Para além das suas muitas maravilhas, o iPhone, da Apple, possui um trunfo invejável: a sedução mediática. De facto, só tal sedução poderá explicar as formas relativamente discretas com que tem sido noticiado e comentado aquele que, para todos os efeitos, é o primeiro grande concorrente ao poder de implantação da Apple no mercado dos telefones "futuristas" — surgirá através da operadora T-Mobile e chama-se T-Mobile G1: tudo nele, a começar pelo preço, constitui um muito directo desafio da Google ao iPhone.Com software desenvolvido pela Android, uma companhia adquirida pela Google em 2005, e design da High Tech Computer Corporation, o T-Mobile G1 será lançado a 22 de Outubro, nos EUA, a um preço base de 179 dólares [127 euros pelo câmbio de hoje]. Na prática, para além das suas utilizações como telefone, biblioteca de imagens, arquivo de música, etc., etc., o G1 pretende fornecer ao consumidor os recursos típicos de um PC (ver The New York Times) — iPhone ou G1, that's the question.


















Longa, de resto a mais longa das sinfonias do compositor (habitualmente apresentada em versões que ultrapassam em pouco os 70 minutos), esta é uma obra que o tempo encarou de diversas formas. Ecoando heranças de Mahler e Stravinsky, apostando em sugestões cénicas (e não na construção de uma teia narrativa), ilustra marcas da identidade dos oprimidos através de claras alusões a tradições da música russa, sugerindo depois a violência da repressão que implacavelmente sobre eles se abate num adagio que sugere as intenções de um um requiem onde se retratam as ruas desoladas de uma cidade devastada.



























