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quinta-feira, dezembro 12, 2019

Natal com Bruce Springsteen

Clarence Clemons + Bruce Springsteen
Clarence Clemons (1942-2011) tocou a última vez com Bruce Springsteen, na E Street Band, a 7 de Dezembro de 2010, num concerto para apenas seis dezenas de espectadores. Foi uma apresentação especial de The Promise, em Asbury Park [notícia: Rolling Stone], álbum que antologiava materiais inéditos das sessões de Darkness on the Edge of Town (1978). No final, o pressentimento do Natal levou Bruce a interpretar Blue Christmas, um standard de Billy Hayes/Jay W. Johnson, composto em finais da década de 40 e celebrizado por Elvis Presley a partir do respectivo registo em 1964.

quarta-feira, julho 17, 2019

Elvis por Baz Luhrmann

Baz Luhrmann já encontrou o seu Elvis: Austin Butler (que veremos, brevemente, em Era uma Vez em Hollywood, de Quentin Tarantino) irá interpretar o Rei do Rock'n'Roll no filme que o cineasta australiano tem em preparação já há algum tempo. Ainda sem título, o projecto contará também com a participação de Tom Hanks no papel de Tom Parker, o Coronel que, para o melhor e para o pior, controlou todos os aspectos da carreira de Elvis Presley. Recorde-se que o filme anterior de Luhrmann, O Grande Gatsby, tem data de 2013.

domingo, dezembro 31, 2017

Elvis, 1968

>>> Heartbrake Hotel, há 50 anos — imagens e sons de Elvis Presley par entrarmos em 2018.

quarta-feira, julho 26, 2017

Elvis — as origens

Não, não se trata de uma mera acumulação de gravações mais ou menos acidentais, supostamente revelando uma outra dimensão do intérprete... Estamos perante um projecto de absoluto rigor e seriedade: A Boy From Tupelo — The Complete 1953-1955 Recordings faz o inventário de tudo o que Elvis Presley gravou para se transformar em... Elvis Presley. Muitos registos eram já conhecidos, inseridos nos mais variados contextos — incluindo as lendárias primeiras gravações no Sun Studio, iniciadas a 5 de Julho de 1954 —, o que, ainda assim, não lhes retira o valor de verdadeiras raridades. Mas há também algumas revelações absolutas, incluindo uma primorosa interpretação de I Forgot To Remember To Forget, de 29 de Outubro de 1955, no programa Louisiana Hayride.
Eis o filme-anúncio do triplo CD; na NPR, é possível escutar um total de 15 faixas.

terça-feira, outubro 27, 2015

Elvis com orquestra

No âmbito das comemorações do 80º aniversário do nascimento de Elvis Presley (1935-1977), vai surgir, a 30 de Outubro, um álbum que utiliza os seus registos de algumas canções emblemáticas (Love Me Tender, In the Ghetto e até Bridge Over Troubled Water), agora com o som de uma grande orquestra — nada mais nada menos que a Royal Philarmonic Orchestra. Chama-se If I Can Dream e foi gravado nos estúdios de Abbey Road. Eis uma entrevista com Priscilla Presley sobre a produção do álbum (em particular sobre a combinação de registos originais com novas orquestrações), conduzida por Leonard Lopate, na WNYC.


O tema que dá o título ao álbum é uma célebre composição de Walter Earl Brown que inclui algumas citações de discursos de Martin Luther King; Elvis gravou-a em Junho de 1968, cerca de dois meses depois do assassinato de King, tendo-a revelado no final de um programa de televisão, na NBC (3 Dez. 68), que ficaria conhecido como '68 Comeback Special — eis o respectivo registo.

terça-feira, novembro 04, 2014

Para ler: exposição sobre Elvis
a caminho da O2 Arena em Londres

Uma gigantesca exposição com memórias do "rei" do rock vai ganhar forma na O2 Arena, em Londres, a partir de 12 de dezembro, ali ficando até 31 de agosto de 2015. Mais de 300 objetos fazem parte deste percurso, do qual o Guardian avança uma notícia.

Depois de David Bowie - cuja exposição no Victoria & Albert Museum agora está em Chicago e, dia 19, será "visitada" em Lisboa e Porto nos ecrãs dos cinemas UCI - este é mais um exemplo de como a cultura pop começa a ganhar espaço nas salas de museus. Não apenas por ter algumas décadas de vida. Mas porque está a escrever a sua história.

Podem ler aqui a notícia.

sexta-feira, julho 25, 2014

Os primeiros passos de Elvis Presley
na edição deste mês da 'Blitz'

Blitz
Chega hoje às bancas a edição de agosto de 2014 da revista Blitz, que inclui um disco inédito dos Rádio Macau. Pelas páginas há uma entrevista com Jack White, textos sobre Morrissey, Pink Floyd, Chet Faker, Soundgarden e um foco sobre algumas vozes femininas como Patti Smith, Lorde, Lana del Rey ou La Roux.

Nesta edição assino um artigo sobre o início da carreira de Elvis Presley. É um trabalho extenso (de 13 páginas) onde se recordam as suas primeiras visitas aos estúdios da Sun Records e de como esses episódios seriam fulcrais não apenas para a sua carreira como para a própria história da música popular. Tudo isto num tempo em que a luta pela igualdade dos direitos civis nos EUA se preparava para entrar numa etapa que culminaria, anos depois, com marchas e discursos que fizeram história e, depois, a mudança.

sábado, julho 19, 2014

Nos 60 anos da estreia de Elvis Presley

Não é de todo unânime dizer que o rock'n'roll nasceu com o primeiro disco de Elvis Presley... Há quem opte por recuar um pouco mais, a 1951, e apontar o berço desta mesma história como tendo tido por primeiro ocupante o tema Rocket 88 de Ike Turner, interpretado por Jackie Brenston, editado pela Sun Records... Há quem recue ainda mais, a 1947, a Good Rockin Tonight, por Roy Brown... E como não há certidão de nascimento oficial, cada um fica pela sua crença. Entre as datas possíveis para apontar o nascimento do rock'n'roll está uma que hoje celebra os 60 anos: o lançamento do primeiro single de Elvis Presley.

Com o título That's All Right, era uma versão de um original de 1946 de Arthur 'Big Boy' Crudup, apresentando no lado B uma leitura de Blue Moon of Kentucky, também de 46, mas de Bill Monroe.

Foi o primeiro de uma sucessão de singles que Elvis Presley editou pela Sun Records entre 1954 e 55 e que captaram as atenções não apenas do seu futuro manager - o Colonel Tom Parker - e da RCA Records, que começaram a trabalhar com ele logo depois... O "rei" dava os primeiros passos... E mesmo tendo este single passado a leste das atenções (fora de Memphis - sendo que na cidade deu que falar), o mundo não esperaria muito para o descobrir...

Os 60 anos deste single serão assinalados com uma reedição  em vinil (cuja imagem vemos a abrir o post). Em breve contarei esta história com outro detalhe... Fica já o aviso.

sábado, março 01, 2014

Os Óscares não ouvem bem as canções...

Este texto sobre canções que os Óscares ignoraram é uma versão editada e atualizada de um outro que foi publicado há cerca de um ano na revista Metrópolis com o título ‘Quando os Oscares não ouvem as melhores canções’.

Em tempo de Óscares, propomos um outro olhar pela história das estatuetas douradas com que Hollywood celebra anualmente os feitos do cinema. Se há categoria onde são mais os tiros ao lado que aqueles em que as escolhas acertam no alvo, ela é a da Melhor Canção Original. E são tantas as ocasiões em que temas que fizeram história passaram ao lado das atenções da Academia, muitas vezes até sem nomeação, que resolvemos apresentar uma lista de dez clássicos criados para o cinema que nunca foram premiados. Mas que mereciam tê-lo sido...

Com nova cerimónia de entrega de Óscares a caminho fazem-se contas, ensaiam-se projeções, antecipam-se cenários... Se em algumas das categorias principais 2014 promete ser um dos anos mais disputados dos últimos tempos, já no espaço da música mora a monotonia de sempre, a sensação de que o que de melhor havia por aí a considerar acabando fora das listas dos nomeados. Não é novidade esta sensação. Tem mesmo sido regra e raras foram as ocasiões nos últimos anos em que uma canção musicalmente estimulante ou até cinematograficamente marcante tenha chegado à lista dos nomeados, muito menos ainda as que subiram ao palco para receber a estatueta dourada. Há um ano a cantora Adele levou o primeiro Óscar para uma das mais tradicionais das famílias musicais da história do cinema: as canções para James Bond. Skyfall ficou assim como a primeira ‘Bond song’ oscarizada, ultrapassando o patamar das nomeações a que chegaram as contribuições de Paul McCartney, Carly Simon ou Sheena Easton também ao serviço do agente 007. E superando também aquelas que continuam a ser, pelos feitos do mercado (ou seja, pelas vendas dos discos) as mais populares ‘Bond songs’ de sempre: a campeã A View To A Kill dos Duran Duran (a única que alguma vez atingiu o número um nos EUA ou Reino Unido) e as não menos aclamadas Live and Let Die de Paul McCartney e Nobody Does It Better de Carly Simon que, tendo igualado nos EUA o número dois na tabela de vendas alcançado por Adele no Reino Unido, conseguiram melhores resultados em Inglaterra que a voz de Skyfall na América...

Podemos olhar para a história de todo um legado de prémios onde, apesar a lista impressionante de clássicos que por ali passam, conhecemos a falta de algumas das canções que fizeram páginas maiores na história da relação da música com o cinema. E para não esquecer hoje quem ficou de fora, mais que recordar a história das canções que os Óscares já premiaram, propomos uma viagem no tempo através de dez outras que, por incrível que possa parecer, ficaram de fora dessa lista.

1937. Someday My Prince Will Come, por Adriana Caselotti
É verdade que a Disney não se pode queixar de falta de atenção por parte dos Óscares, pelo menos na hora de premiar a música dos seus filmes. Só entre 1989 e 1999 somou seis vitórias - com Under the Sea de A Pequena Sereia, o tema título de A Bela e o Monstro, A Whole New World de Aladdin, Can You Feel The Love Tonight de O Rei Leão, Clours of The Wind de Pocahontas e You'll Be In My Heart, de Tarzan - numa lista de mais de dez que remonta a 1940, ano em que somou a primeira com When You Wish Upon A Star, da banda sonora de Pinóquio, e avança até 2012, quando Man or a Muppet, da mais recente encarnação no grande ecrã dos Marretas voltou a cantar triunfo para aqueles lados. Curiosamente, a estreia da Disney nas longas metragens com Branca de Neve e os Sete Anões (em 1937) passou ao lado até mesmo das nomeações. Destino bizarro (na época, claro esta) para uma banda sonora da qual saiu uma mão-cheia de canções que se transformaram em standards, com o é há muito Someday My Prince Will Come, canção que teve a sua primeira versão na voz da cantora Adriana Caselotti para a banda sonora original do filme.

1961. Can't Help Falling In Love With You, por Elvis Presley
Muita da obra de Elvis Presley na primeira metade da década de 60 surgiu associada à multidão de filmes que então protagonizou, as respetivas bandas sonoras apresentando assim as novas canções que ia gravando. Para Blue Hawaii, filme de Norman Taurog, uma das canções inéditas então criadas para a voz de Elvis Presley foi Can't Help Falling In Love With You, que se revelaria mesmo com um dos maiores sucessos do cantor nos anos 60. A canção conheceu depois varias outras vidas. Os U2 usaram a versão original para fechar os concertos da Zoo TV Tour e Bono chegou a gravar uma leitura em nome próprio para a banda sonora de Honeymoon in Vegas, de Andrew Bergman. Entre os muitos que assinaram outras versões estão figuras com Doris Day, Patti Page, Bob Dylan, os UB40 ou Chris Isaac.

1964. Goldfinger, por Shirley Bassey.
Se há canção do "cancioneiro 007" que merecia ter ganho um Óscar ela seria a que em 1964 Shirley Bassey deu ao terceiro filme da série. Traduzindo a essência do encontro de uma pungente secção de metais com a alma orquestral que John Barry transformou em imagem de marca do som para James Bond (sugerindo um paradigma ainda hoje respeitado), esta foi a primeira das três contribuições da cantora para os filmes de 007 (regressando mais tarde para colaborar em Diamonds Are Forever e Moonraker). Varias versões de Goldfinger surgiram mais tarde, por nomes que vão dos Magazine ou Tom Petty aos portugueses Belle Chase Hotel.

1965. You’ve Got To Hide Your Love Away, dos The Beatles
A carreira cinematográfica dos Beatles, um pouco ao jeito da do seu compatriota Cliff Richard (mas sem a dimensão atingida pela de Elvis Presley), nasceu como derivação direta do seu trabalho musical, os seus dois primeiros filmes, ambos realizados por Richard Lester, servindo mesmo de veículo para a apresentação de novas canções e a respetiva edição imediata em álbuns que, em parte, registavam a face vocal das suas bandas sonoras. Help!, estreado em 1965, representou musicalmente a materialização de sinais de mudança iminente na música dos Beatles e deu-nos uma mão cheia de grandes clássicos, entre os quais este tema, na voz de John Lennon.

1967. Mrs. Robinson, de Simon & Garfunkel
Uma das canções de maior sucesso da história da dupla Paul Simon / Art Garfunkel, deu-lhes um número um em 1968 e representou um dos temas centrais do álbum Bookends. Mas uma primeira versão da canção tinha surgido um ano antes, na banda sonora de The Graduate, o histórico filme de Mike Nichols magnificamente interpretado por Dustin Hoffman e Anne Bankroft. Nem uma nomeação conquistou...


1973. Knocking on Heaven’s Door, de Bob Dylan
Tema composto e cantado por Bob Dylan para o filme Pat Garret and Billy The Kid de Sam Peckinpah, no qual o próprio cantor surge como ator, ao lado de nomes como James Coburn e Kris Kristofferson. A canção foi um êxito logo na sua versão original, dando a Dylan o seu maior sucesso no formato de single em toda a década de 70. E conheceu depois inúmeras versões, assinadas por nomes que vão dos Grateful Dead ou Guns N’Roses a Antony and The Johnsons.

1977. New York New York, de Liza Minelli
Canção composta por John Kamber e Fred Ebb para a voz de Liza Minelli, para a banda sonora do filme com o mesmo título, o drama musical realizado por Martin Scorsese após Taxi Driver que, na altura, foi um fracasso na bilheteira. Dois anos depois da estreia do filme uma versão da canção, gravada por Frank Sinatra transformou-se não só num dos maiores êxitos do cantor como numa referência maior do “songbook” americano.

1982. Forbidden Colours, de David Sylvian e Ryuichi Sakamoto
David Sylvian integrava ainda os Japan quando, meses depois de se estrear a solo, na companhia de Ryuichi Sakamoto, com o single Bamboo Houses / Bamboo Music foi convidado pelo músico japonês, que assinava a banda sonora de Feliz Natal Mr. Lawrence, de Nagisa Oshima, a juntar-se a ele para criar a canção-título para o filme. Juntos assinaram assim Forbidden Colours, que, com título inspirado por um livro de Mishima, não só uma das pérolas maiores da obra dos dois músicos como uma das mais belas canções alguma vez compostas para o cinema.

1986. Absolute Beginers, de David Bowie
A relação de Bowie com o cinema iniciou-se nos anos 70, como ator em The Man Who Fell To Earth, de Nicholas Roeg, e expandiu-se nos anos 80, quando ao trabalho em cena juntou a escrita de uma série de canções, muitas delas editadas em singles, sem representação nos seus álbuns de estúdio da época. O ano de 1986 foi mesmo o mais produtivo nesta relação de Bowie com o cinema, tendo assinado parte da banda sonora de Labirinto, a canção-tema da animação When The Wind Blows e participando (como ator e músico) em Absolutamente Principiantes, de Julian Temple, para o qual compôs o tema-título, que lhe deu um dos seus maiores êxitos nessa década.

2000. Playground Love, dos Air
O álbum de 1998 Moon Safari colocou nas bocas do mundo (que ouve música) o nome dos franceses Air e, com eles, um gosto por um sentido de elegância onde electrónicas com travo vintage faziam canções com sabor a coisa do presente. Sofia Coppola, desafiou então os dois músicos para assinarem a banda sonora original para a sua primeira longa-metragem, As Virgens Suicidas, para a qual, além do score instrumental, compuseram (com Gordon Tracks) e gravaram esta canção que hoje é já um dos “clássicos” da sua carreira.

quarta-feira, outubro 10, 2012

'Hey Jude': o mais lido (neste estudo)


A canção de 1968 dos Beatles Hey Jude foi dada como sendo a que mais vezes foi já referida na literatura, diz um estudo publicado no site Small Demons, que a refere em 55 títulos de ficção e ensaio. Aqui fica o top 20 das canções mais vezes referidas em textos publicados em livro, segundo esse mesmo estudo. A lista mostra contudo um universo que se limita a edições em língua inglesa. Tem assim alguma curiosidade. Mas não é coisa para encarar com o peso de uma análise mais profunda à forma como a literatura cita (e recorre) hoje aos universos da música.

1. The Beatles – 'Hey Jude'
2. Elvis Presley – 'Heartbreak Hotel'
3. Led Zeppelin – 'Stairway To Heaven'
4. USA For Africa – 'We Are The World'
5. ABBA – 'Dancing Queen'
6. Carl Perkins – 'Blue Suede Shoes'
7. The Beatles – 'Lucy In The Sky With Diamonds'
8. The Beatles – 'Eleanor Rigby'
9. Nirvana – 'Smells Like Teen Spirit'
10. Queen – 'Bohemian Rhapsody'
11. Los Del Rio – 'The Macarena'
12. Michael Jackson – 'Beat it'
13. Creedence Clearwater Revival – 'Proud Mary'
14. OneRepublic – 'Apologize'
15. The Beatles – 'I Want To Hold Your Hand'
16. The Beatles – 'Strawberry Fields Forever'
17. 'Lili Marleen' (first recorded by Lale Andersen)
18. Michael Jackson – 'Beat It'
19. Bob Dylan – 'Like A Rolling Stone'
20. Rolling Stones – '(I Can't Get No) Satisfaction'

quarta-feira, junho 13, 2012

Riley, neta de Elvis

Modelo e actriz (entra no novo filme de Steven Soderbergh, Magic Mike, a estrear a 12 de Julho), Riley Keough é filha de Lisa Marie Presley e Danny Keough, quer dizer, neta de Elvis Presley. Na secção "Vanities", da Vanity Fair de Julho, surge num portfolio pleno de nostalgia, reminiscente das pin-ups dos anos 50 — as fotos têm assinatura de Miguel Reveriego.

>>> Riley Keough no Fashion Model Directory.

quarta-feira, agosto 11, 2010

Elvis, 1956

ALFRED WETHEIMER
Elvis Presley com a mãe, Gladys, na sua casa de Memphis, Tennessee
4 de Julho de 1956

Entre as comemorações dos 15 anos do Rock and Roll Hall of Fame inclui-se uma exposição de fotografias de Elvis Presley, na sua maioria inéditas [notícia na Rolling Stone]. Datadas de 1956, as imagens, assinadas por Alfred Wetheimer, revelam-nos um Elvis a viver os capítulos de abertura da sua fama, viajando entre a casa de família e os estúdios de gravação — tinha, na altura, 21 anos.

ALFRED WETHEIMER
O Beijo
1956

terça-feira, julho 27, 2010

Elvis, para o século XXI

Um “novo” disco de Elvis Presley vai ser editado brevemente, assinalando a celebração do que seria o seu 75º aniversário (assinalado este ano). Viva Elvis apresentará, segundo avança o NME, versões de temas seus mostrando como Elvis soaria hoje se estivesse ainda a gravar discos. O disco tem como ponto de partida o musical, com o mesmo título, que este ano estreou em Las Vegas.

sábado, julho 24, 2010

Spiritualized + Elvis

Ladies and Gentlemen We Are Floating in Space (1999), terceiro registo de estúdio dos Spiritualized, é uma obra-prima de uma música intimista e sinfónica que, à falta de melhor, surge por vezes classificada pela saborosa expressão post-rock — no dia 30 de Julho, a banda estará em Nova Iorque, no Radio City Music Hall, para uma performance integral do álbum, com orquestra e coro. Recordamos, a propósito, o tema-título, num espectáculo de 2009 na Austrália, em Sydney. E porque a canção evoca o clássico Can't Help Falling in Love, de Elvis Presley, propomos também um regresso às origens.