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segunda-feira, julho 02, 2012

E a 'Monocle' este ano escolhe Zurique

Foto: Monocle

Depois de figurar na tabela das 25 cidades mais “habitáveis” (a tradução é livre) do mundo segundo a revista Monocle, Lisboa, que ocupava o 23º lugar no ano passado, desapareceu este ano da lista. Ecos, certamente, da crise económica que vivemos, uma vez que o estabelecimento de critérios para a justificação desta lista passa por características como a quantidade e qualidade de espaços de cultura (sobretudo museus e salas de cinema), transportes (das ruas da cidade às ligações aéreas disponíveis), espaços ao ar livre, clima (e luminosidade), tolerância (e aqui a legalização do casamento gay foi um argumento em favor de Lisboa nos últimos anos), limpeza e arrumação dos espaços urbanos e também a facilidade em estabelecer um negócio. Zurique (na Suíça) foi este ano a cidade eleita, a revista apresentando uma reportagem de algumas páginas com imagens e opiniões de quem vive na cidade. Notas ainda para a subida das três cidades japonesas representadas e, no sentido oposto, para o “trambolhão” de Berlim e queda acentuada das cidades espanholas (a crise a deixar as suas matrcas). A tabela deste ano assinala ainda a entrada em cena de mais uma cidade norte-americana (San Francisco) e de uma outra cidade na Suíça (Genebra). Além de Lisboa, a outra cidade que este ano saíu deste mapa foi Seattle (EUA). Para os interessados, aqui fica o Top 25 de 2012 apresentando no número 55 da Monocle:

1 – Zurique, na Suíça (número 2 em 2011)
2 – Helsínquia, na Finlândia (1)
3 – Copenhaga, na Dinamarca (3)
4 – Viena, na Áustria (6)
5 – Munique, na Alemanha (4)
6 – Melbourne, na Austrália (5)
7 – Tóquio, no Japão (9)
8 – Sydney, na Austrália (7)
9 – Auckland, na Nova Zelândia (13)
10 – Estocolmo, na Suécia (11)
11 – Quioto, no Japão (21)
12 – Fukuoka, no Japão (16)
13 – Hong Kong, na China (17)
14 – Paris, em França (12)
15 – Singapura, em Singapura (15)
16 – Hamburgo, na Alemanha (22)
17 – Honolulu, nos EUA (19)
18 – Berlim, na Alemanha (8)
19 – Vancouver, no Canadá (20)
20 – Madrid, em Espanha (10)
21 – Barcelona, em Espanha (21)
22 – Portland, nos EUA (18)
23 – San Franscisco, nos EUA (NOVO)
24 – Montreal, no Canadá (24)
25 – Genebra, na Suíça (NOVO)

quinta-feira, novembro 05, 2009

Histórias de Berlim (3)

A um quilómetro a sul das Portas de Brandenburgo, Potsdamer Platz é o centro da nova Berlim. Arquitectonicamente é talvez um dos núcleos mais surpreendentes da Europa dos nossos dias. E representa, acima de tudo, um símbolo da vitória sobre a guerra fria e o encontrar de um novo caminho para a cidade depois da queda do muro. É hoje a sede da Berlinale, de dois grandes cinemas multiples, um centro comercial, restaurantes, cafés…. Alberga uma série de importantes escritórios de grandes companhias, hotéis, e estações de U Bahn, S Bahn e mesmo da rede ferroviária nacional.
A existência deste magnífico núcleo arquitectónico deve-se em tudo ao muro de Berlim. E à sua queda. Derrubado em 1990, ali deixou 60 hectares livres onde antes era uma terra de ninguém intensamente vigiada. Um concurso oficial ditou novo destino a este espaço, hoje novamente vibrante e permanentemente habitado.


Antes da II Guerra Mundial (que devastou completamente esta zona da cidade), Potsdamer Platz era uma praça elegante, cruzada por eléctricos, automóveis e transeuntes. Tinha cafés, hotéis, cinemas… Grandes lojas. E uma das principais estações de comboio de Berlim.

A construção do muro reduziu a um vazio toda a área em torno da velha Potsdamer Platz. Do lado oriental os escombros de 1945 foram totalmente derrubados para assegurar maior e mais vasto campo de visão às patrulhas de vigilância. Do lado ocidental era um dos locais de visita “ao muro”, com uma escadaria montada para observação… turística. Entre os visitantes que por ali passaram para ver o outro lado de Berlim contam-se John F. Kennedy (1962), a rainha Isabel II (1965) ou Jimmy Carter (1978).
Foi em Potsdamer Platz que se abriu o primeiro rombo no muro, em Novembro de 1989. E foi no espaço, deixado então livre entre Potsdamer Platz e as Portas de Brandenburgo, que Roger Waters encenou o mega-concerto The Wall, em 1990.

A memória do muro de Berlim está preservada em Potsdamer Platz. Há ali, durante este ano, um centro turístico dedicado às celebrações da queda do muro. E, para turista (e berlinense) ver, pedaços do muro.

segunda-feira, novembro 02, 2009

Histórias de Berlim

Foi a 9 de Novembro de 1989. Não era suposto que o tivesse sido. Na verdade tudo nasceu de uma série de mal entendidos e falta de comunicação entre a hierarquia da velha RDA...
Honecker, o histórico líder da RDA tinha-se demitido em meados de Outubro. A Hungria tinha retirado as linhas de defesa na fronteira com a Áustria e 13 mil alemães de Leste, ali em férias, tinham escapado para o ocidente. Muitos mais procuraram a mesma rota, mas foram travados e acabara por se refugiar na embaixada da Alemanha Ocidental em Budapeste. Em Berlim Leste os protestos chegam à rua… Já havia manifestações desde Setembro, pedindo “dizem-nos sair”… A 4 de Novembro um milhão de pessoas junta-se em Alexandreplatz… Uma nova política de fronteiras é então definida pelo novo governo de Egon Krenz (o breve sucessor de Honecker), prevendo autorizações especiais. E coube ao secretário para a Propaganda a missão de a anunciar. Tinha regressado de férias, e sem ter sido devidamente informado das regras (que só entrariam em vigor no dia seguinte, de forma a permitir a chegada de informação ás hierarquias nos postos de fronteira), anunciou numa conferencia de imprensa, que havia novas autorizações de transito entre as fronteiras das duas alemanhas. Berlim inclusive… Questionado sobre quando as regras seriam válidas, respondeu, sem o saber, que “imediatamente”… Acompanhando o momento em directo pela televisão, milhares de alemães de Berlim Leste acorreram aos postos fronteiriços do muro… Sem ninguém que confirmasse aos guardas ordem para impedir a passagem, o muro foi assim rompido…

O histórico Checkpoint Charlie, a 10 de Novembro de 1989, sem o aparato que durante anos impedira a livre circulação de berlinenses.



Fisicamente, o muro não caiu imediatamente. Nos dias posteriores a 9 de Novembro o governo da RDA anunciou a abertura de novos postos de fronteira em Berlim. Os guardas de leste ainda vigiaram o muro durante alguns dias. Mas com o tempo aligeiraram a a segurança. E em poucos meses pedaços do muro começaram a ser derrubados… A 3 de Outubro do ano seguinte a reunificação alemã arrumava definitivamente esta história.

Ao longo deste mês, assinalando os 20 anos da queda do muro, o Sound + Vision vai andar por Berlim. Não apenas para contar as histórias do muro. Mas para ver a cidade. O que foi. E o que hoje é…

segunda-feira, outubro 19, 2009

Luzes na cidade



A menos de um mês da celebração dos 20 anos da queda do Muro, Berlim veste-se de luz para celebrar mais uma edição do seu Festival das Luzes. Pelo quinto ano consecutivo as noites berlinenses acolhem desenhos de luz em alguns dos seus edifícios e espaços públicos. Aqui ficam imagens das iluminações, que estarão ligadas até dia 25.

quarta-feira, setembro 30, 2009

Um café em Londres

Há uns 20 anos tomar um expresso em Londres era uma aventura. Aventura porque era preciso saber onde os havia. E muitas vezes só nos restaurantes italianos (nem em todos) havia máquinas para tirar expressos. Hoje Londres tem outra oferta em cafés. E um dos novos espaços chama-se mesmo The Espresso Room. O café está situado em Bloomsbury (em concreto na Great Ormond St, nº 31 e 33). Há bolos, mas a aposta da casa são mesmo os cafés e as bebidas de café e leite (estas sempre servidas de forma a mostrar um padrão ou desenho na superfície da chávena).

terça-feira, setembro 29, 2009

Em Tóquio, com a 'Monocle'

A edição de Outubro da revista Monocle apresenta um dossier especial sobre a cidade de Tóquio. O retrato da capital japonesa inclui um olhar pela sua arquitectura, design, oferta artística, escolas de culinária, hotéis, restaurantes, bares, lojas, aeroportos, o metro, os sistemas de entrega rápida disponíveis… Não falta um “snack attack”, na verdade, uma foto de prateleiras de snacks numa qualquer loja de conveniência que nos permite descobrir a oferta local para enganar a fome… Em 24 páginas mostram-se factos, lugares e imagens. Não substitui um guia, mas ajuda a fazer boas escolhas.

sexta-feira, agosto 21, 2009

As melhores cidades - Vancouver

Na tabela das melhores cidades do mundo divulgada no mais recente número da Monocle passamos hoje por Vancouver (Canadá). Ocupa este ano o 14º lugar (estava em oitavo há um ano). A revista fala das primeiras impressões que o visitante pode ter à chegada, nomeadamente a vista de picos com neve não muito longe e uma atmosfera geral que, descreve, “apenas podia ser canadiana”. A cidade, que se prepara para acolher as olimpíadas de Inverno parece estar a saber lançar as bases de infraestruturas necessárias para o acontecimento desportivo, apesar das dificuldades de meses vividos em recessão. O apontamento sobre Vancouver destaca ainda o skyline “futurista” e “feito de vidro”, assim como uma “profusão de línguas e gastronomias asiáticas” que sugerem a descoberta de um “híbrido desconhecido de Leste e Oeste”. No presente, a cidade tem 2,29 milhões de habitantes.

quinta-feira, agosto 20, 2009

As melhores cidades - Sydney

Sydney (Austrália) é o 13º lugar na lista das melhores cidades do mundo publicada no mais recente número da Monocle (descendo dois lugares face ao ranking de 2008). A revista apresenta a cidade como sendo “abençoada pela natureza”, mas aponta falhas na sua agenda cultural. Dos restaurantes diz serem um exemplo a seguir pelos europeus, uma vez que “mostram o significado das palavras serviço e exuberância culinária”. O retrato da cidade australiana passa ainda pela diversidade de uma população que sabe acolher os forasteiros, e um sentido de energia “que se explica pelo sol e o surf”… Há um plano de sustentabilidade apontado ao ano 2030 que aposta nos ciclistas (encorajando mesmo os profissionais da área financeira a aderir). Um novo sistema de metro está agendado para inauguração em 2015. Neste momento Sydney tem uma população total de 4,39 milhões de habitantes.

quarta-feira, agosto 19, 2009

As melhores cidades - Madrid

Retomamos a lista das melhores cidades do mundo, segundo a mais recente edição da Monocle. Em 12º lugar (subindo uma posição face a 2008) encontra-se Madrid, a mais bem colocada das três cidades da Península Ibérica. A revista aponta a “força e adaptabilidade” da capital espanhola como uma das razões que explicam esta subida no ranking e refere a forma como a cidade manteve abertas as suas “oportunidades” apesar da presente crise. Fala-se ainda num grande plano de remodelação de 40 mil edifícios residenciais, numa proporção de espaços verdes que suplanta qualquer cidade europeia, na obrigação de instaçlação de paineis solares nos novos edifícios e no facto de, desde 2008, as lojas no centro estarem abertas aos domingos. Neste momento a cidade alberga 3,27 milhões de habitantes (5,85 na zona metropolitana), contando-se uma árvore por cada seis pessoas.

quinta-feira, agosto 13, 2009

As melhores cidades - Honolulu

Depois das dez melhores cidades do mundo, segundo a lista publicada na última edição da Monocle, entramos hoje num segundo lote de cidades, este ano colocadas entre o nº 11 e 20. E começamos com Honolulu (Hawai), 11º lugar este ano (mais uma posição que no ano passado), e a única cidade dos EUA nesta lista. A descrição apresentada deixa claro que esta é uma cidade de preços elevados mas que, apesar dos salários não acompanharem essa escalada, acaba por ter balanço favorável por outras razões. A cidade tem todos os confortos de uma grande cidade, mas a beleza natural da ilha está a poucos quilómetros de distância. É apontado um programa de renovação de infraestruturas em Waikiki (que inclui reposição de areia) e um novo sistema de transportes por via férrea que ligará toda a ilha O Hawai foi, entretanto, o primeiro estado dos EUA a exigir paineis solares para aquecimento de água nas novas casas a ser construidas.

quarta-feira, agosto 12, 2009

As melhores cidades - Berlim

Chegamos hoje ao décimo lugar na tabela das melhores cidades do mundo segundo a lista apresentada pela revista Monocle. Berlim estava em 14º lugar na lista em 2008 e subiu quatro lugares este ano. Vinte anos depois da queda do muro, a cidade atinge, como descreve a revista, um novo patamar. “Muitas das áreas decrépitas no leste foram renovadas, as suas infraestruturas modernizadas e, finalmente, tem uma grande estação central”. A descrição refere ainda a boa oferta de hotéis, restaurantes e lojas. O mais importante, como depois se acrescenta, é o facto de Berlim ser hoje uma cidade criativa, com uma oferta variada que vai desde “clubes underground às pequenas galerias”. E, apesar das mudanças nos últimos anos, as rendas baixas continuam a ser um factor atractivo para os que ali chegam. Com 3,4 milhões de habitantes (mais de um milhão sendo estrangeiros), Berlim está ainda a tornar-se um importante centro para os media, com grandes empresas locais do sector a concentrar ali as suas operações.

terça-feira, agosto 11, 2009

As melhores cidades - Melbourne

Mais uma cidade a visitar, no quadro das melhores do mundo segundo a lista publicada na última edição da Monocle. Do outro lado do mundo, eis Melbourne (Austrália), que mantém este ano o nono lugar na tabela já conquistado em 2008. A revista mostra a cidade como tendo os seus melhores cartões de visita na oferta de gastronomia global, nos seus muitos festivais e na caracterização distinta dos seus bairros. 1500 pessoas mudam-se todos os meses para esta metrópole que já alberga 3,9 milhões de habitantes. Daí que sublinhe que “o próximo capítulo” na história da cidade será a “acomodação e transporte de uma uma população que ultrapassará a de Sidney nos próximos 20 anos”. A cidade, que foi a primeira fora de Itália a merecer uma designação de Slow Food, tem uma vasta rede de restaurantes que reflecte as 140 nacionalidades que ali se cruzam. Há um ano Melbourne estreou o seu primeiro eléctrico movido a energia produzida pelo vento. E já este ano inaugurou o seu primeiro edifício carbono zero.

segunda-feira, agosto 10, 2009

As melhores cidades - Paris

Retomamos a visita às melhores cidades do mundo, segundo a lista publicada na mais recente edição da revista Monocle. Hoje estamos em Paris, oitavo lugar (era décimo há um ano). A revista começa por lembrar que há marcas da vida parisiense que não exigem apresentação, desde a comida e o cinema aos grands boulevards... Mas há novidades, que passam por um novo sistema de aluguer de bicicletas e a cobertura wi-fi das zonas verdes da cidade, no que se refere como "uma elegante combinação entre o século XXI e o ilustre passado" da cidade. A Monocle destaca o papel do autarca parisiense Bertrand Delanoë e também os objectivos do presidente Sarkozy em criar uma nova "grande Paris", num projecto que deverá contar com arquitectos e urbanistas de renome mundial. A capital francesa alberga neste momento 2,2 milhões de habitantes (11,2 na área metropolitana) e até 2014 aguarda a instalação de 200 miol metros quadrados de painéis solares, assim como um novo sistema de turbinas eólicas amigas do ambiente. Os subúrbios moram nos objectivos centrais de quem pensa o futuro de Paris.

sexta-feira, agosto 07, 2009

As melhores cidades - Viena

Continuamos a visita às melhores cidades do mundo, segundo a lista apresentada no mais recente número da revista Monocle. Hoje estamos em Viena (Áustria), sétimo lugar este ano (era sexto em 2008). Descrita como sendo uma cidade de “grandes ambições”, Viena “tem tido a cautela de não dormir à sombra dos seus louros já conquistados”. A revista frisa o modo como às marcas arquitectónicas do barroco se juntaram entretanto novas formas em vidro e aço, num espaço que se assume como um portal de entrada para a Europa ocidental. Destaca-se ainda um novo sistema de shuttles por via-férrea que brevemente ligarão este a outros grandes centros urbanos europeus e o modo como a sistemática renovação da área de Mariahilf, mantendo activas galerias e centros de moda, tem assegurado a vida de escolas de artes que, assim, não migraram para outras paragens. Viena tem hoje 1,6 milhões de habitantes (2,5 na área metropolitana).

quarta-feira, agosto 05, 2009

As melhores cidades - Estocolmo

O sexto lugar na tabela das 20 melhores cidades do mundo, segundo a mais recente edição da Monocle, destaca Estocolmo. Capital verde europeia de 2010, a cidade é descrita na revista como sendo “uma das mais belas do mundo, rodeada por água e florestas”. A cidade tem em mãos um programa ambiental que prevê a redução das emissões de gases que causam efeito de estufa em cerca de 25 por cento até 2015, para tal promovendo o acesso a carros eléctricos, mais vias para ciclistas e novos transportes públicos mais amigos do ambiente. A Monocle aponta ainda as forças da cidade como sendo “uma cena cultural dinâmica, oportunidades de negócio interessantes e uma população multicultural tão aberta às mais recentes modas como às novas tecnologias”. E refere a arquitectura local como conservadora, procurando manter a silhueta da cidade e a sua identidade. A capital sueca, que alberga 810.120 habitantes (1,9 milhões na região metropolitana) era o número sete na tabela de 2008.

terça-feira, agosto 04, 2009

As melhores cidades - Helsínquia

Mais uma cidade em foco, a quinta melhor do mundo segundo a lista apresentada na edição de Julho da revista Monocle. Helsínquia, a capital finlandesa, mantém a posição que conquistara na lista de 2008. Com 576.632 habitantes (1,3 na região metropolitana), Helsínquia melhorou consideravelmente os sistemas de transporte nos últimos anos. Reduziu de cinco para três horas e meia a ligação ferroviária com São Petesburgo, o seu aeroporto é hoje uma importante base de ligações para voos para a Ásia e uma nova linha férrea metropolitana estará concluída em 2014. Além do sistema de saúde local, a revista destaca ainda a forma como a nova arquitectura da cidade se tem desenvolvido e relacionado com a população. E refere ainda o facto de antigas zonas portuárias terem sido desactivadas e movidas para novos locais, surgindo agora novas áreas residenciais junto à água.

segunda-feira, agosto 03, 2009

As melhores cidades - Munique

E continuamos a visitar as cidades que a revista Monocle escolheu este ano como as melhores do mundo. Munique venceu em 2007 e está este ano em quarto lugar. É uma cidade onde a tradição está a saber conviver com a modernidade e que continua a crescer, prevendo-se que possa albergar mais 67 mil habitantes até 2020 (hoje a população da cidade soma 1,37 mihões). A revista destaca, além da nova construção na periferia, a zona de maior oferta cultural (Kunstareal), que em Maio acolheu a abertura do novo Museum Brandhorst, que exibe uma colacção de obras de arte posteriores a 1945. Refere-se ainda nas páginas da Monocle a expansão de sistemas de fornecimento de energia amigos do ambiente e a oferta generalizada de espaços para ciclistas, com um programa de aluguer disponível para os que visitem a cidade por poucos dias.