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sexta-feira, janeiro 22, 2010

Um gato na cidade

Em plena Rambla de Raval, um gato… Criado por Fernando Botero, já morou em vários lugares da cidade, mas parece que desta vez ganhou casa permanente.

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Obama... em Barcelona

Chama-se Obama, mora na Gran Via de Les Corts Catalanes, perto do Passeig de Gracia… Mas é um bar. Um bar com temática decorativa em volta da África colonial. E, ao que parece, é relativamente recente… O nome, na porta, chama atenções… Mas convenhamos que a ligação entre os nomes (do presidente americano e o do bar com temática colonial africana) pode gerar opiniões contraditórias...

terça-feira, janeiro 19, 2010

Três olhares por Barcelona (5)

Mais três olhares sobre Barcelona, estes concentrados nas diferentes formas que podemos encontrar na monumental Plaça d’Espanya. Na primeira imagem as torres de tijolo desenhadas por Ramon Reventós, que serviram de entrada à Exposição Internacional de 1929.

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Gaudi a 17 euros e meio

É inevitavelmente um dos “pólos” turísticos de Barcelona e uma das mais “famosas” das construções desenhadas por Gaudi que encontramos no roteiro arquitectónico do modernismo na cidade. Em pleno (e muito central) Passeig de Gràcia, a Casa Batlló nasceu da reconversão de um edifício já existente, a fachada desde logo mostrando quão profunda foi a intervenção de Gaudi terminada em 1906. Estão abertos ao público o piso térreo, o primeiro andar (o único com salas visitáveis) que inclui um pátio, a escadaria (que dá acesso a um agradável bar no piso 2), o sótão e o terraço no topo do edifício… O bilhete de entrada é que sai um pouco caro, a 17 euros e meio por pessoa.

Imagens das chaminés no terraço da Casa Batlló. Há um total de quatro grupos de chaminés neste terraço, todas elas decoradas com cerâmicas (aplicadas aos fragmentos sobre as massas algo sinuosas que lhes servem de base).

Aspecto de um dos corredores no sótão do edifício. Os arcos surgem nas várias estruturas deste andar que acolhia sobretudo salas de serviço de apoio à lida da casa e zonas de arrecadação.

domingo, janeiro 17, 2010

Três olhares por Barcelona (4)

Três olhares pelo chamado “bairro gótico” de Barcelona. A primeira espreita o Carrer dels Comtes de Barcelona, junto a uma das paredes da catedral. As duas últimas são olhares pela Plaça del Rei, nos dois casos procurando aspectos do Palau Real.

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Uma loja de discos em Barcelona

Responde como Wah Wah Records e tem fama que ultrapassa a cidade de Barcelona há já alguns anos. E, podemos confirmar, a selecção (sobretudo em vinil) responde às expectativas. É uma loja pequena, seguindo o formato habitual em tantas outras lojas de discos de colecção, com discos devidamente arrumados por géneros e épocas. É, portanto, loja a acrescentar ao mapa europeu que assinala os pólos de interesse para os coleccionadores de discos e melómanos em geral.

A Wah Wah Records tem site, que opode ser consultado aqui.

quarta-feira, janeiro 13, 2010

Três olhares por Barcelona (3)

Mais três olhares por Barcelona. O primeiro na pequena praça em frente ao MACBA, em plena cidade velha. O segundo no parque junto ao Forum, com o mar em frente. O terceiro do mostra a monumental Canvi, escultura de Aiko Miyawaki junto ao Palau Saint Jordi, em Montjuic.

terça-feira, janeiro 12, 2010

Quando a Diagonal chega ao mar

Ao fim da longa avenida Diagonal, que cruza o traçado ortogonal das ruas de Barcelona de forma aparentada ao que a Broadway faz em parte de Manhattan (entre Union Square e o Central Park), uma área da construção contemporânea inscreve a cidade entre os pólos mais interessantes da moderna arquitectura europeia. Ali foi a sede do Forum Universal das Culturas, que em 2004 procurou chamar atenções a Barcelona. Ainda hoje o espaço em seu redor é uma zona em crescimento. E em construção.

Imagens de espaços em redor da Praça do Fórum, revelando não apenas formas de edifícios terminados, como vários locais em construção.

Ocupando uma vasta área no final da Diagonal, o espaço de construção que teve o Fórum como centro gravitacional culminou, de certa forma, o processo de renovação da frente de mar de Barcelona, iniciado anos antes para acolher as olimpíadas de 1992.

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Pelas ruas de Barcelona

Um olhar hoje por algumas lojas de referência, já com expressão internacional, que podemos encontrar em Barcelona mas que ainda não chegaram a Portugal.

E começamos pela Muji. A marca japonesa que aplica um conceito de design minimalista a peças que vão das canetas, lápis e blocos de notas a acessórios para a casa e mesmo roupa, tem duas lojas em Barcelona. Uma no centro, no nº 81 da Rambla Catalunya (perto da Fundação Tàpies e da Casa Batlló). A outra no centro comercial L’Illa Diagonal, na Av. Diagonal 545-565.

Site oficial da Muji.

Uma das mais interessantes lojas de roupa para homem na Londres actual chegou já a Barcelona. A Topman, que tem a sua loja de referência em pleno Oxford Circus, abriu em Barcelona uma loja de dois andares a um quarteirão da Plaça de Catalunya, na esquina do Carrer de Balmes com o Carrer de Bergone.

Site oficial da Topman.

Já um “clássico” de referência na cultura indie com berço nos EUA, a American Apparel tem uma loja em pleno bairro gótico, no número 7 na Carrer d’Avinyó, quase na esquina com a Carrer de Ferran. A entrada parece “magra”, mas a loja é funda e apresenta as várias colecções (e cores) que fizeram fama à marca.

Site oficial da American Apparel.

domingo, janeiro 10, 2010

Três olhares por Barcelona (2)

Três olhares por uma instalação de painéis de luz que chama atenções numa das mais movimentadas ruas pedonais de Barcelona: a Avinguda del Portal del Angel. Em concreto, estas são imagens da entrada da loja da H&M, em plena semana de compras de Natal.

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Três olhares por Barcelona (1)


Um conjunto de olhares em volta de uma das zonas arquitectonicamente mais interessantes da Barcelona contemporânea: o Fórum. Ao fundo da extensa Diagonal, com o mar como limite, esta zona começou a ser remodelada para acolher o Forum das Culturas em 2004 e ainda hoje mostra edifícios em construção.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Uma fundação com vista sobre a cidade

Mais um ponto de visita recomendada em passagem por Barcelona. Trata-se da Fondació Juan Miró, criada em meados dos anos 70 não apenas para acolher trabalhos do pintor catalão, mas para servir de espaço de divulgação da arte contemporânea.
O edifício, criado por Josep Lluis Serp, velho amigo de Miró, explora de forma espantosa a relação dos espaços expositivos com o ambiente ao seu redor, proporcionando vários pontos de vista sobre a cidade que se estende em frente.

Imagens de algumas das estátuas que podemos ver no terraço que cobre parte do edifício da fundação.

Acolhendo neste momento exposições temporárias de Frantisek Kupka (pintor checo com obra feita na primeira metade do século XX) e Mario Garcia Torres (no Espai 13, zona essencialmente dedicada a mostras de novos artistas), o edifício mostra ainda uma significativa colecção permanente de obras de Juan Miró, desde pinturas, esculturas e desenhos a tapeçarias e algum material fotográfico.

La Estrella Matinal
(1940)

A colecção permanente da fundação inclui neste momento cerca de 14 mil obras do pintor, grande parte delas doadas pelo próprio. Destas 14 mil 217 são pinturas, 178 são esculturas, 9 são tapeçarias, 4 cerâmicas e mais de 8 mil desenhos. Ao longo dos anos, entre os nomes expostos em mostras temporárias nesta fundação contam-se, entre outros, Tàpies, Rothko, Magritte, Warhol, Mappelthorpe, Judd ou Duchamp.

Site oficial da Fundació Juan Miró

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Um museu atento ao presente

Inaugurado em 1995, o MACBA (iniciais para Museu d’ Art Contemporani de Barcelona) é uma das mais obrigatórias paragens em qualquer passagem pela cidade. É um museu novo, e mora na chamada cidade velha. As colecções e exposições temporárias promovem regularmente olhares vários, e em diversas formas de expressão artística, de obras e artistas da segunda metade do século XX aos nossos dias. Neste momento alberga, além de uma belíssima exposição dedicada a John Cage e ao seu universo e contemporâneos, outras mostras temporárias, uma sobre Ray Johnson e outra que coloca várias reflexões sobre o modernismo através de obras de vários artistas do nosso tempo. A agenda de 2010 prevê exposições de Rodney Graham, John Baldessari, Armando Andrade Tudela e, a fechar o ano, uma mostra sobre a relação entre a arte contemporânea e a televisão.

Imagens de certos aspectos da arquitectura do MACBA. O projecto foi assinado pelo alelier Richard Meier & Partners. A fachada apresenta uma gigantesca janela frente à rampa de acesso aos pisos 1 e 2, que garante iluminação natural a toda a frente do edifício.

A praça frente ao museu recebe outras das estruturas do MACBA, entre elas uma antiga capela que agora acolhe programas audiovisuais. A praça, nas imediações da universidade é um frequentado local de reunião e acolhe frequentemente skaters.

John Cage: a exposição

The Anarchy Of Silence – John Cage and Experimental Art representa a primeira grande exposição dedicada ao compositor John Cage desde a sua morte, em 1992. Ocupa, até dia 10, grande parte do piso 1 do MACBA, em Barcelona, e segue depois para o Henie Onstad Art Centre, a poucos quilómetros de Oslo, na Noruega, onde deverá estar patente de finais de Fevereiro a finais de Maio.

É uma exposição para ver e, sobretudo, ouvir, parte significativa dos materiais expostos sendo partituras de composições de várias etapas na obra de Cage, a caga uma estando associado um ponto de escuta, com auscultadores que permitem a transformação em sons das notações expostas. Um piano de cauda “preparado” surge logo na segunda sala, permitindo ao visitante compreender os mecanismos que geraram sons em algumas das mais marcantes obras de Cage. Há ainda documentação fotográfica, artigos publicados na imprensa, entrevistas em vídeo, cartas (algumas assinadas por La Monte Young). Faltam contudo as capas dos discos e mais programas de concertos que representem os momentos de materialização da música que passa por estas salas do museu.
A histórica e marcante reflexão sobre o silêncio que John Cage criou em 1952 sob o título 4’33” (ou seja, quatro minutos e trinta e três segundos) tem um peso determinante no percurso de que se fala. O percurso pelas várias salas revela também como Cage foi criando novas formas de notação, propondo representações gráficas da sua música.

A mostra não se fecha contudo em torno de um panorama sobre a obra de Cage, abrindo espaço a diálogos que este manteve com uma série de artistas seus contemporâneos, nomeadamente figuras como Marcel Duchamp, Andy Warhol, Nam June Paik, Yoko Ono ou Merce Cunningham (na imagem), com quem de resto viveu longos anos.
O MACBA apresenta, como complemento a esta exposição, um catálogo de 300 páginas que junta às partituras, fotos e imagens de outras peças expostas, uma série de ensaios sobre o compositor e as suas reflexões sobre música e silêncio.