visibilidade que certamente a esperada e chegou mesmo a ser editada como single em alguns territórios, incluida depois no álbum Nancy & Lee, de 1968. Hoje Summer Wine é um dos grandes clássicos desta dupla que fez história em finais dos sessentas.



Nancy Sinatra + Lee Hazlewood
'Summer Wine' (1967)

sexta-feira, agosto 20, 2010

Uma canção para o verão (3.14)


Mais uma canção para recordar em tempo de Verão. Hoje recuamos a finais dos oitentas, para reencontrar o single que então apresentava o terceiro álbum dos Erasure. Em tempo de Verão, um teledisco com conchas do mar, búzios e dois músicos. Aqui fica Ship Of Fools.



Erasure
‘Ship Of Fools’ (1988)

Há verão na capa (6)


Mais uma capa com sabor a Verão. Editado em 1994, o quarto álbum dos Blur foi aquele que alimentou a “contenda” que nesses dias fazia notícia, sobretudo nas páginas dos jornais musicais ingleses onde o ‘brit pop’ era quem ditava a ordem do dia. Recordamos assim a capa de The Great Escape, dos Blur.

quarta-feira, agosto 18, 2010

Uma canção para o verão (3.13)


Uma canção com sabor a ecos festivos dos sessentas para recordar no verão de 2010. Com teledisco de animação, hoje escutamos ABC, um dos primeiros singles das Pippetes, originalmente lançado em 2005, quase dois anos antes do álbum de estreia que lhes deu alguma visibilidade.

Podem ver o teledisco aqui.

Viajar com filmes (4)


Realizado em 1953 por William Wyler, contando com Audrey Hepburn e Gregory Peck nos principais papéis, Férias em Roma conta a história de uma princesa e de um jornalista. Ela, julgando-se incógnita, passeando por Roma. Ele, sabendo quem ela é, procurando calado “a” história para escrever… Além da trama de comédia romântica que cruza a narrativa, o filme leva-nos a visitar alguns dos lugares de roma, das escadas da Praça de Espanha ao castelo de Sant’Angelo. E naturalmente sem esquecer as inevitáveis vespas, ainda hoje tão características da paisagem romana.

terça-feira, agosto 17, 2010

Uma canção para o verão (3.12)


Da Noruega, com imagens que lembram os postais de férias, recordamos hoje o teledisco que em 2001 acompanhou a estreia dos Röyksopp, ao som de Eple, single que antecedeu o lançamento do seu álbum de estreia Melody AM, que deles fez um caso de atenção global nesse mesmo ano.

Podem ver o teledisco aqui.

Há verão na capa (5)


Mais uma capa de disco com sabor a verão, desta vez com os Rolling Stones como protagonistas. Editado em 1975, Made in The Shade foi o primeiro best of do grupo nos anos 70, reunindo então uma série de temas editados desde Sticky Fingers, o álbum que em 1971 tinha assinalado a sua passagem para o catálogo da Atlantic Records.

segunda-feira, agosto 16, 2010

Uma canção para o verão (3.11)


Apesar de serem suecos, deram que falar quando editaram um single onde diziam que eram de Barcelona… De resto chamam-se mesmo I’m From Barcelona. Hoje recordamos contudo um outro single seu, de 2006. Aqui fica Collection Of Stamps.

Podem ver o teledisco aqui.

Para ler no Verão (4)

Mais uma sugestão para leituras em tempo de férias, e novamente com sabor a malas feitas e bilhete de avião nas mãos. Desta vez, rumo a Inglaterra…

Bill Bryson tornou-se, pela série de livros que publicou ao longo dos últimos 20 anos, num dos mais populares autores na área da chamada literatura de viagens, a sua visão das gentes e dos lugares não dispensando sempre um certo humor. Crónicas de uma Pequena Ilha é o livro que, originalmente editado em 1995 (e com tradução portuguesa pela Quetzal), apresenta uma série de retratos de Inglaterra que chegaram inclusivamente a gerar um documentário televisivo. O livro junta uma série de informações sobre a história e geografia do país, observando também o quotidiano dos que nele vivem. Para o escrever, o autor viajou pelos mais variados cantos do território, tendo usado de preferência transportes públicos. A escrita do livro correspondeu a um momento na vida de Bryson em que decidiu regressar ao seu país (os EUA), não deixando de, antes, dar este passeio alargado pelo Reino Unido.