

Amanda Fortini, a jornalista da New York que acompanhou o trabalho de Stern e Lohan, resume muito bem esse estado de coisas, evocando a "intimidade quase claustrofóbica" das fotos originais [capa do livro em baixo]: "Na primeira sessão, Stern convenceu o grupo de estilistas a deixá-lo sozinho com Marilyn. A sessão decorreu por isso sob as marcas simbólicas (porventura verídicas) de uma ligação. O desenvolvimento do complexo industrial das celebridades tornou esse tipo dramático de pas de deux virtualmente impossível. Durante a sessão de Lohan, a multidão incluía o seu empresário, o seu segurança e Ali, a sua irmã mais nova; um caracterizador e o seu assistente; uma cabeleireiro e o seu assistente, um estilista, um manicure, um guarda para tomar conta dos diamantes emprestados; Stern, o seu empresário e dois assistentes. Lohan e Stern trabalharam na sala ao lado, enquanto todos nós rondávamos cá por fora, como fãs junto à entrada dos artistas."
