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terça-feira, fevereiro 12, 2013

'Sound and Vision', segundo Beck

Com audição sugerida a 360 graus (ou seja, aconselha-se escuta com headphones), orquestra e coro (e sem receio de agir sobre o original), Sound and Vision, um clássico de David Bowie (que é também nome de blogue), surge numa espantosa versão de Beck. Gravada em LosAngeles, esta versão é já um dos acontecimentos de 2013. Aqui ficam as imagens.

sexta-feira, novembro 16, 2012

O disco que é para... ler


Não é novidade contar que o próximo “disco” de Beck não é propriamente um “disco”. Ou seja, e como o entendemos desde os dias dos gramofones, não é coisa redonda com música gravada lá dentro... É antes, e como era pratica nessa altura, antes disso e ainda por algum tempo depois, um conjunto de folhas impressas com as partituras e letras para que, cada um, possa depois interpretar as canções e dar-lhe vida própria... Experiência talvez mais curiosa que marcante, a edição deste Song Reader é apresentada agora pelo próprio Beck num artigo que publicou na New Yorker. No texto reconhece que uma proposta como a que está prestes a lançar parte do principio que exigirá tempo e capacidade para tocar, interpretar, o que ali virá escrito. E, sabendo que nem todos estarão “preparados para dar esse salto”, explica que procurou fazer do Beck Hansen’s Song Reader um livro que possa ter vida própria, independentemente da música.

Podem ler aqui o texto de Beck

quarta-feira, outubro 24, 2012

Novas edições:
Philip Glass, Rework

Philip Glass e outros
“Rework”
Orange Mountain Music
5 / 5

É um dos acontecimentos discográficos do ano e um dos mais interessantes (e acessíveis) dos muitos eventos associados à celebração do 75º aniversário de Philip Glass. Sob curadoria de Beck (que nos últimos tempos tem centrado mais atenções na música dos outros que na sua), uma coleção de remisturas e reinterpretações de peças da carreira de Glass surge num disco duplo com um título que traduz a essência do que ali se apresenta: Rework. Não é a primeira vez que um álbum de remisturas aborda a música de Philip Glass e bem mais antiga é até a sua relação com este conceito cujas origens associamos aos universos da música de dança. Em finais dos oitentas Glass foi desafiado pelos S’Express para criar uma visão, por remistura, de Hey Music Lover... Já nos anos 90 vimo-lo a trabalhar com Aphex Twin numa composição para o EP Donkey Rhubarb, a parceria estendendo-se depois a uma remistura de elementos da Heroes Symphony (usando a voz de David Bowie). Em 2005 o álbum Glass Cuts juntava uma coleção de 13 olhares sobre obras suas em reconstruções remisturadas, porém sob a assinatura de nomes relativamente desconhecidos. E é sob uma galeria de notáveis colaboradores que esta segundo conjunto de remisturas agora entra em cena. Além de Beck, que assegurou a curadoria do projeto e contribui com o soberbo NYC 73:78, onde elabora uma “suite” feita de colagens de elementos de composições de diversas formas e etapas da obra de Glass, Rework chama a colaboração de nomes que passam por Amon Tobin, Pantha du Prince, Peter Broderick, Cornelius ou Johan Johansson. Ao contrário das visões abordadas em Glass Cuts, onde se verificava maior presença de peças orquestrais mais recentes, o foco de grande parte das remisturas deste novo disco colhem antes ideias entre peças dos anos 70 e 80, passando por referencias clássicas como Music in 12 Parts, North Star, o álbum Glassworks, Mad Rush ou óperas como Einstein on The Beach e Satyagraha. De abordagens mais próximas das gravações originais (como a que Cornelius opera sobre Opening de Glassworks), passando por exercícios de recontextualização (como o que Peter Broderick promove com ponto de partida em Island, também de Glassworks) até revisões da arquitetura das composições (como em Rubric, de Ty Braxton), Rework é como uma exposição que promove um sentido de expressão de ideias pessoais em figuras que claramente assimilaram e integraram na sua linguagem ecos e importantes contribuições da escrita de Philip Glass. Partindo do espaço da música pop (e periferias), o disco escuta naturalmente os elementos da obra de Glass que mais influenciaram este mesmo universo. Ao ouvirmos Mad Rush, na visão de Pantha du Prince, compreendemos porque foi este mesmo o autor que em tempos nos deu um Saturn Strobe que nunca seria possível sem a compreensão profunda da contribuição dos minimalistas norte-americanos (entre os quais Glass) para a música do nosso tempo. Se a este disco juntarmos Reich Remixed e alguns volumes da série Re-composed da Deutsche Grammophone verificaremos que, na verdade, aquela velha ideia da barreira entre a música erudita e a popular é coisa tão antiga (e já derrubada) como o foi o muro de Berlim. Aqui respira-se um sentido de liberdade que já não tem de ser transgressivo. Porque traduz naturalmente o clima de horizontes largos em que a música hoje flui.

quinta-feira, outubro 04, 2012

Philip Glass, segundo Beck

Sai no próximo dia 23 o muito aguardado disco de remisturas de obras de Philip Glass com, curadoria de Beck. E como aperitivo, já em tempo de contagem decrescente, aqui fica, precisamente, a contribuição de Beck: uma colagem de cerca de 20 minutos que cruza elementos de várias peças de várias épocas. É um espantoso olhar que concilia ao mesmo tempo uma visão autoral (a de Beck) e um sentido de síntese (na forma de focar atenções nos elementos da música de Glass que chama a esta colagem). Agora é esperar por dia 23 para ouvir o resto.

quinta-feira, agosto 16, 2012

Três novas canções de Beck


Depois de colaborar no recentemente editado tributo a Caetano Veloso, Beck tem uma série de projetos em carteira. A curadoria de um álbum de remisturas de Philip Glass, um novo “disco” de originais que será vendido na forma de partituras (a lançar em dezembro) e uma contribuição para a banda sonora de um jogo da Playstation. São três as canções que Beck compôs e gravou para Sound Shapes. E podem ouvi-las nos links que se seguem:

Spiral Staircase

Touch The People

Cities

quinta-feira, agosto 09, 2012

Glass: remisturas chegam em outubro


Foi anunciado há já alguns meses, mas começa a aproximar-se agora de ser concretizado. Um novo álbum de leituras (remisturadas) de composições de Philip Glass, sob curadoria de Beck, tem data de lançamento agendada para 23 de outubro. O disco terá o formato de álbum duplo, juntando contribuições de nomes como Amon Tobin, Jóhan Jóhansson ou Pantha du Prince. Recorde-se que não é a primeira vez que a música de Glass gera um disco com estas carecterísticas. Em 2005 a Orange Mountain Music, a editora do próprio Philip Glass, lançou Glass Cuts, álbum de remisturas assinadas por figuras como Robert Bell, Sebastián Escofet ou Androoval. Aqui fica o alinhamento do novo Rework: Philip Glass Remixed:

My Great Ghost: "Music in Twelve Parts, Part 1"
Tyondai Braxton: "Rubric (Remix)"
Nosaj Thing: "Knee 1 (Remix)"
Dan Deacon: "Alight Spiral Ship (Philip Glass Remix)"
Amon Tobin: "Warda's Whorehouse Inside Out Version"
Silver Alert: "Etoile Polaire: Little Dipper"
Memory Tapes: "Floe '87 (Remix)"
Cornelius 3: "Opening From Glassworks"
Beck: "NYC: 73-78"
Jóhann Jóhannsson: "Protest (Remix)"
Pantha du Prince: "Mad Rush Organ (Remix)"
Peter Broderick: "Island (Remix)"

quinta-feira, maio 24, 2012

O novo single de Beck


Beck vai editar um single na Blue Series da editora de Jack White, a Third Man Records. O alinhamento inclui I Just Started Hating Some People Today e Blue Randy. E esta é a capa do disco.

terça-feira, outubro 18, 2011

Beck em disco de remisturas de Philip Glass


Um novo projecto de remisturas de música de Philip Glass está a ganhar forma com Beck e o produtor Hector Castillo como figuras centrais da operação. Este último assinou já vários trabalhos ao lado de Philip Glass, entre os quais os álbuns The Witches Of Venice, Descent Into Maelstrom, Etudes For Piano e a música para filmes como A Thin Red Line ou Nagoyqaatsi. Trabalhou já ao lado de David Bowie (foi o engenheiro de som das sessões, ainda inéditas, de Toy), Björk, Steve Reich, Lou Reed ou Suzanne Vega. O novo disco, que assinala os 75 anos do compositor (a comemorar a 31 de Janeiro de 2012) contará, além de Beck, com remisturas assinadas por nomes como os de Amon Tobin ou Cornelius. Este não será contudo o primeiro projecto de remisturas de Philip Glass. Em 2008 a Orange Mountain Music lançou Glasscuts, um álbum de remisturas assinadas por nomes na sua maioria quase desconhecidos. Um pouco antes Aphex Twin havia remisturado Heroes, esta versão surgindo na antologia 26 Mixes For Cash, de 2003. Por sua vez Philip Glass assinou, em finais dos anos 80, uma remistura para Hey Music Lover, dos S-Express.

Mais informação a serguir aqui.

sexta-feira, dezembro 17, 2010

Thurston + Beck = 'Benediction'

Thuston Moore (dos Sonic Youth) tem novo álbum a solo a editar em 2011. O disco, com o título Benediction, conta com produção a cargo de Beck.

sexta-feira, julho 02, 2010

Beck, os amigos e... Yanni...


O Record Club de Beck não é mais que uma reunião de músicos que, ao longo de um dia, gravam uma versão, de fio a pavio, do alinhamento de um álbum. Depois de terem reinventado discos de Leonard Cohen, dos Velvet Underground ou INXS, Beck e amigos propõe, desta vez… Yanni! O disco gravado ao vivo na Acrólope, em 1993, pelo músico grego, entre sintetizadores nada alternativos e orquestra está na mira de Beck, de Thurston Moore (dos Sonic Youth) e dos Tortoise. A primeira canção desta inesperada “aventura” é Santorini, numa versão que não conta com os Tortoise, que só mais tarde (no alinhamento do disco, entenda-se) entratrão em cena. Note-se que nesta versão a abordagem dos músicos abriu portas à improvisação, com Thurston Moore a adicionar, inclusivamente, uma letra (que não existe no tema do qual partiram, que na verdade era um instrumental)…

sexta-feira, abril 16, 2010

Pelo clube do disco de Beck

Beck continua a apresentar, ao ritmo de uma canção por semana, no seu Record Club, a sua visão (mais dos seus convidados) ao álbum Kick, dos INXS. Esta semana colocou online uma versão para o tema Devil Inside.

sexta-feira, março 26, 2010

Record Club... O quarto episódio

O Record Club, de Beck, tem novo disco para apresentar online. Acompanhado por elementos dos Liars, St Vincent e Os Mutantes, Beck percorreu as canções de Kick, álbum de 1987 dos INXS. A primeira versão a ser revelada é este Guns In The Sky.

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Discos da semana 2010 (4)

Deu os primeiros passos na música bem cedo, colaborando numa canção do pai (Serge). E gravou, pouco depois um primeiro álbum, novamente em colaboração directa com ele. Passaram 20 anos e, em 2006, desta vez com os Air como centro de uma família de colaboradores (onde se incluíam Jarvis Cocker, Neil Hannon e Nigel Godrich), regressou aos discos em 5.55… Desta vez o intervalo de silêncio na música – numa carreira que há muito tem o cinema como principal destino – foi de menos de quatro anos. E eis que entra em cena IRM um disco que, apesar de assinado e vocalmente protagonizado por Charlotte Gainsbourg, conta na verdade com outro co-protagonista de peso: chama-se Beck (que assina todos os temas salvo um e produz). Apesar da regularidade com que o músico tem criado álbuns interessantes, este é na verdade o melhor conjunto de canções que assina desde Midnite Vultures. Apesar de afastar a sua voz de um primeiro plano na mistura final, a presença de Beck é evidente quer nas linguagens visitadas pela escrita das canções (Heaven Can Wait é claro exemplo), quer pelo ecletismo das formas o modo de entender a construção de uma colecção de canções com uma visão cénica com sentido de espaço. Charlotte não é aqui contudo apenas uma actriz. Nem o seu nome uma mera ponte para heranças colhidas na obra do seu pai (bem evidentes, por exemplo, em Voyages ou na forma como o tema-título se interessa pelo discurso dos ritmos como Serge Gainsbourg nos mostrou no marcante Gainsbourg Percussions, de 1964. A sua presença molda as canções com traços de personalidade. E não evita mesmo a reflexão de marcas autobiográficas ao escolher juntar a um alinhamento uma versão de Le Chat du café des Artistes, de Jean-Pierre Felrand.
Charlotte Gainsbourg
“IRM”

Because / Warner Music
4 / 5
Para ouvir: MySpace



A passagem de Laura Veirs pelo distinto catálogo da Nonesuch Records (da qual nasceram três discos entre 2004 e 2007) deu-lhe novas oportunidades, sobretudo no campo da comunicação com um público mais vasto, que a acolheu e a reconheceu como uma das grandes cantautoras norte-americanas do presente. July Flame devolve-a agora a uma vida “indie”. Mas o que conquistou consigo ficou, a atenção e expectativa dedicados à chegada do novo álbum sendo um primeiro reflexo do estatuto entretanto definido. O álbum traz contudo ecos de memórias mais antigas, escutando novamente ideias e sugestões para as novas canções no grande espaço da canção folk. Estamos todavia perante um reencontro com raízes que não esquece a soma de vivências que os anos lhe deram a conhecer e, logo no tema-título, fica clara que a cultura indie não foi arrumada na gaveta, antes assimilada e tornada ponto de partida, tal como as genéticas da folk, na construção do disco que assinala a entrada numa segunda década de edições para a cantora. Tal como o tema título revela, as canções de July Flame não são nunca feitas de uma só dimensão, o gosto pela criação de palcos para lançar as histórias que canta mostrando ideias que ora se deixam ficar, ao fim de tarde num alpendre na pradaria, ora se servem de texturas mais complexas, segundo formas colhidas na melhor tradição beatlesca.
Laura Veirs
“July Flame”

Bella Union / Nuevos Medios
4 / 5
Para ouvir: MySpace



Há artistas que, apesar de frequentemente assinarem canções que ficam na história dos grandes momentos pop do ano, se revelam depois menos ágeis na hora de construir um álbum no mesmo patamar das expectativas lançadas pelos singles. E, ao cabo de quatro álbuns, os Hot Chip parecem morar nessa categoria. Já estiveram perto do álbum consequente de fio a pavio em The Warning (2006). Dois anos depois, Made In The Dark não correspondeu ao que se esperava depois do excelente Ready For The Floor. E agora, depois de singles igualmente irresistíveis como o foram Take It In e One Life Stand, o novo álbum (também com o título One Life Stand) acaba outra vez algo atrás do esperado. Não pela falta de canções do calibre destas duas… De resto, algumas das melhores canções dos Hot Chip moram neste disco. Mas os valentes tiros ao lado, que surgem na forma de baladas e temas mid tempo, desinspirados, a meio do alinhamento, roubam ao disco argumentos para dele fazer o álbum capaz de superar os feitos de The Warning. Mesmo assim, os Hot Chip servem aqui um bem interessante conjunto de ideias que, nascidas de uma vivência na música de dança, revelam-se hoje claramente no terreno da canção pop. O alinhamento abre com o monumental Thieves In The Night, que visita uma ideia de pop electrónica à la Visage, e é rebuçado a figurar na lista das canções do ano. We have Love reencontra a euforia da dupla Moroder/Summer… Mas as baladas que lá andam pelo meio estragam mesmo o “todo” da pintura…
Hot Chip
“One Life Stand”

Astralwerks/EMI Music Portugal
3 / 5
Para ouvir: MySpace



Dois anos depois de Beat Pyramid, os These New Puritans optam por deixar definitivamente para trás um som pop/rock anguloso que por vezes piscava o olho à pista de dança indie para ensaiar um caminho mais estimulante dentro do espaço a que muitas vezes se aplica o rótulo “art rock”… Não abandonam nem a focagem dos seus objectivos na canção nem mesmo um interesse pelo trabalho com estruturas rítmicas (com eventual piscar de olho à dança), mas Hidden é, sobretudo, um espaço de abordagem a formas e sons menos óbvios, da sua reunião surgindo um álbum que, mesmo sem propor uma revolução ou revelar caminhos nunca antes percorridos, consegue transportar uma carga de surpresa que está longe de morar na maioria dos discos que vão surgindo por estes dias. O clima é sombrio e tenso, os cenários escuros… As canções expressam essa inquietude, recorrendo à presença de percussões japonesas, metais, sorpros e electrónicas, por vezes mais em flirt com terrenos da música contemporânea que com genéticas pop/rock, em busca não de exotismos, mas de peças para um cenário que aqui começam a edificar. Mais consequente que o conjunto de ideias que nos haviam mostrado no álbum de estreia, Hidden é como um retrato de uma etapa de busca. De uma banda à procura de uma identidade… Parecem estar no bom caminho…
These New Puritans
“Hidden”

Domino / Edel
3 / 5
Para ouvir: MySpace



Sem abdicar da necessidade de manter uma carreira criativa viva, lançando novas canções de tempos a tempos, Neil Young tem dedicado algum do seu tempo a uma interessante gestão de um acervo de longos anos de trabalho, os últimos anos tendo assistido à progressiva edição de material gravado noutros dias, até aqui guardados em arquivo. O seu “novo” disco não se compara naturalmente ao colossal volume 1 da série Archives (editado em 2009), uma colecção de dez CD com gravações entre 1963 e 72. Iniciada em 2006 com Live At The Filmore East, uma série de edições – a chamada Performance Series – tem garantido, com regularidade, a redescoberta de gravações de actuações ao vivo registadas nas mais diversas etapas da carreira do músico. O mais recente disco desta série é Dreamin’ Man Live ’92, corresponde ao quinto título a conhecer edição. O álbum não é mais que a reunião de temas do magnífico Harvest Moon (um dos seus melhores discos dos anos 90) gravados na estrada durante a digressão de 1992. Harvest Moon correspondera a um reencontro com Nashville (e as fundanções de uma relação antiga com ecos da folk e da country). As gravações ao vivo aqui reunidas, todas elas em registo acústico, são como que a continuação directa dessa experiência.
Neil Young
“Dreamin’ Man Live ‘92”

Reprise / Warner Music
3 / 5
Para saber mais: site oficial


Também esta semana:
Get Well Soon, Los Campesinos, Midlake, The Mary Onettes, Soft Pack, Album Leaf, Dakota Suite, Marina & The Diamonds, Ocean Colour Scene, Peter Von Poehl

Brevemente:
8 de Fevereiro: Pantha du Prince, Massive Attack, Sade, Yeasayer, Gil Scott Heron
16 de Fevereiro: Pet Shop Boys (CD + DVD), Peter Gabriel, Blur (DVD), Field Music, Lightspeed Champion, Buggles (reedição), Shearwater, Philip Glass (opera), The Drums EP (ed. Local)
23 de Fevereiro: Marina and The Diamonds, Joanna Newsom, Ali Farka Toure + Toumani Diabate, David Byrne + Fat Boy Slim, Toro Y Moi, Xiu Xiu, Efterklang,

Fevereiro: Ratatat, Kasper Bjorke, The Spinto Band
Março: Jonsi Birisson, Ruby Suns, Goldfrapp, White Stripes, Titus Andronicus, Jimi Hendrix, Nathalie Merchant, Rogue Wave, Black Rebel Motorcycle Club, Liars, Josh Rouse, Love Is All, She + Him, Broken Bells, Liars, Pavement (best of), White Stripes

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Duo ela e ele

É uma das parcerias que mais prometem para este ano. Charlotte Gainsbourg e Beck juntaram-se para gravar um álbum (que apresentará como protagonista o nome da cantora). Com o título Irm, o disco será editado na próxima semana. Aqui fica um primeiro aperitivo, no teledisco de Heaven Can Wait, com realização de Keith Schofield.

sexta-feira, novembro 13, 2009

Para evocar Skip Spence

Depois dos Velvet Underground e de Leonard Cohen, o terceiro projecto assinado pelo Record Club de Beck e amigos aponta a um álbum relativamente esquecido, de 1969. Trata-se de Oar, de Skip Spence, cujo alinhamento surgirá, faixa a faixa, semana após semana, em novas versões assinadas por Beck, com a ajuda dos Wilco, Jamie Lidell e Feist. Este é o vídeo de Little Hands, a primeira canção desta terceira série a ser apresentada no site oficial de Beck.

sexta-feira, setembro 04, 2009

Para reencontrar Leonard Cohen

Beck começou hoje a apresentar os resultados da segunda sessão de trabalho com o seu projecto Record Club. A ideia prevê a gravação de versões da totalidade do alinhamento de um disco histórico. As sessões decorrem ao longo de um dia e envolvem sempre uma série de convidados. Depois de Velvet Underground and Nico, dos Velvet Underground, ter assinalado o arranque da ideia, o segundo disco a ser trabalhado foi Songs Of Leonard Cohen, do veterano canadiano. Entre os convidados Beck conta desta vez com Devendra Banhart e os MGMT. Uma primeira versão destas sessões de trabalho aqui fica, ao som do clássico Suzanne.


segunda-feira, agosto 31, 2009

Charlotte + Beck = 'IRM'

Beck é figura com protagonismo claro no próximo álbum de Charlotte Gainsbourg, a editar em inícios de 2010. Com o título provisório IRM, o álbum contou com Beck como autor das canções, produtor e ainda responsável pela mistura. O disco anterior da cantora (e também actriz), 5:55, de 2006, contava entre os colaboradores com as presenças de Neil Hannon, Jarvis Cocker e o produtor Nigel Godrich.

terça-feira, dezembro 30, 2008

Beck: "Modern Guilt" na rádio

Nic Harcourt é o autor do programa 'Morning Becomes Ecletic', da rádio KCRW, de Santa Monica, na Califórnia do Sul— convidou Beck a estar consigo, em estúdio, no passado dia 18 de Novembro, sendo o resultado uma espantosa emissão de cerca de 45 minutos motivada pelo álbum Modern Guilt (incluindo a interpretação de algumas versões acústicas). Provavelmente, deveríamos inventar um top para os melhores concertos radiofónicos...
Eis a emissão completa:



Este é um registo videográfico de parte do mesmo programa (14 minutos), com os temas Gamma Ray, Modern Guilt e Orphans.

sábado, janeiro 20, 2007

Beck com mais arroz e batatas

Uma edição "extended" do álbum The Information, de Beck, vai chegar às lojas em finais de Fevereiro. Como extras, apresentam-se três temas inéditos, seis remisturas e dois telediscos - Cellphone's Dead e Nausea -, ambos realizados por Michel Gondry. Gourmet, pois...