Dois filmes gerados no coração do imaginário americano — Batalha Atrás de Batalha, de Paul Thomas Anderson, e Pecadores, de Ryan Coogler — destacam-se no balanço da 98ª edição dos Oscars, com o primeiro a arrebatar o título de melhor do ano.
Eis as contas dos que tiveram mais do que uma estaueta dourada:
BATALHA ATRÁS DE BATALHA (6):
filme, realização, actor secundário, argumento adaptado, montagem e casting.
PECADORES (4):
actor, argumento original, fotografia e música.
FRANKENSTEIN (3):
cenografia, guarda-roupa e caracterização.
GUERREIRAS DO K-POP (2):
longa-metragem de animação e canção.
Pecadores tinha quebrado o recorde de nomeações (16), mas nenhum filme se aproximou dos mais premiados de sempre. São eles três títulos que conseguiram onze Oscars: Ben-Hur (1959), Titanic (1997) e O Senhor dos Anéis: O Regresso do Rei (2013).
Três factos peculiares justificam um sublinhado:
— o Oscar de melhor casting, atribuído pela primeira vez, foi para Cassandra Kulukundis (Batalha Atrás de Batalha).
— Autumn Durald Arkapaw (Pecadores) tornou-se a primeira mulher a receber o Oscar de melhor fotografia.
— na categoria de melhor curta-metragem de acção real houve uma vitória ex-aequo para The Singers e Two People Exchanging Saliva, situação que só acontecera seis vezes; a última verificou-se em 2013, com o triunfo de 00:30 A Hora Negra e 007: Skyfall na categoria de melhor montagem sonora.
>>> Conan O'Brien: monólogo de abertura dos Oscars.
