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terça-feira, outubro 12, 2010

E agora a solo


Avey Tare, dos Animal Collective, edita este mês o seu primeiro álbum a solo (o disco de 2007 era co-assinado com Kría Brekkan. Tem por título Down There e foi gravado com Deakin (também dos Animal Collective). Como single de avanço pode ouvir-se Lucky 1, que podemos ver em teledisco de animação criado por Abby Portner.

quinta-feira, setembro 23, 2010

Em tons de azul


Mais de um ano e meio depois, os Animal Collective ainda nos dão notícias com o álbum Merryweather Post Pavillion como banda sonora. Desta vez apresentam um teledisco para Bluish, uma das melhores canções do disco. Um teledisco em tons de azul, como o título sugere. A realização é de Jason Oliver Goodman.

sexta-feira, setembro 03, 2010

Novo single de Panda Bear

Panda Bear anunciou a edição de mais um single a anteceder o lançamento do seu novo álbum, Tomboy, o muito aguardado sucessor de Person Pitch. You Can Count On Me será editado num formato de vinil, em sete polegadas, a 19 de Outubro.

quinta-feira, julho 01, 2010

Em tempo de Verão


Os Animal Collective, mesmo em tempo de pausa, continuam a apresentar telediscos para canções do álbum de 2009 Merryweather Post Pavillion. O mais recente, com sabor a Verão (e tempero surf), tem por banda sonora o tema Guys Eyes e é assinado por Joey Gallagher.

quarta-feira, junho 02, 2010

'Oddsac' hoje em Lisboa

Tem hoje primeira exibição em Portugal o filme Oddsac, uma experiência visual nascida a partir de uma relação com os Animal Collective. Assinado por Danny Perez, num trabalho criado em colaboração com os próprios elementos do grupo, Oddsac não é um documentário, mas antes uma ideia de cinema experimental com ponto de partida na música dos Animal Collective. Estreado este ano no Festival de Sundance, e com edição em DVD prevista para mais tarde, ainda este ano, Oddsac é hoje apresentado, pelas 22.00 no auditório da Faculdade de Belas Artes (da Universidade de Lisboa), numa sessão que conta com as presenças do realizador e de Panda Bear.



Imagens do trailer de Oddsac

terça-feira, maio 25, 2010

'Oddsac' em Lisboa, na ESBAL

O filme Oddsac, de Danny Perez, descrito como “A visual album by Danny Perez and Animal Collective” vai ter estreia nacional a 2 de Junho em Lisboa, no auditório da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, pelas 22 horas. Na sessão estarão presentes Danny Perez e Panda Bear.

segunda-feira, maio 17, 2010

Singles (antes de editado o álbum)

Enquanto esperamos pelo álbum, chegam primeiras notícias de um primeiro single. Falamos de Panda Bear, de quem se aguarda o lançamento do sucessor do marcante Person Pitch (de 2007). Segundo a Pitchfork (citando a Amazon), um primeiro single ligado ao novo álbum será edotado a 13 de Julho. Tomboy, com o tema Slow Motion no lado B, surgirá, segundo se avança, numa edição limitada no formato de sete polegadas em vinil. Haverá mais singles depois deste, devendo o álbum chegar às lojas em Setembro.

quarta-feira, março 10, 2010

'Oddsac' ruma ao DVD em Junho

Oddsac, o filme que Danny Perez criou em torno da música dos Animal Collective, continua a passar pelo circuito dos festivais de cinema e por sessões especiais. Mas para Junho está já anunciado o seu lançamento em DVD, numa edição que terá alguns extras (ainda não revelados).

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Panda Bear edita 'Tomboy' em Setembro

Noah Lennox já revelou qual será o título do álbum que vai editar este ano a solo, como Panda Bear. O sucessor de Person Pitch chamar-se-á Tomboy e deverá ser editado em Setembro.

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Sundance 2010 (dia 7)

Sundance assinala hoje a estreia nos EUA de um filme que já fez história em finais de 2009 no Reino Unido e cuja estreia em Portugal está agendada para breve. Trata-se de Nowhere Boy, assinado por Sam Taylor Wood, e não é mais que um olhar sobre os dias de juventude de John Lennon, quando ainda vivia em Liverpool com a sua tia e descobria na música um espaço de identificação maior…

Outra estreia norte-americana hoje em Sundance leva ao grande ecrã um dos “casos” mais recentes do cinema australiano. Trata-se de Bran Nue Dae, um musical de Rachel Perkins em espaço cultural (e geográfico) aborígene. O filme é mesmo a adaptação de um espectáculo musical de Jimmy Chi, tem a acção projectada em 1969 em torno de um jovem que foge de uma escola católica em Perth e parte de regresso à sua terra… Pelo caminho vai juntando companheiros de viagem, ao som de blues, rock’n’roll e piscadelas de olho aos musicais de Hollywood.

Estreado ontem em Sundance, Oddsac é apresentado como um “álbum visual” dos Animal Collective, com realização de Danny Perez. A novidade é, hoje, o seu trailer. Aqui fica ele:


Imagens do trailer de Oddsac, filme ontem estreado em Sundance.

terça-feira, janeiro 26, 2010

Sundance 2010 (dia 6)

Tem hoje estreia mundial em Sundance o filme Oddsac, o “álbum visual” que o realizador Danny Perez criou sobre a música dos Animal Collective (na imagem). O realizador e o grupo trabalharam juntamente neste filme durante os três últimos anos, as imagens procurando assim um encontro com as características da música. Mais que uma narrativa, com argumentos e diálogo, Oddsac é uma sequência de quadros, imagens e figuras que seguem a evolução de uma visão que parte da música.

Passa também hoje em Sundance The Shock Doctrine, documentário de Michael Winterbottom e Mat Whitecross. Baseado no livro homónimo de naomi Klein, procura explicar uma visão pessoal sobre o capitalismo, partindo das ideias de Milton Friedman na Universidade de Chicago aos seus reflexos nos mais diversos países, do Reino Unido de Thatcher à Rússia de Boris Yeltsin. O filme junta imagens de Naomi Klein, tanto em entrevistas como durante palestras.

Na competição oficial passa hoje o filme boliviano Zona Sur, de Juan Carlos Valdivia. A "Zona Sur" não é mais que um bairro de classe alta na capital boliviana, a narrativa ganhando forma numa mansão onde uma matriarca “reina” sobre uma família e um porteiro, este de ascendência indígena. Com sinais de declínio pela frente, o filme é mais uma reflexão sobre a decadência em cenário aristocrata.

quinta-feira, dezembro 31, 2009

Panda Bear no Lux a 12 de Fevereiro

Noah Lennox, ou seja, Panda Bear, vai regressar a um palco lisboeta para um concerto a solo a 12 de Fevereiro, no Lux. O músico, que integra os Animal Collective, reside há já alguns anos em Lisboa. Em 2010 deverá editar o sucessor de Person Pitch.

terça-feira, dezembro 29, 2009

Os discos da década (36)


Merryweather Post Pavillion
Animal Collective, 2009

A banda cuja obra é talvez a mais marcante e influente dos anos zero fecha a década com a sua obra-prima. Um disco que representa o aprofundar definitivo de uma demanda que os acompanhou álbum após álbum, criando uma identidade que vive de uma forma muito pessoal de juntar heranças tão distintas quanto o psicadelismo, o minimalismo e um interesse pela construção de um todo através da soma de fragmentos.


Imagens do teledisco de My Girls, um dos singles extraídos de Merryweather Post Pavillion.

quinta-feira, dezembro 17, 2009

Discos da semana, 16 de Dezembro

O ano foi deles… Bom, na verdade, se fosse necessário escolher uma “banda da década”, os Animal Collective talvez representassem a mais completa das escolhas. Pelo percurso de progressiva busca de uma identidade. Pelo talhar de uma personalidade que ganhou nitidez disco após disco até atingir a visão total em Merryweather Post Pavillion, a sua obra-prima editada em Janeiro deste ano. Pela capacidade em alargar o leque de admiradores (e descendências) sem alienar uma base que os segue de desde sempre. E, acima de tudo, por ser a banda que mais profundamente representa um sentido de construção de uma ideia pela colagem e manipulação de fragmentos do mundo à sua volta, vivendo também acima das fronteiras dos géneros, projectando na música, melhor que ninguém, características comuns a outras expressões artísticas do nosso tempo. Os Animal Collective fecham o “seu” ano e a “sua” década com um EP que, mesmo sendo como os anteriores EPs de originais uma espécie de complemento directo ao álbum mais recente, revela um interesse pelo continuar da experimentação, assegurando-nos que, mesmo em tempo de colher os louros, não se desarmam para fazer a festa. Fall Be Kind não só nos traz uma das suas melhores canções – Graze, que sublinha uma ideia de som global cruzando flautas romenas (samplando Zamfir, imagine-se) com um festim rítmico que parece juntar África com Oceania, numa visão total sob prisma urbano contemporâneo – como a esta acrescenta uma série de composições que são mais que “sobras”. As três faixas que fecham o alinhamento revelam visões texturalmente livres, formas mais abstractas, distantes do tutano do álbum deste ano, aqui encontrando segura morada. Isto sem esquecer a incorporação de memórias (via sample) dos Grateful Dead em What Would I Want? Sky?, a sublinhar o facto de a banda mais visionária do presente estar consciente de que perante o conhecimento da soma de experiências já feitas se projecta, com outra solidez, uma ideia de futuro.
Animal Collective
“Fall Be Kind”

Domino / Edel
5 / 5
Para ouvir: MySpace


Foi o grande acontecimento do ano nos palcos da música portuguesa, juntando nem mais nem menos que os nossos três maiores cantautores vivos, num espectáculo de afinidades e trocas, onde se cruzaram memórias com o desafio de novas experiências. José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias já tinham partilhado, em algumas ocasiões, os espaços de trabalho uns dos outros. Mas nunca até aqui se tinham reunido num mesmo palco, frente a um mesmo público, em volta das suas canções. Três Cantos se chamaram por quatro noites no Campo Pequeno (Lisboa) e do Coliseu do Porto. Experiência agora reunida num retrato áudio (e visual), disponível ora apenas em CD, ora em edição que ao som junta dois DVDs (o primeiro com o concerto, o segundo revelando os seus bastidores e história num documentário). Retratos que não traduzem a totalidade do espectáculo, mas uma selecção alargada do que neles se viu e ouviu. Foram concertos em ambiente informal, feitos do prazer de reinventar canções. Os três músicos não tiveram nunca uma ideia de best of na agenda do espectáculo. Daí que, entre os temas que levaram aos palcos surgissem referências a alguns dos seus discos mais recentes, num jogo que assim abarcou quase 40 anos de vivências e canções. As marcas bem distintas das personalidades da música (e das vozes) de cada um não se diluem; juntam-se antes em trio. Não procurando completar-se, mas acrescentando, cada qual à sua maneira, novos olhares, descobrindo outras formas de ler as canções. Houve recordações de tempos de luta, mas também espaço para outros caminhos. Houve humor. Festa... Contávamos com isto deles. E, convenhamos, não nos desiludiram.
Três Cantos
“Três Cantos Ao Vivo”

EMI Music Portugal
5 / 5



Eis mais um interessante exemplo de cruzamento de linguagens e, mais que tudo, vivências. Tiago Sousa (que assina as composições) começou pelo piano, descobrindo cedo um interesse quer pela música de Chopin quer pelas obras dos impressionistas. Viveu depois uma etapa mais próxima dos caminhos mais vanguardistas do rock. Fundou a Merzbau… Até que, sem esquecer as experiências entretanto acumuladas, regressou à casa “partida”. Insónia é um disco que, com as características de um auto-retrato, nos dá conta de como essas memórias antigas retomaram protagonismo na procura de uma identidade que assim se nos revela ainda em construção, sem polimento, crua e honesta. Acompanhado por João Correia (percussão) e Ricardo Ribeiro (clarinete), Tiago vive acima das fronteiras dos géneros, traçando um mundo seu onde as heranças “clássicas” partilham espaço com ideias que escutou noutras vivências mais próximas do underground nas periferias da cultura pop/rock. Assim se entende uma música que ora ecoa a Erik Satie ou Debussy, ora sublinha marcas do tempo que vivemos. E que, acima de tudo, tenta expressar tão fiel quanto possível que músico é este e o que procura. Com edição em vinil, Insónia não é destino final, mas um caminho. Mantenhamo-nos acordados para o acompanhar.
Tiago Sousa + João Correia
“Insónia”
Humming Conch
4/5
Para ouvir: MySpace


Esta é mais outra das confirmações de um 2009 que em pleno transformou em factos uma mão cheia de promessas reveladas a um público mais vasto em 2008. Promessas, na verdade, algumas delas já com alguns anos de vida. Samuel Úria, em concreto, apresentou um primeiro conjunto de canções em disco há já seis anos (chamou-lhe então O Caminho Ferroviário Estreito). Mas foi o EP Em Bruto, lançado na recta final de 2008, que o colocou sob a mira de mais olhares (leia-se ouvidos), propondo um pequeno conjunto de canções que nos faziam querer ouvir mais… Nem Lhe Tocava chega finalmente nesta recta final de ano. E traduz mais que um simples upgrade em tempo e meios face ao que esse EP poderia sugerir, inscrevendo o nome de Samuel Úria entre a linha da frente de uma interessante nova geração de cantautores que têm assinado em conjunto uma das mais vivas e consequentes etapas na história recente da canção em português. Ao letrista atento às potencialidades da língua que trabalha como matéria-prima (e que tanto sabe ter um Sérgio Godinho ou um António Variações como universos referenciais) e ao melodista formado entre horizontes que, como sublinha em Teimoso (em versão todavia menos interessante que a de Em Bruto), passam por Bob Dylan ou Tom Waits, o disco junta um trabalho de arranjos e produção (assinada por Tiago Guillul) que ultrapassam a anterior etapa lo-fi sem perder identidade. Uma forma pessoal de viver o facto de “ser português”, que não se demarca apenas nas ocasionais citações ao folclore, e toda uma maneira de entender o mundo habita entre estas canções. Marcas que, em conjunto, fazem deste disco uma coerente proposta de retrato pessoal do universo ao seu redor.
Samuel Úria
“Nem Lhe Tocava”

Flor Caveira/Valentim de Carvalho
4 / 5
Para ouvir: MySpace


Nem todo o presente pop/rock se faz necessariamente a pensar no passo seguinte, na invenção do futuro. Pelo contrário, muitas das agendas de escritores de canções e de bandas passa muitas vezes por processos de procura de identidade através de (re)encontros com as referências formadoras que estão na base de cada melómano. Nascidos em Seattle (Washington, EUA) e à volta da presença protagonista de Scott Reitherman, os Throw Me The Statue são uma banda que, um pouco como os The Shins (com quem revelam claras afinidades) procuram definir um caminho entre os trilhos já experimentados das tradições pop em terreno indie. Dois anos depois da estreia em Moonbeam, o novo Creaturesque não parece procurar novos destinos, insistindo na criação de canções onde um apelo familiar traça afinidades não apenas aos citados The Shins mas a um sentido de apelo por uma certa nostalgia indie pop que mora entre referências comuns que partilham. De novo entra em cena um trabalho de arte final mais polido, a produção limando rugosidades em canções que não parecem ter pregos de fora… Creaturesque não será um daqueles discos para marcar o ano (nem mesmo um tempo na história da música pop). Mas é uma colecção de belas canções para Vaz frágil, luminosidade e alguma melancolia (nunca assombrada) que se ouve sem a necessidade de convocar muitos adjectivos.
Throw Me The Statue
“Creaturesque”

Secretly Canadian / Popstock
3/5
Para ouvir: MySpace


Também esta semana:
Spiritualized (reedição), Sparks (ed especial vinil), Blakroc, Rolling Stones (reedição), Pet Shop Boys (EP), Sonic Youth

Brevemente:
21 de Dezembro: Okkervil River (reedição), Buddy Holly (antologia), Jacques Brel (antologia), Dave Matthews Band, Julian Casablancas (single)
28 de Dezembro: Rolling Stones (reedição), Joni Mitchell (reedições), Cluster, Judy Garland (live)
4 de Janeiro: Nick Cave (banda sonora), Crosby Stills & Nash (reedições), Madness (best of)

Janeiro 2010: Vampire Weekend, Final Fantasy, Magnetic Fields, William Orbit, Laura Veirs, Lindstrom + Christabelle, Philip Glass, Beach House, Spoon, Charlotte Gainsbourg + Beck, Four Tet
Fevereiro: Hot Chip, Los Campesinos, Yeahsayer, Midlake, Massive Attack, Shearwater, Field Music, Xiu Xiu, Peter Gabriel, Pantha du Prince, David Byrne + Fatboy Slim

PS. Os textos sobre os Três Cantos e Tiago Sousa são versões editadas de críticas originalmente publicadas na revista NS.

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Os discos da década (12)


Person Pitch
Panda Bear, 2007
O mais recente disco a solo de Panda Bear (dos Animal Collective) foi criado e gravado em Lisboa. A luminosidade da cidade corre entre visões que exploravam uma ideia de composição feita de cortes e colagens e interessada nas mecânicas das repetição, sem nunca perder de vista a forma da canção e a presença da voz que no fim assina o projecto. Uma das grandes visões pop dos anos zero (com descendência directa no mais recente disco dos Animal Collective).


Imagens do teledisco de Comfy In Nautica, um dos singles extraídos de Person Pitch.

sexta-feira, dezembro 04, 2009

Animal Collective rumo a Sundance

Os Animal Collective são um dos nomes em evidência no programa da edição 2010 do Festival de Sundance, que decorre entre 21 e 31 de Janeiro. O grupo é peça central no filme Oddsac, de Daniel Perez, que no site dos festival é descrito como “uma narrativa experimental” que se relaciona com a aura e a música da banda.
Entre os muitos filmes já anunciados para o programa de Sundance em 2001 contam-se dois biopics musicais. Um deles é Nowhere Boy, de Sam Taylor Wood, sobre a juventude de John Lennon (recentemente estreado no Festival de Londres). O outro, de Fioria Sigismondi, é The Runaways, que conta a história de vida de Joan Jett.
O festival vai também apresentar a estreia de Diego Luna como realizador de Abel, uma longa-metragem de ficção (o actor tinha já assinado um documentário em 2007). Também em estreia na realização está Philip Seymour Hoffman, de quem será apresentado o filme Jack Goes Boating.

quarta-feira, novembro 25, 2009

Panda Bear, 'take' 3

Panda Bear revelou como vai ser o sucessor de Person Pitch (o seu álbum de 2007). Tal como indicou em entrevista (ao site Pedestrian.tv) entretanto citada pela Pitchfork, o disco será algo diferente do anterior, com um som mais cru, mais electrónico, mais cantado e com menos samples. E, acrescenta ainda, mais negro. “Dramático” e “romântico”, assim o descreveu.

quarta-feira, novembro 18, 2009

Ver música, segundo Jonathan Caouette

É a segunda longa-metragem de Jonathan Caouette (e, portanto, o sucessor de Tarnation). Em comum assenta numa variedade de registos como matéria prima, todavia com proveniências distintas, contando com contribuições de cerca de 200 pessoas, entre profissionais e amadores, que captaram ao longo de dez anos imagens em concertos nos festivais All Tomorrow’s Parties. O filme chama-se, precisamente, All Tomorrow’s Parties e é um retrato de dez anos de vida do festival, de quem nele actuou, de quem assistiu, dos ambientes em volta. Inclui passagens por actuações de nomes como os Animal Collective, Sonic Youth, Grizzly Bear, Portishead, Yeah Yeah Yeahs, Belle & Sebastian ou The Stooges. E, depois de ter passado pelo circuito de festivais nos últimos meses, acaba de chegar ao DVD, em lançamento (para já no Reino Unido) pela Warp Filmes.



Imagens do trailer de All Tomorrow’s Parties. É imediatamente reconhecível a lógica de colagem que vimos em Tarnation. E também uma forma de inserir palavras em tudo semelhante. Marcas autorais, portanto.

segunda-feira, novembro 16, 2009

Entre danças e flores

Numa altura em que acabam de editar em single Brother Sport e têm um novo EP pronto a sair dentro de dias, os Animal Collective apresentam mais um teledisco baseado numa canção do seu álbum deste ano, Merryweather Post Pavillion. Trata-se de In The Flowers, que surge neste filme de Abby Portner, com animação de Dan Boujoulian.

sexta-feira, outubro 23, 2009

Em campanha

Os Animal Collective são o nome mais recente de uma campanha que a associação de defesa dos direitos dos animais PETA está a desenvolver contra a caça anual às focas no Canadá.



O vídeo, rodado durante a sessão fotográfica da qual nasceu a mais recente imagem desta campanha deixa claras as posições dos membros dos Animal Collective. Brian "Geologist" Weitz, Noah "Panda Bear" Lennox, e David "Avey Tare" Portner afirmam que souberam desta situação precisamente através das campanhas da PETA e deixam no ar uma alternativa simples a quem procura as peles de foca: peles sintéticas… Lembram ainda que a escravatura já foi uma tradição, pelo que nem todas as tradições são necessariamente boas… A campanha tem recrutado outras figuras mediáticas, muitas delas figuras do mundo da televisão.



Estas são imagens de um recente protesto inserido na mesma campanha. Teve lugar em Washington, mais concretamente em Pennsylvania Avenue, mesmo em frente à embaixada canadiana. O grupo activista está ciente do potencial mediático para esta campanha que representa a aproximação dos Jogos Olimpicos de Inverno em Vancouver (2010).

Aqui fica um link para a entrada dos Animal Collective nesta campanha da PETA. Através do site é possível saber mais informação sobre esta campanha e comprar a T-shirt oficial.